Saúde

O que acontece ao consumir alimentos processados em micro-ondas?

microwaved-foodO uso de aparelhos de Microondas nas residências é já comum e são encontrados na maioria dos lares actuais. No entanto, os perigos já estão bem documentados. Há alguns anos sabemos que a maior preocupação das pessoas com relação ao microondas não é a radiação e sim, como corrompe a molécula de DNA do alimento, de maneira que o corpo não consegue reconhecê-lo como um alimento.

O microondas não funciona de maneira diferente para diferentes substâncias. Tudo o que coloca no microondas sofre o mesmo processo destrutivo. O microondas agita as moléculas para se moverem mais rápido e mais rapidamente. Este movimento causa fricção que altera a natureza, deturpando a composição original da substância. Isso resulta na destruição de vitaminas, minerais, proteínas, gerando uma nova substância chamada de compostos radiolíticos, coisas que não são encontradas na natureza.

Assim, o corpo fracciona essas substâncias em células de gordura para se proteger do alimento morto ou na busca de eliminá-lo rapidamente.

Um estudo suíço liderado pelo biólogo e cientista alimentar Dr. Hans Hertel identificou os efeitos dos alimentos submetidos aos microondas. Durante oito semanas, oito pessoas vivendo num ambiente controlado e de forma intermitente comeram alimentação vegetariana (alimentos crus), alimentos cozidos convencionalmente e alimentos submetidos ao microondas. Amostras de sangue foram testadas após cada refeição. As comidas ingeridas do microondas causaram mudanças significativas na química do sangue.

Outro estudo da Universidade de Stanford investigou os efeitos de microondas no leite materno. Um dos cientistas principais disse: “Colocar o leite humano no microondas, mesmo num nível baixo, pode destruir algumas das importantes capacidades de combate a doença.” Eles alegaram que além de aquecimento, houve muitas outras alterações preocupantes no leite. Pense em todas as mães aquecendo leite nesses aparelhos, considerados “seguros” pelos fabricantes.

No início de 1991, um processo foi aberto contra um hospital de Oklahoma depois que um paciente morreu ao receber sangue  aquecido num forno de microondas.

Na Rússia, fornos de microondas foram proibidos em 1976 por causa de seu efeito negativo sobre a saúde e o bem-estar alegando:

  • Comer alimentos processados a partir de um forno de microondas provoca danos cerebrais permanentes por “curto-circuito” nos impulsos elétricos no cérebro.
  • Produção das hormonas masculinas e femininas diminuem e/ou alteram pela contínua ingestão de alimentos cozidos com microondas.
  • Os minerais, vitaminas e nutrientes de todo alimento confeccionado com microondas são reduzidos ou alterados de modo que o corpo humano retém pouco ou nenhum benefício.
  • Os minerais presentes nas verduras são alterados em radicais livres cancerígenos quando cozidos em fornos de microondas.
  • Os alimentos feitos com microondas causam no estômago e intestinos tumores cancerígenos.
  • A ingestão prolongada de alimentos do microondas faz com que células cancerosas aumentem no sangue humano.
  • A contínua ingestão de alimentos tratados com microondas baixa a resposta do sistema imunológico.
  • Comer alimentos de microondas causa perda de memória, concentração, instabilidade emocional e diminuição da inteligência.
  • Alimentos submetidos ao microondas causam alterações em substâncias alimentares simples provocando desordens digestivas.
  • Os alimentos feitos com microondas perdem de 60% a 90% do campo de energia vital e o microondas acelera a desintegração estrutural dos alimentos.
  • Os alimentos feitos com microondas diminuem a capacidade do organismo de utilizar vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e lipotrópicos.

(uso de microondas reposto em 1989 por Gorbachev)

Faça a sua própria experiência e tire conclusões por si!

Faça você mesmo a sua própria experiência em sua casa para compreender os perigos do microondas. Plante sementes em dois vasos diferentes. Este foi um projecto de feira de ciências apresentado por uma menina numa escola secundária em Sussex. Ela pegou água filtrada e dividiu em duas partes. A primeira parte ela aqueceu até ferver numa panela sobre o fogão, e a segunda parte ela aqueceu até ferver no microondas. Em seguida, após o esfriamento ela usou a água para aguar duas plantas idênticas, para ver se haveria alguma diferença no crescimento entre a águas fervidas no fogão e no microondas. Ela pensou que talvez a estrutura ou a energia da água pudesse ser comprometida pelo microondas.  Após o resultado do experimento, até ela ficou espantada com a diferença… veja as imagens que apresentam o primeiro dia, o terceiro dia, o quinto dia, o sétimo dia e o nono dia!

day1-2 day5-2 day7-2 day9-2

 

Se a água no microondas pode parar o crescimento de plantas, então imagine o que os alimentos preparados com microondas está a provocar ao seu corpo e aos corpos de quem ama…

Fonte: http://wildalchemist.ning.com/ e www.naturalnews.com

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    Quantos leitores já reproduziram o experimento?

  • Isabel Pereira DaSilva Cocolic

    Uso o forno Microondas somente pra aquecer alimentos prontos do modo convencional.

  • José Leote Paixão

    Estes artigos com aparência de credibilidade são sempre uma estupefação. Se fizessem a experiência com água fervida (no fogão) em vez de água do microondas o resultado seria idêntico. Enfim, disparates…

    • Se calhar além de controlar os seus ímpetos de raiva e crítica gratuita deveria aprender a ler também… assim notaria que ambas as águas usadas eram fervidas, uma no fogão e outra no micro-ondas. Enfim, disparates de quem só quer criticar…

      • José Leote Paixão

        Antes de mais agradeço a correção efetuada. Efetivamente uma leitura na diagonal da pseudo-experiência e do conteúdo pseudo-científico do artigo, associado à pressa do início de um dia de trabalho levou a que não me expressasse de forma correta. Habitualmente não me preocupo com estas idiotices que circulam na net (chamadas de “virais”) e que normalmente são como os boatos: à força de tanto repetidos… assumem a característica da verdade, que realmente não possuem. Abro agora uma exceção (claro está cheio de raiva, de crítica gratuita e sem saber ler, mas vou tentar!!!) para comentar este.

        O artigo em causa tem circulado pela net, mais ou menos trabalhado (aqui até com a parte do sangue!), desde 2006. Base científica? Nenhuma! Senão vejamos:

        1. A experiência da criancinha para um trabalho da escola: aqui temos uma criança do 6.º ano (portanto à volta dos 11 anos de idade) realizou uma experiência para um trabalho, sem qualquer controle ou rigor científico e é aqui apresentado como “provando” uma ideia que, claro está, quem escreveu o artigo queria ver passada. Por outro lado, a experiência surgiu na página Microwaved Water and Plants (http://www.execonn.com/sf/ ), que relata precisamente a experiência realizada para uma feira de ciências em 2006. A página foi criada em homenagem à neta e o avô ou avó afirma o que todos já sabiam: “Foi um simples projeto para feira de ciências e não mais do que isso…”. Portanto, como trabalho escolar certamente a netinha obteve uma boa nota, deixou os avós orgulhosos, mas isso não significa que tenha sido uma experiência científica, como é aliás reconhecido no texto contido na própria página: “this was a simple 6th grade science fair project, and was never intended to be anything more than that”, ou seja: “este foi um mero projeto para a feira de ciência do 6.º ano e nunca foi intenção que fosse algo mais do que isso”.

        É que um trabalho para a feira de ciências elaborado por uma estudante à volta de 11 anos, não pode ser considerado trabalho científico. Ela colocou duas plantas em dois vasos diferentes. Regou um dos vasos com água do microondas e o outro com “água purificada”. Uma planta morreu. A outra sobreviveu. Ponto final.
        O número de casos estudados não é significativo e nada se pode concluir. Dizer, a partir daí, que se a planta do microondas morreu, então o microondas mata os alimentos ou as pessoas é uma generalização abusiva.

        2. O estudo liderado pelo Dr. Hans Hertel. Conhecem-no? Já ouviram falar dos seus brilhantes estudos e trabalhos? Não? Bem me queria parecer! Antes de mais uma primeira correção “biólogo e cientista alimentar” está errado, o senhor era simplesmente um químico alimentar… mas e que fez este tal de Dr. Hans Hertel? Bom, fechou-se ELE e mais sete amigos (DELE), todos vegetarianos fecharam-se num hotel, durante dois meses, em finais dos anos 80 do século passado. Enquanto fechados no hotel, consumiram leite e vegetais preparados num microondas e por outros processos. Pondo em causa as mais elementares regras de qualquer experiência científica o autor da experiência foi também objeto da mesma, o que lhe retira qualquer objetividade e rigor científico e, para cúmulo, os restantes elementos eram amigos do primeiro. Depois disto, Hertel apareceu com uma conclusão impressionante: beber leite e comer vegetais cozinhados no microondas causou alterações no sangue dos elementos participantes no estudo que “pareciam indicar o estádio inicial de um processo patológico tal como acontece no início de uma condição cancerígena.” De facto, Hertel não descobriu que a comida confecionada no microondas causava cancro. O seu “estudo” nunca foi repetido por mais ninguém (de tão estapafúrdio que é), nunca passou numa comissão de revisão por pares seus e jamais foi publicado em qualquer jornal científico (autêntico!). Desde então que nunca mais ninguém ouviu falar do “famoso” Hertel!!!

        3. O sangue, a operação e o hospital. Pelo menos aqui já houve um progresso: o caso já não é no Canadá, pois o caso ocorreu em Tulsa, Oklahoma, Estados Unidos, não em 1991 como referido, mas a 8 de novembro de 1989. Mas leiamos o que diz o processo [Case Number: 83555 (http://www.oscn.net/applications/oscn/DeliverDocument.asp?CiteID=4387)]: “Norma Levitt morreu na mesa de cirurgia do Hillcrest Medical Center, em Tulsa, Oklahoma, em 08 de novembro de 1989, após uma cirurgia… Enfermeira aplicou em Norma Levitt transfusão do próprio sangue da paciente, previamente aquecido num forno microondas… Os advogados da família da vítima alegaram que a morte foi decorrente da forma de aquecimento do sangue. Os réus alegaram que a morte foi decorrente de um coágulo de sangue…” e processaram o hospital pedindo uma indemnização de trinta milhões de dólares. Pela leitura do processo, verifica-se que não receberam tal indemnização, pois o tribunal não lhes deu razão. Ainda que a morte de Norma Levitt (73 anos) tenha sido consequência do procedimento usado para aquecer o sangue nada assegura que comida aquecida ou preparada no microondas venha a produzir mortes.

        4. 1976, os microondas e a Rússia. De facto, o microondas foi banido da União Soviética, não da Rússia (que somente apareceria, de forma autónoma, a partir de 1991) em 1976 e não pelas razões idiotas elencadas (baseadas nas suposições de um senhor chamado Kopp), mas por ser uma manifestação do capitalismo. Porém regressou depois da perestroyka, em 1985. Portanto, desde essa altura que os nossos amigos russos ficaram bem mais felizes por usarem novamente o microondas!!!

        E assim se formam esta e as demais idiotices, ditas virais, que por aqui andam na net: 1º. um facto real; 2º. uma apreciação superficial; 3º. uma conclusão construída a partir das ideias ou preconceitos já existentes na mente de quem formou a lenda.

        Quanto aos microondas, afirma o cientista alimentar Dr. Barry Swanson (http://www.zoominfo.com/p/Barry-Swanson/120238262) da Washington State University em Pullman, nos Estados Unidos “Atualmente, o microondas retém mais nutrientes do que outras formas de cozinhar alimentos, desde que não usemos água em excesso e não sobrecozinhemos a comida.”

        Quanto ao cancro e ao microondas afirma o Dr. Lawrence Livermore’s Jim Felton, diretor associado para o controle do cancro no Centro de Cancro da Universidade da California “Honestamente não posso afirmar ter alguma vez visto um estudo científico válido que nos tenha dado razões de que a comida cozinhada no microondas possa causar o cancro.” “De facto, a minha pesquisa sugere precisamente o oposto.”

        Pronto, mesmo sem saber ler, cheio de raiva e crítica gratuita aqui deixo a reposição da verdade sobre este artigo e para a necessidade de um maior escrutínio por parte dos responsáveis sobre as matérias publicadas, pois “nem tudo o que luz é ouro”.

        • Ricardo Berti

          Parabéns José L. P.! Nada mais a dizer além disto. O método científico está aí exatamente para isto. O valor do artigo ainda existe como fonte de informação, mas leva pessoas de menos conhecimento científico ao pânico desnecessário. José L P. suas colocação foram as que todos deveriam ter, no lugar de apenas acreditar em tudo que se lê!

        • Manoel da Nóbrega

          De tudo o que você escreveu, atrevo-me a “corrigir” apenas a última frase: “Nem tudo que reluz é ouro”. No mais, parabéns pela resposta!

          • Luis Filipe Tavares

            concordo plenamente

        • Dulce Cabete

          Obrigada. Eu sou investigadora e tenho por hábito, sempre que recebo este tipo de coisas, fazer (como você fez) a verificação da informação antes de fazer seguir adiante… a ingenuidade com que as pessoas aceitam aquilo que parece científico é tão perigosa como quem gera pseudo-informação.

        • Myknapik

          Muito interessante e informação bem colocada, apesar de toda a raiva.

        • Bons Filmes

          Estou apaixonada por si Jose Leote! Bravo, soube responder de forma bastante esclarecedora!

        • Ciro Longobardi

          a resposta foi tão completa que quem a pediu ficou sem qq argumento válido

          • Não pedimos resposta caro «l’agent provocateur» simplesmente alertamos para o exagero de ímpeto. A resposta (que nem lemos) é bem vinda, se educada e controlada, e deveria ser enviada às fontes.
            No seu caso provavelmente em vez de «cutucar onça» poderia ler a resposta de novo e fazer um resumo… era bem mais útil!

        • Adriana Mendes

          Então você atesta a veracidade do experimento da menina do 6º ano;
          a veracidade do caso da transfusão de sangue;
          a veracidade da proibição do uso do aparelho na Rússia (ainda que tenha durado ‘apenas’ até ceder ao capitalismo);
          a veracidade do estudo de Hans,
          e mesmo assim, discorda das conclusões por considerar esta uma postagem “viral”?
          Hmmm… interessante!…

      • José Leote Paixão

        Partindo do pressuposto que este é um espaço livre, solicito me informem o que aconteceu à resposta que aqui coloquei, que foi disponibilizada e que agora não aparece.

        • Antes de mais obrigado pela sua participação. Mas salientamos que o PortugalMundial não é um ‘espaço livre’ onde quem quiser pode simplesmente ventilar as suas raivas e frustrações.
          É um portal com pessoas por trás que ‘trabalham’ de forma gratuita e voluntária mas que pagam (e não é pouco) pela sua manutenção, monitorização e existência online. Assim, TODOS os comentários que possuam determinadas características que nós decidimos (links, calão, imagens, vídeos, etc) necessitam de aprovação antes de serem publicados. O seu provavelmente está enterrado nos muitos que aguardam aprovação e caso possua um tom de discussão saudável será aceite e publicado certamente.

          • godsson

            Salvo alguns erros de vernáculo, achei interessante o debate!!! Parabéns a todos !!!

    • Jorginho

      Como alguém já o disse e muito bem, há pessoas que se antes de criticarem, lessem atentamente o artigo, com toda a certeza já não diziam tantos disparates!!

    • roberto

      Mas, foi o que ela fez, uma água fervida no fogão e outra no micro-ondas

  • Rodrigo Castro

    Acho q se isso fosse verdade não teriamos 7 bilhoes de pessoas no mundo.

    • M Sousa

      Mas em 100 anos a incidência de cancro subiu drasticamente , graças à industrialização , aquisição de novos hábitos , modificação do DNA dos ingredientes (como visto na batata pelos EUA) , dantes podia-se usar a propria semente da batata para plantar mais , agora é preciso importar sementes de fora .
      Terá a ver com a radiação causada pelos computadores , telemóveis e micro-ondas e todas as novas formas de radiação ?
      Ou terá a ver com a poluição / alimentação ? Não podemos é negar o facto que pelo menos aqui em Portugal há 100 e tal anos quase não havia cancro sequer e actualmente morrem milhares de pessoas com cancro .
      Nem 8 nem 80 , não podemos rejeitar tudo mas tb não podemos aceitar tudo cegamente

      • Há cento e tal anos também não havia os registos que há hoje, portanto levanto a questão: será que não morria tanta gente (ou mais?) quanto hoje e nós é que não sabemos por não haver registos?

        E a quantidade de coisas que se fazia antigamente que hoje se sabe serem altamente prejudiciais mas que ainda há 30 anos se pensava serem perfeitamente normais?

        O meu avô faleceu vítima de um cancro intestinal porque durante toda a vida trabalhou com materiais, que hoje se sabem ser altamente carcinogénicos, mas na altura era normalíssimo e toda a gente o fazia.

        Essa última frase do “não podemos rejeitar tudo mas tb não podemos aceitar tudo cegamente” é tão falaciosa que até me dá vontade de partir alguma coisa, dada a quantidade de gente que insiste em usar argumentos semelhantes. É à conta disso que proliferam as mentalidades cegas.

        Nem 8 nem 80, sem dúvida, mas o que me parece que lhe falta ver é que esse meio-termos que quer apregoar é precisamente o rejeitar coisas que não fazem sentido. E se tiver um mínimo de conhecimento de ciências básicas, saberá que este artigo não faz sentido nenhum.

        • Junior Capitanio

          antigamente nao havia cancer, mas o que morria de gente de “nó nas tripas” era fora de sério.

  • Jaime Brusque

    É lamentável, que, após estudos os biologos comprovarem como é prejudicial a saude este tipo de preparo dos alimentos, e, o pior é que pessoas que não aceitam estes resultados, infelizmente são pessoas que já estão marcando uma consulta com um médico e não sabem, pois mais cedo ou mais tarde terão que passar por hospitais e cirurcias ou passar a tomar remédios diarios por não teram acreditado nas pesquisas. Jaime Brusque

  • Rodrigo Suriani

    E microondas não foram banidos da Rússia (pelo contrário): 🙂
    http://price.ru/home-appliances/kitchen/microwave-oven/

    • Leia o que lá está… banidos em 1976 (tem uma nota abaixo das alegações)

    • Kairo Fox

      Tentaram banir amigo, mais o capitalismo fala mais alto. e para eles que se foda saúde.

  • José Lucena

    Boa Postagem!! eu já pesquisei muito sobre o mal que causa a saúde as comidas que passam pelo microondas, Parabéns por divulgar esse tema de extrema importância !! 🙂

    • Mana Mohini Devi Dasi

      Isso tudo é porque a maioria que respondeu come alimentos de microondas, caso contrário, não ficariam tão abismados. É claro que televisão, rádio, microondas, computador fazem mal à saúde, basta aceitar isso. Como se a tecnologia gerasse QUALIDADE de vida, sabemos que não gera qualidade nenhuma, ao passo que a praticidade e comodismo ganham vez. Lógico que se o produto evoluiu tecnologicamente, não evoluiu em qualidade, isso é ÓBVIO.

      • Kairo Fox

        Verdade.! Se o produto evoluiu tecnologicamente, não foi por qualidade mas pela necessidade de lucra com o mesmo, e juntar o útil com o agradável, aproveitando reduzindo a população mundial com mais doenças, e outros que o uso do microondas trás.

  • alek nz

    cara comer alimentos do micro ondas faz mal e mto mal a saude….mesma coisa que vc com um iphone na orelha passando toda aquelas ondas magneticas pela cabeça e por ai vai……..

  • elvis

    queridos amigos estou muito asustado com isso,pois uso o microondas para ferver aqua e tomar com remedio ,e ja faz mas de 5 messes .fiquei perocupado agora sera que estou me matando por dentro,~alguem poderia me dar uma luz.porfavor.

  • Guest

    Nada é linear, mas uma hora ou outra o projeto de micro-ondas irá trazer sim grandes problemas, e mais: o dinamismo que produto causa na vida das pessoas valem mais que a verdade. Ninguém quer perder tempo na cozinha… Se um alimento pode ser cozido em ‘5min, sendo o normal em 30min’. Então não creio que hão de parar o uso. Não precisa parar, mas a verdade foi dita, só isto e a elevação do surgimento de câncer tem sido elevado, ainda tem do agrotóxicos nos vegetais temos, poluição no meio ambiente/ar, etc. Além deste processo que o micro-ondas faz e tem feito. É um fato! Usar é uma escolha. O uso é novo, mas dentro de alguns anos esses testes, não serão mais uma piada de internet.

    Lembre-se: o uso é uma escolha. E a verdade: tem sido dita.

    O capitalismo não deixará cair no marketing pesado e mundial, o grande erro que é a utilização do micro-ondas.

    Lembre-se: o uso é uma escolha. E a verdade: tem sido dita. Então é melhor enganar o povo e vender. Depois é só mandar para os hospitais para fazer tratamento. Afinal nem todos que tem C.A é hereditário… E nem todo mundo no mundo usa micro-ondas, como eu. É uma escolha. Eu respeito que usa, mas não espero o mesmo.

    Os resultados que querem saber para acreditar que devem parar, só em algumas décadas estão prontas e principalmente entre cobaias residenciais…

    A gente não engole do quem do: celular, tv, etc, mas quanto o micro ondas sim.

  • Tio Patinhas

    Foda-se

  • Lilian Candido

    Muito inteligente ferver a água no microondas, realmente….

  • Carlos Luiz Botelho

    Entendo que não há o menor fundamento científico no que foi citado neste texto. Agora se observarmos as normas, há um limite de exposição a radiação de micro ondas que segundo o Inmetro que utiliza a norma internacional, como base para realização dos ensaios, que estabelece como nível máximo de exposição às microondas até 5 miliwatts por centímetro quadrado como seguro para os usuários. O Inmetro realizou testes em aparelhos de microndas como podemos constatar através do link: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos/microondas.asp onde no requisito ligado a fuga de microondas, que é o que apresenta maior criticidade, “das nove marcas analisadas, a amostra de uma das marcas foi considerada não conforme por apresentar valores de vazamento de radiação até duas vezes maiòr que o máximo permitido pela norma. Na segunda amostra analisada, o nível de vazamento encontrado estava dentro dos limites permitidos em norma.” e concluiram “A conclusão, em relação a esta amostra, é que houve deficiência em termos de Controle de Qualidade, na medida que liberou produto em desacordo com a norma, em requisito critico em termos de segurança.” Como podemos constatar, há mais risco com a radiação que pode vazar de aparelhos mau construidos do que nas modificações que ela possa realizar nos alimentos.

  • Elir Domingo Girtardi

    E onde fica a ANVISA, a respeito do assunto. A AGÊNCIA oficial não deveria fazer as análises e notificar o País para preservar a população e evitar gastos com tratamentos que poderão ser apenas dispendiosos e insólitos. Todo o mal deve ser cortado pela RAÍZ, sob pena de pagarmos um preço muito caro no futuro.

  • Amélia Cardoso

    Sempre tive relutância de usar microondas e portanto nunca o usei.

  • Paulo Steven

    Se na Rússia dizem que microondas é ruim, deve ser bom.

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