Saúde Sociedade

Em que profissão existem mais psicopatas?

Os traços de personalidade podem ser, paradoxalmente, uma vantagem e uma desvantagem no desempenho profissional de certas profissões. Veja em baixo o Top das profissões com mais e menos psicopatas.

Na psiquiatria moderna e talvez mesmo no saber empírico, o psicopata é um dos doentes mentais mais “atraente”, com todos os mecanismos para atingir o seu objectivo.

Normalmente o psicopata está associado a traços como pouca tolerância ao stress, falta de empatia, frieza emocional, egoísmo, superficialidade, manipulação, irresponsabilidade, impulsividade e comportamento anti-social, tais como parasitismo e a criminalidade.

Paradoxalmente, as estruturas do mundo possibilitam a que todos estes traços não sejam inteiramente negativos e até mesmo se revelem úteis em certos contextos (que, naturalmente, não significa que eles sejam bons em si mesmo, mas apenas que se possam tornar  úteis).

E assim acontece no caso de profissões que, de facto, beneficiam de características como a frieza emocional e manipulação para um melhor desempenho profissional.

Então, a partir do livro The Wisdom of Psychopaths: What Saints, Spies, and Serial Killers Can Teach Us About Success, de Kevin Dutton, oferecemos-vos o Top das profissões com mais e menos piscópatas entre os seus membros, duas listas curiosas que nos dão pistas sobre a natureza do trabalho de campo de cada uma.

Profissões com mais psicopatas:

1. CEO – (Directores Executivos)

2. Advogados

3. Apresentadores de rádio ou TV

4. Vendedores

5. Cirurgiões

6. Jornalistas

7. Polícias

8. Padres

9. Cozinheiros

10. Funcionário público

Profissões com menos psicopatas:

1. Auxiliares/prestadores de cuidados (Care Aide)

2. Enfermeiros

3. Terapeutas

4. Artesãos

5. Estilista

6. Voluntários

7. Professores

8. Artistas

9. Médicos

10. Contabilistas

Embora poucos procurem as origens biológicas e evolutivas da psicopatia, identificando-a como um mecanismo de defesa, vale a pena perguntar se este é um resultado do modelo de coexistência cruel que a humanidade construiu e promoveu historicamente, um “homo homini lupus” definido por Hobbes e de certa forma ainda vigente nos dias de hoje e que só com uma corrente civilizacional baseada na empatia, bondade e preocupação genuína e altruísta para com os outros, seja possível combater.

Fonte: Barking Up The Wrong Tree

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