Polémico Saúde

Os cinco venenos mais usados a evitar nos nossos alimentos

Alimentos geneticamente modificados e Aspartame já são monstros maus conhecidos pela nossa comunidade do Portugal Mundial, mas não nos podemos esquecer do Xarope de Milho com alto teor de frutose, as gorduras trans e o glutamato monossódico.

Debates científicos continuam a causar estragos na reputação dos aditivos alimentares. Muitos dizem que eles não representam uma ameaça, especialmente aqueles que estão por detrás destas indústrias milionárias, enquanto outros citam evidências do contrário apoiados em estudos que a comunidade tende a criticar por comodismo. Decidimos listar os cinco mais polémicos aditivos alimentares dos Estados Unidos e que estão a contribuir para uma degradação alucinante da qualidade de vida, incidências cancerígenas e obesidade, para que possa tirar as suas conclusões e começar a ler rótulos do que compra para evitar entrar no precipício.

1. Glutamato monossódico (MSG)

O MSG é um aditivo utilizado para dar melhor sabor aos alimentos, é encontrado em produtos de snack-bar, fast-foods multinacionais, fast food chinês, esparguetes e massas instantâneas e uma variedade de outros alimentos. A sua utilização tem sido controversa desde 1960, quando as pessoas se queixaram de dores de cabeça, dor no peito, sudorese e uma variedade de outros sintomas após a ingestão deste produto. De acordo com a revista científica Yale, descobriu-se efeitos realmente negativos. No entanto, parece que uma minoria da população não tem nenhum destes sintomas ao ingerir MSG. Os antigos romanos, gregos, bizantinos e chineses também usaram uma variante de MSG, menos industrializada mas registos afirmam que tinha iguais consequências.

2. Xarope de milho com alto teor de frutose

CornSyrup-300x250.300wide.250highFeito sempre a partir do milho geneticamente modificado, este substituto do açúcar é encontrado em quase todos os refrigerantes e diversos doces no mundo. Este tipo de açúcar artificial não existe naturalmente e é 20 a 70% mais barato do que o açúcar. No entanto, de acordo com o Global Healing Center, traz grandes riscos de hipertensão, diabetes tipo 2, problemas no fígado e exposição ao mercúrio. Este centro também citou um estudo realizado pela Universidade de Princeton no qual descobriram que os ratos que consumiram esse xarope ganharam gordura 300% mais rápido do que aqueles que comeram o açúcar da fruta.

3. Gorduras trans

gordura_transA gordura poli-insaturada que ocorre na natureza é produzida artificialmente em escala comercial e utilizada em salgados, bolos, biscoitos e batatas fritas. Houve muita polémica durante a mania fat-free na década de 1980-1990, quando se tentou utilizá-la em alimentos com baixo teor de gordura.

No corpo, a gordura trans age da mesma maneira que a gordura saturada e pode ser ainda pior do que esta, reduzindo o colesterol bom e aumentando o colesterol nefasto. Surgiram ainda mais controvérsias quando a Food and Drug Administration (FDA) permitiu a omissão da rotulagem de gordura trans nas embalagens dos alimentos, quando o produto continha menos de meio grama por porção, segundo a NBC.

Para evitar as gorduras trans, exclua os produtos que apresentam, entre os ingredientes, óleo vegetal parcialmente hidrogenado por exemplo

4. Organismos Geneticamente Modificados (OGM)

De acordo com a Fox News, os cultivos transgénicos OGM têm se mantido no mercado desde 1995 e são: milho, soja, algodão e canola, chamados os “quatro grandes”. Além disso, a Fox citou uma pesquisa feita sobre o consumo de OGM por diferentes animais, que apresentaram problemas no intestino, pulmão, rins e fígado, e inflamação do cólon. Os lobbies anti OGM travaram uma batalha perdida à partida nos Estados Unidos para conseguir que os OGMs sejam rotulados nas embalagens dos alimentos. Felizmente para nós a União Europeia exige a rotulagem dos OGMs (o que não quer dizer que seja feita).

Confira aqui mais sobre os OGM: OGM NUNCA! O perigo iminente…

10.13aspartame5. Aspartame

Ele é encontrado na maioria dos refrigerantes diet e light, nas gomas e num sem número de bebidas como tisanas, etc. Substituto do açúcar e adoçante artificial, foi criado a partir de um produto químico tóxico e apressadamente aprovado pela Food and Drug Administration (FDA). O aspartame foi descoberto acidentalmente em 1966, quando um cientista lambeu os dedos depois de ter tocado acidentalmente num produto químico derramado de uma garrafa, de acordo com a FDA.

A polémica é sobre a aprovação da FDA, apesar de seus efeitos tóxicos constatados. De acordo com uma carta escrita à FDA pelo Centro de Informações da Toxicidade do Aspartame, o produto tem vários efeitos colaterais negativos. Na década de 1970,  foram feitos testes em filhotes de macaco, e dos sete que consumiram aspartame no leite, cinco tiveram convulsões. Outro teste concluiu que o produto causou dano cerebral em ratos de laboratório. Em defesa da FDA, a carta dizia que alguns destes efeitos foram mantidos de propósito pela FDA até serem aprovados.

Confira aqui mais sobre o Aspartame:

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