Tecnologia

Armas de DNA poderão ser o futuro das forças de autoridade!

selectadna-high-velocity-pistol-400

selectadna-high-velocity-pistol-400Frequentemente os criminosos são apanhados devido ao DNA que deixam na cena do crime. Agora, a polícia pode começar a apanhar os criminosos disparando DNA contra os próprios suspeitos.

Esta técnica envolve o disparo de uma arma ao estilo ‘paintball’ com balas que em vez de tinta conterão DNA artificial. Projectada e construída pela SelectDNA, uma companhia britânica, promete revolucionar  o futuro dos agentes de autoridade.

O DNA reage fluorescendo quando exposto a luzes ultravioleta e com facilidade se conseguirão identificar suspeitos atingidos por esta inofensiva arma. Usar DNA permitirá aos agentes policiais identificar suspeitos que participaram em tumultos, multidões enlouquecidas ou outros eventos caóticos. Desta maneira a polícia poderá mais tarde identificar os perpetradores de um determinado crime.

Cada conjunto de balas terá o seu próprio DNA e uma assinatura própria e assim uma pessoa atingida durante um determinado evento não será confundida com atingidos de eventos distintos já que cada evento terá a sua própria assinatura de DNA.
É até possível identificar pessoas bastante tempo após serem atingidas já que a companhia afirma que este DNA fica marcado nas roupas por bem mais do que uma lavagem e na pele durante cerca de duas semanas. Já que o DNA não está ‘vivo’ não existe qualquer perigo de entrar em mutação e causar problemas de saúde ao atingido.

Esta etiquetagem por DNA já foi testada noutras áreas – nomeadamente na área militar etiquetando objectos ou detectando contrafacção de equipamentos electrónicos. A SelectDNA e outras companhias já produzem sprays anti-roubo à base de DNA para etiquetagem dos seus pertences mais valiosos de forma a identificá-los com uma simples luz ultravioleta e alguns negócios importantes já utilizam esta técnica com sprays que pulverizam um assaltante mal este comete alguma situação ilegal.

O uso destas armas levanta, no entanto, algumas questões. o marcador de DNA poderá ligar uma pessoa a um determinado evento mas não fará prova do que de facto essa pessoa estaria a fazer nessa altura. Assim, se um policial disparar uma dúzia de balas destas contra uma multidão será bastante possível que inocentes sejam igualmente marcados com a mesma técnica.
E depois vem a questão de prender pessoas que participam em protestos, aos quais têm todo o direito. Certamente os governos poderão usar esta nova arma em situações menos legais ou éticas, apenas com o intuito de futura identificação.

 

Fonte: SelectDNA

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