Ciência Polémico Saúde

Autoridades de saúde querem colocar drogas causadoras de depressão em água pública

estatinas água

As autoridades de saúde americanas estão a forçar para que drogas que causam depressão e perda de memória não sejam adicionadas à água de abastecimento público, enquanto que um novo estudo mostra que os perigos das estatinas têm sido deliberadamente subestimado pelas empresas farmacêuticas.

As estatinas são tomadas por dezenas de milhões de pessoas no mundo, um benefício para as empresas farmacêuticas, cujos objetivos primordiais eram o de vender uma droga para pessoas que não tinham nenhuma doença imediatamente identificável, ou como Mike Adams escreve, “Eles precisavam de uma maneira de vender drogas a pessoas saudáveis”.
As empresas farmacêuticas afirmam que foi provado que as estatinas diminuem o colesterol e ajudam a prevenir doenças cardíacas e derrames, levando muitos especialistas em saúde a insistir para que elas sejam adicionadas artificialmente no abastecimento público de água, mas os efeitos colaterais perigosos enterrados por empresas farmacêuticas que conduzem testes com estatinas vieram a uma nova luz, além do facto de que “três quartos dos que as receberam, oferecem pouco ou nenhum valor.”
Um novo estudo publicado na Biblioteca de Cochrane, que analisa testes de drogas, analisou dados de 14 ensaios clínicos da droga envolvendo 34.000 pacientes e encontrou indícios de “perda de memória a curto prazo, depressão e alterações de humor,” que tinham sidos deliberadamente subestimados pelas empresas farmacêuticas que financiaram a pesquisa.
Os pesquisadores advertem que “as estatinas só devem ser prescritas a pessoas com doenças do coração, ou que tenham sofrido a condição no passado. Os investigadores advertem que a menos que um paciente esteja em risco elevado de sofrer um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral, as estatinas podem causar mais mal do que bem. “
No entanto, apesar do fato de que as estatinas também tenham sido associadas a um risco maior de disfunção hepática, insuficiência renal aguda, cataratas e lesões musculares, as autoridades sanitárias têm pressionado para que a droga seja adicionada à água de abastecimento público, como parte de um programa de medicação em massa que não só é ilegal sem o consentimento, mas também ameaça a uma infinidade de consequências desconhecidas.
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