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Jesus Cristo viveu no Japão!

Muitos registos afirmam que Jesus Cristo, durante os ‘anos perdidos’ vagueou pelo mundo, nomeadamente pelos Himalaias, China e Japão. Neste artigo focaremos unicamente a alegada presença de Jesus no Japão.

Rising-Son-Japan-Jesus-520Num planalto de um canto distante do Japão existe uma tumba de um ‘pastor’ itinerante que, há cerca de 2000 anos, ali assentou arraiais para cultivar alho. Ao que parece ter-se-á apaixonado por uma camponesa chamada Miyuko e terá tido uma família feliz de 3 filhos até ao dia da sua morte com 106 anos de vida. Na aldeia de Shingo é recordado como Daitenku Taro Jurai e alegadamente a maior parte do mundo conhece-o por Jesus Cristo.

De acordo com esta lenda indicia-se que Jesus de Nazaré, o Messias e milagreiro de uma das mais espalhadas religiões do mundo, não terá morrido na sua cruz do Calvário como é intuído pelas escrituras. Não seria a primeira vez que a ciência descobria falhas nas histórias bíblicas, e cremos não vir a ser a última, e se unirmos tudo com relatos agnósticos de que Cristo terá trocado de lugar com Simão de Cirene devido à sua aparência física durante a troca de carregamento da cruz até Gólgota ou da insistência de José de Arimateia junto de Pôncio Pilatos em reclamar para si o corpo do crucificado esta história não cai de todo descabida.
Na sua maioria os japoneses são maioritariamente xintoístas ou budistas, mas numa nação de 127.8 milhões ainda existe 1% que se identifica com o cristianismo. A aldeia de Shingo auto-intitula-se Kirisuto no Sato (terra de cristo) e possui inclusive um pequeno museu com o nome de Museu da Lenda de Cristo e as cerimónias que se dão periodicamente na área foram instituídas em 1964.
Em Shingo a lenda de Jesus Cristo conta que este ali chegou com a idade de 21 anos para estudar e aprender com os mestres locais e esta idade, bem como a altura em que foi, não se afasta muito da lacuna de 12 anos que encontramos no Novo Testamento (entre os 21 e os 33). Chegou pelo porto de Amanohashidate, mesmo ao lado da Baía de Miyazu e foi discípulo de um mestre do Monte Fuji, aprendendo a cultura oriental e a sua língua. Depois terá regressado à Judeia onde a história contada pára temporariamente. Sim, temporariamente…

Anos mais tarde terá voltado ao mesmo lugar e contara como havia sido consdenado à crucificação por heresia e desordem e como enganara os carrascos trocando de lugar com um tal de Isukiri. Para escapar à perseguição teria fugido pelas tundras siberianas com apenas duas recordações uma orelha de seu irmão e uma madeixa de cabelo de mulher (supostamente da mãe). A viagem durara 4 anos até conseguir boleia de Hachinohe para Shingo numa carroça de bois.
Chegado à aldeia ter-seá exilado adoptando uma nova identidade e criando uma nova (sim, nova) família. Ficou conhecido localmente pelos seus sermões e por ajudar os necessitados vestindo sempre uma toga (ao estilo da Judeia) cinzenta e um casaco de muitas pregas.Após a sua morte o seu corpo foi deixado numa colina durante quatro anos, mantendo as tradições locais da altura. Após este tempo os seus restos mortais foram depositados numa tumba (hoje encimada por uma grande cruz de madeira e rodeada por uma cerca).

Toda esta história parece mais saída de um filme barato do que da vida de tão importante personagem. Todavia é importante mencionar que o salvador de Shingo é ainda hoje relembrado vigorosamente e alguns costumes locais da época demarcavam-se do resto do Japão: os homens vestiam togas ou robes muito ao género dos descritos na Bíblia, as mulheres usavam véus e os bebés eram carregados em cestas de vime tal como era tradição na Terra Santa, não só usavam regularmente a estrela de David mas também as crianças eram cerimonialmente, como talismã de sorte, baptizadas com o desenho de uma cruz na testa feita com carvão. No supracitado museu salienta-se que o dialeto local contém palavras como aba ou gaga (mãe) e aya ou dada (pai) que são extremamente próximas às palavras hebraicas e existem vários estudiosos que mencionam o facto de que Shingo tivesse outrora sido um local de descendência das dez tribos perdidas de Israel.

Curiosamente, e como combustível para toda esta questão, em 2004 o embaixador israelita Eli Cohen visitou a tumba e ali deixou uma dedicatória em hebreu numa placa que honra os laços entre Shingo e Jerusalém.

A chave para este mistério todo está, aparentemente, num pergaminho que terá sido supostamente ditado pelo próprio perto da sua morte descoberto em 1936. Nesse manuscrito, descoberto por um sacerdote xintoísta, contam-se as aventuras de Daitenku Taro Jurai como Jesus Cristo na sua viagem da Judeia ao Japão e como se estabeleceu em Shingo até morrer.

Termino esta bizarra notícia lamentando que o manuscrito original tenha sido destruído durante a 2ª Guerra Mundial e algo espantado com o facto de Jesus ter vivido durante o período japonês Yayoi, uma era caracterizada pela rudimentaridade da civilização e raros escritos.

Fonte: Smithonian Online e Smithonian Today
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