Polémico Sociedade

O Mapa Mundi – a mentira a que já nos habituamos!

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A grande maioria das pessoas não faz a mínima ideia que a forma visual que tem do mundo e dos seus territórios e mapas está completamente errada e manipulada. Muitos alegam ter-se tratado de uma ‘necessidade’ lógica para permitir facilidade de visualização, mas outros esfregam na cara da sociedade que esta mentira é propositada para diminuir o poder aparente do hemisfério sul e dar destaque ao grande ocidente controlador no eixo EUA/Europa.

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O mapa acima é baseado na projecção Mercator e é o Mapa do Mundo aceite e distribuído, mais do que isso é o mapa utilizado para ensinar os habitantes do globo de uma forma completamente errada salientando pontos completamente errados e levando a conclusões defeituosas da percepção do planeta.

A projecção de Mercator foi apresentada em 1569 pelo cosmógrafo e cartógrafo flamengo Gerard de Kremer ou Cremer (em latim, Gerardus Mercator), através de um grande planisfério medindo 250cm x 128cm, constituído por dezoito folhas, impressas separadamente. Tal como em todas as projecções cilíndricas, os meridianos e paralelos são representados por segmentos de recta perpendiculares entre si, e os meridianos são paralelos. Essa geometria faz com que a superfície da Terra seja deformada na direcção leste-oeste, tanto mais quanto maior for a latitude.

413px-Usgs_map_mercator.svgNa projecção de Mercator, o espaço geográfico entre os meridianos adjacentes aumenta com a longitude, de modo que a deformação (na direcção sul-leste) é acompanhada por idêntica deformação na direcção norte-sul. Como consequência, a escala do projecto aumenta também com a latitude, tornando-se infinita nos pólos, o que impede a sua representação. Tratando-se de uma projecção conforme, a escala não varia com a direcção e os ângulos são conservados em torno de todos os pontos. Em particular, as áreas são fortemente afectadas, transmitindo uma imagem irreal da geometria do planeta.

Por exemplo, a Gronelândia é representada com uma área idêntica à da África, embora ela seja, na realidade, muito menor e a este fenómeno cartográfico chamou-se o ‘Problema Gronelândia’. Não será difícil ver o quão conveniente é este ‘problema’ onde de forma psicológica e subliminar as áreas de dominação colonial aparecem francamente reduzidas comparando com as áreas de poder dominante (Europa). Tudo isto permite dar uma imagem do mundo onde a Europa é o centro e parece bem maior do que na realidade é. Este eurocentrismo cartográfico acaba por beneficiar indirectamente a posição americana perante o mundo de igual forma.

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Sabia que na realidade o hemisfério norte possui 18.9 milhões de milhas quadradas enquanto o hemisfério sul possui 38.6 milhões de milhas quadradas? Compare com a realidade cartográfica que conhece à esquerda!

 

 

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Sabia que a Europa possui apenas 3.8 milhões de milhas quadradas enquanto a América do Sul chega aos 7 milhões de milhas quadradas? Consegue ver que o continente Sul Americano é duas vezes maior do que a Europa no seu mapa?

 

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Compare agora a ex-União Soviética com o continente Africano e veja se o seu mapa consegue demonstrar a realidade: a África possui 11.6 milhões de milhas quadradas e a ex-USSR possui apenas 8.7 milhões de milhas quadradas…

 

bwmap4Como curiosidade compare os reais 3.7 milhões de milhas quadradas da China emergente com os diminutos 0.8 milhões de milhas quadradas da Gronelândia neste mapa à direita aceite como correcto.

 

 

O nome e as explicações fornecidas por Mercator no seu planisfério Nova et Aucta Orbis Terrae Descriptio ad Usum Navigatium Emendate (“Nova e aumentada descrição da Terra, corrigida para uso em navegação”) mostram que este foi expressamente concebido para uso da navegação marítima. Embora o método de construção não seja conhecido, é provável que Mercator tenha utilizado um processo gráfico, transferindo alguns segmentos de loxodromia, previamente marcados num globo, para um círculo geográfico, e ajustando posteriormente o espaçamento entre paralelos de modo a que aqueles segmentos fossem representados por segmentos de recta. A projecção de Mercator constituiu um notável progresso na cartografia náutica do século XVI. Contudo, pode ter surgido antes de tempo, já que as limitações inerentes aos métodos de navegação então praticados impediam o seu uso efectivo. Dois problemas principais concorriam para tal: a impossibilidade de determinar a longitude no mar e o fato de se continuar a utilizar as direcções magnéticas indicadas pela bússola, em vez de usar as direcções geográficas. Só em meados do século XVIII, após a invenção do cronómetro marítimo (que possibilitou a determinação da longitude no mar) e o conhecimento da distribuição espacial da declinação magnética à superfície da Terra, a projecção de Mercator foi definitivamente adoptada pelos navegadores.

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Eis acima a Projecção Peter, que apresenta os tamanhos reais, as distâncias reais e que se fosse ensinado daria uma imagem completamente diferente do mundo aos estudantes. Esta projecção consegue mostrar todas as áreas de acordo com o seu tamanho real fornecendo comparações reais num eixo real. Aqui todas as linhas norte-sul são verticais possibilitando que os pontos geográficos possam ser precisos em relação directa. De igual forma as linhas este-oeste são paralelas e o relacionamento de qualquer ponto nesse mapa e a sua distância do equador real permite determinar distâncias com exactidão.

Com este realismo poderemos com facilidade atribuir justiça às nações e aos povos do globo, em especial neste complexo e interdependente mundo em que vivemos nos dias de hoje. As missões de ajuda internacional utilizam já a Projecção Peter, servindo para mostrar a verdadeira dimensão dos países emergentes. Além deles, a Projecção Peter, é já usada por muitas organizações mundiais mas continua no segredo dos deuses para o público em geral. E porquê?

Experimente 'brincar' com o mapa mercator interactivamente

 

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Vídeo da Série Televisiva de sucesso: “The West Wing” Season 2 Episodio 16

ACTUALIZAÇÃO (30/9/2014)
Experimenteo seguinte vídeo que versa a nossa limitação visual e que cobre este problema do mapa de forma muito completa! (em inglês)

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Fonte: Peters Map, Wikipedia, outros

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    Muito interessante. Toda projeção é falha, pois tenta transpor para o plano o que é tridimensional, mas assim mesmo, há algumas que são mais realistas que outras.
  • Margarida Costa
    aqui uma lista, com “números”, consoante o tamanho dos países
    prefiro como está em Português, embora deteste ver como está escito o nome Egipto (enfim..) pois tem duas ou mais formas de ver os EUA, em termos de tamanho em relação à China e Brasil, por exemplo.

    http://simple.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_area

    http://simple.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_area

    • Emanuel Ferraz
      LINK REPETIDO
  • Luís Carvalho
    Tretas. Que se volte à máxima “Não é o tamanho que interessa, mas sim que se faz com ele.”. Agora são os países com áreas maiores que dominam? Ou serão as pessoas, pequenas ou grandes, que fazem a diferença? Não será antes o clima, a posição geográfica, o acesso a (e boa utilização de) recursos – como rotas marítimas – e também a evolução tecnológica e a autonomia que terão maior impacto no sucesso de um país? Dinamarca e Suécia – áreas distintas, mesmo sucesso; Nova Zelândia e Canadá, mais dois exemplos.. E escusado será dizer que muitos países pequenos e com populações moderadas beneficiam de ter uma dinâmica social e governamental muito mais expedita – mas há excepções! Como p.e. o nosso querido Portugal… Enfim, não compro esta “tese”. Há de facto uma injustiça ENORME para com muitos países do continente Africano e Sul-americano, mas na minha opinião isto que li é um conspiracionismo.
    • http://portugalmundial.com/ Portugal Mundial
      Tem a certeza que leu o artigo? aonde viu ‘conspiracionismo’? Trata-se de realismo científico, matemática, representação cartográfica… a julgar pelo seu comentário nem sequer leu, mas obrigado por vir ler as letras grandes 😉
      • Luís Carvalho
        Li o artigo sim :) e fiz questão de o ler duas vezes! E a seguir ainda fui confirmar factos e investigar mais a fundo. Mas sei que há quem não faça nada disto e comente logo de seguida, ou seja, quem assuma algo e use ideias pré-concebidas! De certo já se deparou com comentadores assim..
        Entenda-se que o que escrevo é apenas uma opinião sobre um artigo que expõe alguns factos – mesmo usando a palavra ‘mentira’, que reflecte já uma opinião (e que por si só é parcial..). Por conspiracionismo entendo o formular de teses que se baseiam na interpretação de factos como algo pertencente a um plano maior, particularmente com o fim de causar mal a alguém, a um colectivo. Ora.. eu achar que um artigo que expõe uma técnica de mapeamento (de…1569), necessária e útil no seu tempo, como um instrumento de propaganda, e eu classificar essa exposição como um conspiracionismo, está totalmente dentro do que é a minha opinião. Por fim só posso agradecer eu pelo artigo, pois não o teria comentado se não tivesse tido interesse nele!
      • Nuno
        Projeção de Robinson, uma projeção mais fiel e realista que de Peter.
        http://www.geography.wisc.edu/maplib/robinson_projection.html
    • Beto Capet Esquincalha
      Luiz você esta brincando é claro, se realmente é verdade, e acredito que seja pois verifiquei o tamanho dos países e continentes e correspondem ao mapa descrito, não se fala em evolução ou maior em tecnologia e sim em outro absurdo ensinado erradamente a todos nós, deixe a debilidade de lado e acompanhe o raciocínio pois se ensinarem errado aprenderá errado, outro fato importante que você também não deve dar importância pois sua debilidade não deve alcançar é que o Brasil não foi descoberto por Pedro Álvares Cabral e nem em 1500. pesquise e estude se tiver algum interesse em aprender.
      • Luís Carvalho
        Viva Beto. Vou tentar ser claro: eu não estou a questionar as informações sobre as áreas reais dos continentes e países; nem estou a questionar que duas formas de projecção levam a representações diferentes do globo – para mim, este último ponto é óbvio. Estou só a criticar que se dê uma intenção maliciosa a uma determinada projecção. E quando falo em tecnologia e no seu impacto na evolução de um país, para o ajudar a perceber a minha perspectiva, faço-lhe a seguinte pergunta, já com resposta: sabe porque é que no século 16 se considerava a Europa a zona mais desenvolvida no seu tempo, a nível global? -> Porque era a mais desenvolvida no seu tempo, a nível global! (Não concorda? Outra pergunta para si: você fala português não fala?)
        Mas vou passar para o seu lado, ainda que por um instante: vamos admitir que a minha “debilidade” existe mesmo. Concordo consigo quando diz que não se descobriu o Brasil em 1500 – suponho que os verdadeiros descobridores desse país são os seus próprios nativos. Concordo que se me ensinarem algo errado, vou aprender errado. Vou acrescentar algo a este último ponto: você pode aprender certo, e fazer errado; você pode ser ensinado certo, e nem aprender nada; e mesmo sendo ensinado errado, QUERER aprender certo. Adiante: agora, vou imaginar que na educação pública (um conceito muito mais moderno do que se pensa) sempre se ensinou o mapa correcto às crianças. E vou imaginar que também as pessoas mais favorecidas e iluminadas sempre usaram esse mapa. Ou até uma segunda versão, com o globo noutra posição (sul/norte). E penso: em que medida é que isso impediria de a escravatura ter acontecido séculos antes? Em que medida é que isso faria os ricos quererem distribuir melhor a riqueza? Como poderiam os menos favorecidos beneficiar com esse mapa mais realista? E respondo a mim mesmo: de forma nenhuma. Alguma vez um escravo teve sequer a POSSIBILIDADE de ter um mapa na mão para ver se o seu país é maior ou menor?! Você fala em ensinar errado? Eu estou mais preocupado em haver educação de todo!! Não interessa que o mapa esteja com uma má representação, quando algumas crianças não têm sequer a capacidade de LER um! E será que os que testam os medicamentos em África, ou os que vendem armas aos cartéis na América do Sul mudariam de atitude se os mapas fossem desde sempre com as áreas reais? Não! É-lhes igual!… Concordo que ensinar errado tem consequências, mas antes de haver preocupação com ensinar certo, é preciso ensinar…! É preciso ensinar o que CERTO quer dizer, é preciso ensinar o que FAZER com essa correcta informação.. E por fim é preciso garantir o direito a se questionar. Porque assim mesmo com informação errada, uma criança tem a vontade de querer saber certo.
        Obrigado pelo seu comentário :)
        • umberto goularte
          Muito bem, Luis Carvalho. É com argumentos que se deve pugnar. Moro no Brasil. Utilizo cartas de navegação aérea. Quase todas projeção Mercator. E, ao utilizá-las, somos ensinados que têm distorção. Assim como projeções outras, para navegação nos pólos – a gnomônica ou estereográfica planificada -, cuja distorção é ainda maior. Assim mesmo usamos, porque mesmo 500 anos depois de Mercator e com toda a tecnologia, só alguns poucos acharam que projeções planas poderiam chegar mais perto da realidade. E você vai bem ao derrubar com argumentos a teoria conspiratória. Não me parece que desde meados do século XIV venham distribuindo cartas aos habitantes do sul, para fazê-los sentir-se menores. E parabéns pela sua preocupação com a educação. Por meio dela fica fácil saber as distâncias e as áreas dos países. Basta cotejar os números com as cartas, cuja distorção está impressa nas mesmas.
        • Beto Capet Esquincalha
          Caro Luiz, fico triste em perceber que sua preocupação com o ensino e educação esteja tão longe da realidade, e mais uma vez tenho que ser mal educado e lembrar-te de nossa debilidade, o artigo acima distorcido por suas palavras nada tem haver com conspiração atual, e nem engloba tal ponto de vista, queria te esclarecer que saber ler não é de fato saber interpretar, como sua visão é bifurcada e seus comentários tendenciosos, e fora de foco, pois quem se preocupa com educação prioritariamente a quer de qualidade, ensinando a verdade, vamos a outra vergonha que você é claro ira dizer que é conspiração e não tem valor, O BRASIL foi descoberto em dezembro de 1498 por uma frota de oito navios, sob o comando de Duarte Pacheco Pereira, navegador, militar e cosmógrafo português. de confiança do então rei de Portugal, Antes dele outro navegador também chegou a costa brasileira João Coelho da Porta da Cruz. depois coloque seu comentário dizendo que também não tem importância e vamos todos continuar assim, aprenda quem não sabe o passado não saberá o futuro, País sem passado é País sem futuro. aprenda por favor
          • Jorge A. Pinto
            Beto Capet, eu não sabia dessa informação sobre o descobrimento do Brasil; Achei muito interessante, por isso acho que seria legal voce colocar a fonte dessa informação. Um abraço.
          • Beto Capeta
            Quanta ofensa gratuita lol
          • Maria José
            Caro Beto Capet Esquincalha,

            Não é Luiz, mas sim Luis. Assim como não é “tem haver”, mas sim “tem a ver”…

            Ainda não consegui perceber muito bem qual é o seu ponto de argumentação para “contrarear” o Luis Carvalho…

            Apenas reparei que reage de forma um pouco negativa aos comentários com os quais não concorda…

          • Beto Capet Esquincalha
            Obrigado Maria José, Em relação ao haver, você tem toda Razão a auto correção como escrevi “aver” junto o fez haver, a diferença entre os dois simplificando é haver: reaver algo, a ver: quando algo não tem relação com outro, Quanto ao Luiz, por meu nome ser Luiz o escrevi assim, mais o dele é Luís, você escreveu sem acento.
          • Victor
            Será que os Brasileiros não entendem que a língua que falam e escrevem é o Português? Que a falem mal, ainda se entende, nós também temos muitas e diferentes pronúncias aqui, “mais” agora que a escrevam como a falam, é que é grave e isto é o pão nosso de cada dia, quando se tecla com um Brasileiro.
        • João Pedro Steiner
          Para mim é evidente que se alguém ou um grupo tem o poder de escolher o que será ensinado aos demais (que estão subordinados aos primeiros), as chances de que esta informação seja manipulada de forma que te favoreça é imensa, ao menos, é claro, que você não esteja interessado em se manter no lugar onde está. O que eu acho que muitas vezes as pessoas não compreendem é o poder que a informação e conhecimento dão ao indivíduo. E muitos indivíduos com poder significa é justamente o que os poucos que estão no poder não querem. Mas isto acontece o tempo todo, não é necessário ir muito longe na história ou analisar as coisas em escala global. Eu vejo isto acontecendo o tempo todo no nosso dia a dia com as pessoas comuns em todos os lugares. É como diz a sabedoria popular: “o pior cego é aquele que não quer ver.”
          • João Pedro Steiner
            Só para complementar, eu me lembro sempre do pensamento, de Jiddu Krishnamurti, que diz: “Não é sinal de saúde estar bem ajustado a uma sociedade profundamente doente.” E observando o mundo em que vivemos, imagino que não é difícil constatar que alguma coisa está muito errada, a despeito de todo espaço, riqueza, tecnologia, conhecimento, energia e alimento disponíveis. Por que sempre tentam nos convencer de que é justamente o contrário?????
      • João Santa Barbara
        Antes do Pedro Alvares Cabral anunciar a descoberta do Brasil ja os portugueses tinham conhecimento que existiam terras mais a Oeste e foi por isso que o rei portugues nao quis patrocinar a viagem de Cristovao Colombo a India (Colombo queria provar que se conseguia chegar a India por oeste, porque e’ que os nativos americanos foram chamados Indios?) Na lingua aborigene(Australia) existem tambem palavras portuguesas tera sido o James Cook o primeiro a la chegar?
    • fernando
      Acho que você não bate bem da cabeça.
      • Luís Carvalho
        A minha nunca bateu bem, já a sua deve bater com regularidade…
  • pits
    um aparte, o mundo está em constante mudança, mas pronto isso não interessa nada aqui para o caso (ironia)
  • Paulo
    Sou um habitante do hemisfério sul e me parece uma imensa idiotice este tipo de “teoria da conspiração geográfica” !
    Ora, vocês transformam uma dificuldade técnica em uma intenção maquiavélica !
    Que besteira !
    • http://portugalmundial.com/ Portugal Mundial
      Lol
    • Moisés Oliveira
      Não podemos negar que existe Eurocentrismo na cartografia, isso era/é feito para dar uma superioridade aos países do norte. Isso é fato.
      • Renato Pinto
        Acredito que tal suceda porque os povos europeus foram os primeiros com capacidade e vocação para lançar uma exploração marítima de escala mundial. O mérito não é todo próprio, deve em muito a tecnologias de civilizações milenares espalhadas entre o oriente, a mesopotâmia e o mediterrâneo, que confluíram na “velha” Europa, então transformada em base operacional da “ordem e progresso” mundiais. Obviamente, que da História rezam apenas casas reais, castas e gente abastada em recursos materiais ou humanos. Muita cultura natural padeceu no processo, e enquanto espécie continuamos a perpétuar os mesmos atropelos à dignidade da vida, em condição humana ou não.
        Estes mapas resultam somente do tempo e falibilidade das ciências humanas. Acredito que permaneçam como estão, meramente por comodismo global, não por querer simular uma dicotomia “norte vs. sul”, “inverno vs. verão”, “ocidente vs. tudo o resto”, quando toda a teoria aponta para muito mais riqueza na multiplicidade de direções..
        • RAFAEL
          “””os povos europeus foram os primeiros com capacidade e vocação para lançar uma exploração marítima de escala mundial. “”” kakakakakkakkakakka DEVE SER POR ISSO QE OS NATIVOS AMERICANOS SE PARECEM MUITO COM OS NORDICOS NEH??? DO CONTRARIO, SE POR VENTURA OS ASIATICOS PROVENIENTES DA ATUAL CHINA TIVESSEM GANHO AS BATALHAS DOS MARES GELADOS, OS INDIOS SERIAM SEMELHANTES A ELES E NAO LOIROS DE OLHS AZUIS COMO OS XAVANTES, KAIOWA E GUARANIS…….
          • Gallades
            Isso foi simplesmente estúpido lol
          • Gabriel Dos Santos
            Obviamente o @renato_pinto:disqus estava se referindo às “Grandes Navegações” que tiveram início no século XV, quando o mertcantilismo impulsionou essas saídas ao mar. A difusão dos seres humanos para os outros continentes não tem a ver com a questão e nem necessariamente se deu por meio de grandes embarcações transoceânicas, como nas “Grandes Navegações”.
          • grazi
            corretíssimo!
          • Tiago
            Zheng He, ao que me consta, chegou antes dos europeus no continente americano. Pesquise 1421 – The Year China Discovered world e aprenda sobre a esquadra comandada por esse chinês (feito eunuco por ser de origem mongol, na época da dinastia Ming). Optaram por se fechar ao invés de colonizar o mundo.
          • Felipe Dias de Moraes
            Já não a discussão que o vikings chegaram na américa muito antes disso, entre os anos 900 e 1000 então sim, foram os europeus que “descobriram” o novo mundo,
            Mas essa é outra discussão que não tem nada a ver com a matéria
          • Emanuel Ferraz
            ESTÁ BEM JÁ NÃO SE FALA MAIS NISSO QUE OS PRIMEIROS A DESCOBRIR , ACHAR E POVOAR , CONQUISTAR , DESBRAVAR E A CHEGAR AO “CONTINENTE” AMERICANO FORAM OS DA ÍNDIA E DE CHINA FAZ 30 000 ANOS OU MAIS MESMO MUITO MAIS . ELES ERAM ESQUIMÓS INUITS SIBERIANOS MONGÓIS OU SEJA ERAM VINDOS DA ÍNDIA E DEPOIS FORAM PELA CHINA E SIBÉRIA DE ONDE FORAM PARA AMÉRICA COMEÇANDO POR POVOAR NAQUELA PARTE DA RÚSSIA QUE TEM O ESTREITO DE BERING NO ALASKA . PELO CANADÁ ATÉ Á ARGENTINA FORAM POVOANDO DE NORTE PARA SUL .
      • Miguel Forster
        O unico fato é que não sabes a diferença entre Europa e norte. Eurocentrismo? concordo. Superioridade aos paises do norte? não me parece
      • Ricardo
        o norte é apenas o sul de cabeça para baixo
    • Joaquim
      Quando um ruminante teima em ruminar é sinal que o animal é um animal herbívaro.
    • Felipe Veiga
      Diga isso para Milton Santos!!!
    • Franklin
      Nada de dificuldade técnica. Os chineses, no século XVII, já faziam mapas mundi muito mais preciso do que esses que os EUA e Europa nos impõe. É fato que a forma que interpretamos o mundo é uma construção, feita a partir de interesses políticos. Existem vários trabalhos sobre isso, pesquise.
    • Bruno Ramos de Carvalho
      Concordo, a minha vida não ia ter mudado nada se me tivessem apresentado outro mapa, eu continuaria morando no Brasil, os políticos iam roubar da mesma forma…….
  • Débora Freitas
    Sou professora de Geografia, e quando tento explicar essa situação, das diferentes técnicas de projeção e sua representação, comprovo o quanto a ideia do Norte “em cima”, grande e poderoso é afirmado e reforçado na mentalidade das crianças e jovens.
    Não creio que isso seja algo que acrescente no desenvolvimento da capacidade de interpretação e possível potencial transformador dos jovens que já acreditam serem “impotentes” por uma posição “abaixo” e menosprezada.
    • Naro
      No ensino do humano ocidental, utilizar-se de objetividade bem como utilidade, gera base para todos os outros propósitos, incluindo o das artes. A multiplicidade do conhecimento me agrada: “Dei-me uma alavanca e um ponto de apoio e eu moverei o mundo”. Arquimedes (matemático grego – supostamente entre 287 a.C. e 212 a.C.) Australianos utilizam o conhecido mapa mundi invertido. (tudo depende do ponto de vista) tudo isso é arte, vida, transformação.
  • João Camacho
    Parece-me que nada tem a ver com o facto de concordar ou não: é um facto! Sou arquitecto e parece-me que em 1500 a estratégia de conquista e colonização o mapa servia essas intenções. Evidente, ver tudo ao contrário daquilo que aprendemos durante 50 anos torna-se um pouco, como dizer, conspiracionista? Hmm… porque não? Se a leitura moderna obriga a que tenhamos de aceitar a realidade independentemente das “mentiras” ensinadas. As redes sociais nisso têm contribuído para uma distribuição mais parcimoniosa das “riquezas” culturais.
    • T Reche Reche
      Gostei do seu comentário, e dou uma extensão dizendo que realmente é aceitável que com o tempo e a tecnologia passemos a ter novas visões e por consequência, pontos de vista mais aguçados. Mas não que o que tenha sido concluído no passado, ainda mais por esta tecnologia não existir como hoje, seja conspiratório.
      • Nuno Santos
        Em 1500 não havia satélites agora há e sabems como é o mundo é so ir ao globo ou ao Google Earth.
        • Eneida Melo
          Discordo. Vá ao Google Earth e compare o tamanho da Groelândia e da África.
          • Emanuel Ferraz
            É baseado em Mercator
  • Sérgio Mello
    Depois de ler tudo, inclusive os comentários sempre esclarecedores, fico pensando no óbvio, mas, justamente por isso, com certo receio de não estar enxergando-o devidamente. Atualmente, com a tecnologia que permite fotografar uma pessoa andando na rua a partir de um satélite em órbita da Terra, não seria possível uma reavaliação concreta e definitiva… ou será que o que importa mesmo, para nós, minideuses, é a discussão eterna e ególatra? Francamente.
    • Luís Carvalho
      Como concordo consigo…!
      • Denis Duck
        Colocando mais lenha na fogueira..rs
        Arquiteto tem que pensar fora da caixa para propor idéias novas.
        Vamos lá:
        Que tal se o mapa fosse o leste para cima onde nasce o sol e oeste para baixo onde morre? Que tal se os ponteiros dos relógios no hemisfério sul andassem ao contrário conforme a sombra emitida com a luz do sol no decorrer do dia? Apenas para pensar.
    • Leandro Maçã Zolondek
      Quase todos tentando provar suas verdades, e quando alguém se mostra lúcido, é apedrejado.
    • Francisco
      Há sim, Google Earth ou globos. Nunca se conseguirá planificar uma esfera no papel sem distorções.
      • Sérgio Mello
        Sim, Francisco, já entendi que a matemática é ‘imexível’, sem problemas. O que se impõe, na minha opinião, é – Mercartors e Peters a parte – questionarmos se não haveria um novo caminho, entende? Até porque, considero essa ‘manipulação’, intencional ou por acaso (como se existisse acaso, mas vamos lá) algo muito sério e historicamente transformadora em relação à nossa atual concepção de mundo, que sabemos, sempre muito prescritiva. Não se esqueça que a história que conhecemos, ou seja, o ‘conhecimento morto’ (pois que já realizado e definido) sempre foi escrita pelos vencedores ao preço de muito sangue e sofrimento, não é mesmo?
        • Francisco
          Considerando as projecções actualmente conhecidas nenhuma representa correctamente a realidade. Em relação a mapas só a pequena escala os erros são aceitáveis, como um mapa de Portugal por exemplo. Só a forma real (esfera) é representativa da realidade à escala global.
          Se tentarem planificar uma bola de futebol as distorções serão as mesmas, não tem nada a ver com países. As projeções usam sempre a matemática e neste caso usam funções tangente e seno, se recordarem as aulas, ângulos superiores a 30º sofre de distorções a um ritmo ‘exponencial’. O que é uma das razões para não representarem os polos nestes mapas.
          • Sérgio Mello
            Perfeito! Saio da roda enriquecido e com um embasamento sobre essa questão muito melhorado. Valeu everybody!
        • Welder Batista de Oliveira
          Nunca tive problema quanto a isso. Desde os tempos em que era aluno do Ensino Fundamental sabia que qualquer mapa plano vai apresentar distorção (bom trabalho prestado pela minha professora de Geografia). Só para reiterar, mesmo que isso possa ser contra-intuitivo para alguns, é matematicamente impossível levar um desenho que está em uma bola para um papel sem que haja distorções de alguma natureza. Para mim, o importante é conhecer como cada projeção é feita e os aspectos que valoriza. Visão de mundo, intencionalidade, seguem como consequência desse conhecimento
          • Sérgio Mello
            Complementando, a hegemonia sócio-histórica da Europa é inegável, obviamente. Mas, me pergunto, se seria possível que essa representação planificada da esfera terrestre poderia servir a uma espécie de ‘ratificação eterna’ de uma superioridade que, num mundo onde as riquezas minerais estão escasseando e o olhar capitalista tem se voltado para a parte ‘pobre culturalmente’ do globo, não se sustentaria mais? De qualquer forma, valeu aí as explicações lógicas e esclarecedoras. Abraço!
    • Renan
      Reavaliação concreta e definitiva de quê?
      Se for do mapa, não adianta. Não dá para revolucionar a matemática. Ela é exata, e suas regras definem o que é possível e não é possível ser feito. A mudança de coordenadas de uma imagem sempre vai causar alterações visuais no resultado, ou seja, distorções.
      • Sérgio Mello
        Renan, de fato, não sou especialista em matemática, longe disso. O que tentei questionar foi que, com a tecnologia espacial (a partir do espaço) não seria possível estabelecer parâmetros que compensassem essa ‘impossibilidade matemática’ de planificar esferas, uma vez que a visão a partir de satélites, por exemplo, é a real? Foi apenas um questionamento… Minha ironia – a reconheço, claro – se dá na medida que trabalho dentro da Academia (com letras maiúsculas como mais uma ironia), na área de linguística, e me deparo todo o tempo com indivíduos que, fugindo de um debate mais concreto, objetivo e prático (quando é possível, obviamente), preferem insistir em teses que não se sustentam por si só. Ou você acha que a matemática é um dogma?
        • Welder Batista de Oliveira
          A única maneira de fazer tal compensação é desenhando em uma esfera. A imagem de satélite é real, mas pega o mundo todo? Não. Todos os países de uma vez? Não. Só se consegue ver uma parte, não o todo como é desenhado em um mapa plano. Eu compreendo a dificuldade que você pode estar tendo em entender isso. Faça uma experimento. Desenhe dois quadrados em uma bola e numere de 1 a 4 seus vértices. Pegue uma fita métrica e reproduza esses mesmos dois quadrados em uma folha de papel de modo que a mesma distância entre os vértices com números correspondentes sejam preservadas (a mesma no papel e na bola). Nos avise se conseguir, ao mesmo tempo, manter o formato dos quadrados e a distância entre os vértices
          • Sérgio Mello
            Welder, suas explicações clarearam muito aqui minha rede neural acostumada a questões linguísticas e não exatas. Posso abusar, então? Em termos de massa (refiro-me à extensão territorial,quantidade de terra), haveria a possibilidade de mensurarmos de alguma forma e verificarmos se, de fato, as dimensões continentais são verídicas. Sabe como é, estamos sempre achando que há um olhar do ‘Grande Irmão’ a nos manipular, a nos controlar, o que não é de todo utópico, né mesmo?
          • Welder Batista de Oliveira
            Olá Sérgio, obrigado pelo comentário. Fico feliz em colaborar de alguma forma. Com respeito à medição de áreas é possível sim, embora não tão simples quanto calcular áreas em um plano. Para isso, temos que considerar a Geometria Esférica e não a Geometria Plana. Esta disciplina é ministrada, por exemplo, em alguns cursos de Matemática (possivelmente em outros também, possivelmente ligados às ciências da Terra). Há projeções que mantém a proporção das aŕeas representadas, como a de Peters. Contudo, ela distorce as formas (ganha-se de um lado, perde-se de outro). A projeção de Mercator possui a vantagem de preservar o formato dos continentes, daí sua utilização na navegação. Contudo ela recebe críticas com relação a distorção que provoca nas áreas dos países, sobretudo os que estão mais distantes do Equador, “coincidentemente” (?) a Europa e EUA. É claro que há também uma intencionalidade política por trás da opção por ela. Porém, hoje em dia o mapa-mundi apresentado nos livros raramente usa a projeção de mercator, mas sim a de Robinson. Sobre as várias projeções, segue boas e simples leituras: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/projecoes-cartograficas-cilindrica-conica-e-azimutal.htm

            http://www.brasilescola.com/geografia/projecao-mercator.htm

            http://www.brasilescola.com/geografia/projecao-peters.htm

            Att

          • Eneida Melo
            No caso, não seria utópico, e sim distópico, certo?
        • Renan
          Tudo bem. Só comentei com o objetivo de explorar esse buraco que ficou no seu comentário: a “reavaliação concreta e definitiva” de quê, que não entendi bem. Considerei como sendo a questão técnica da coisa.

          Eu não entendi o seu questionamento. O que poderia ser feito com os satélites? Que tipo de parâmetros seriam esses? Pra mim, não existe nenhum tipo de conspiração ou favorecimento por parte do mapa. Quanto ao ensino, basta se ensinar sobre o mapa-múndi com um globo, com um modelo 3D no computador, e com planificações diversas acompanhadas de comentários pertinentes.

          E a matemática pode ser vista como um dogma sim, desde que limitado ao que ela fala. Nada de puxar assunto político a partir dela. Neste caso, o assunto deixa de ser matemática. Ela, quando bem compreendida ou comunicada, diz apenas as possibilidades e impossibilidades. E foi isso que nós comentamos nesta página: as distorções das planificações.

          • Sérgio Mello
            Certo, entendi seu ponto de vista (e o da roda). A manipulação a que me referi foi a eventual possibilidade de, através do Mercator, ter-se ampliado o tamanho representativo do globo na geometria plana, com alguma intenção de – politicamente, é verdade – ratificar-se uma hegemonia (que sempre houve no sentido sócio-histórico) também na representação gráfica do mundo. Como uma forma imagética (cognitiva) entende? Foi apenas uma digressão. Mas, valeram as suas explicações técnicas
  • Samy Rocha
    Não acho que uma projeção cartográfica seja capaz de manipular a mente de todos os jovens e bla bla. Pode até ser que Mercator tenha tido essa intenção, mas acho mais lógico e menos louco o fato de que existem inúmeras dificuldades técnicas de se representar uma “esfera” em um plano respeitando todas as suas dimensões.
    Obrigada.
  • Alzira Andrade
    Simples. Como planificar uma bola sem deformá-la?

    Não existe uma projeção que mostre o real tamanho do planeta, se faz necessário fazê-lo por partes.

    Matematicamente isso depende do ponto de vista, do qual parte queremos planificar, fazer o mapa.

    Trocando em míúdos eles usaram os cálculos a partir de seus países.

    Cada um que faça os cálculos a partir de seus interesses, é isso:

    matemática.

    • Barto Freitas
      Alzira
      Concordo plenamente com você, nunca houve esse interesse citado na matéria e sim não se planifica uma bola sem deformá-la, o que tem que se lavar em consideração são as áreas apresentadas por escritos que com certeza não são em cima do mapeamento e sim dos valores reais.
  • jose luuis campos
    incrivel jamais tinha parado para pensar nisso.
  • Diego Moreira
    Sou brasileiro e professor de Geografia.
    A projeção resgatada por Arno Peters nos anos 1970 foi elaborada por Gall no século XIX. Ela é uma projeção cilíndrica equivalente. De fato preserva áreas e distâncias mas distorce profundamente as formas dos continentes. Já a projeção de Mercator, que é do tipo cilíndrica conforme, preserva as formas mas distorce áreas e distâncias. A intenção de Peters era justamente, em um contexto político de descolonização afro-asiática, apresentar melhor aa dimensão dos novos países independentes que surgiam.
    Não existe projeção correta. E todas as projeções tem sua ideologia, afinal são feitas a partir de escolhas que não são somente técnicas mas também ideológicas. A projeção de Mercator é eurocêntrica. Ok. Não há nenhuma teoria da conspiração nisso. Ela põe a Europa no alto e no centro. Já a projeção de Peters é terceiro-mundista.Valoriza o Sul. No entanto, apresenta uma visão de mundo tão distorcida quanto a de Mercator, embora de outra forma.
    Não há, portanto, realismo em projeções cartográficas. Nem isenção ou ausência de ideologia. O que se vê aqui é a defesa de uma posição ideológica, que pretende que se valorize os países do Sul. Uma posição política legítima. Como também é legitima a visão eurocêntrica. Pesquisem um mapa-múndi japonês. O Japão estará no alto e no centro. É uma visão nipocêntrica. Igualmente legítima.
    Atenciosamente, Diego Moreira.
    • Andrea Portugal
      Não há neutralidade na escolha da projeção do mapa. Sempre há uma intencionalidade. Achei super interessante ler o artigo e saber das verdadeiras dimensões.
    • Humberto Silva
      A sua opinião, das que li aqui, é a mais interessante… Gostei muito de o ler e acho que tem toda a razão… do ponto de vista científico nenhuma representação é mais correcta que a outra. Não vamos confundir a actualidade com o passado. A Europa congregou em si na idade média, o conhecimento cientifico e as raízes de todo o conhecimento europeu e mundial, que vinha já desde o tempo da Grécia antiga e que culminou na Democracia moderna. É inegável que detinha uma superioridade intelectual, militar, de organização social, etc que hoje em dia está espalhada pelo mundo. A colonização de outros países é sempre vista do ponto de vista negativo, como exploração e esclavagismo, mas é inegável que permitiu o desenvolvimento de outras áreas do globo. É claro que existiam outras civilizações milenares como a Chinesa mas em muitas áreas estavam bem muito atrasadas (exemplo: foram os portugueses que levaram as primeiras armas com pólvora para a Ásia, porque até aí usavam espadas). Na minha opinião os portugueses iniciaram a GLOBALIZAÇÃO quando iniciaram a expansão territorial no Norte de África, chegando à India e Brasil. Actualmente não nos consideramos superiores aos outros, sendo que em muitas áreas, nomeadamente a económica estamos pior, mas não podemos negar a História e verdade dos factos.
      • Marcello
        Só posso chamar de racista seu ponto de vista. Racismo é burrice, pq é sempre sem bases, é puro achismo. Europa não ajudou em nada o mundo, só estragou! Essas
        ditas culturas milenares sempre foram mais avançadas na ciência, a
        europa só se encarregou de furtar a cultura alheia e usar para a
        dominação e para a guerra!
        Idiotas pensam que levaram a luz pro mundo!
        • uildecoud
          é muito fácil invocar o qualificativo “racista” para substituir argumentos elaborados. “europa não ajudou em nada o mundo, só estragou” : não poderia achar ideia mais baseada em “achismo” do que essa.. st thomas d’aquin copiou quem? descartes, pascal, Rousseau, newton, hume, darwin, Lorentz, Poincaré, Planck copiaram quem? acho que você não tem a mínimia ideia do que está falando.
          • Marcello
            Achismo vem de sua parte, uma análise na história vai indicar isso. Enfiem-se na história, não nas estórias contados por seus ancestrais que tentam ocidentalizar tudo!
            Sobre a filosofia, ela é de origem oriental. Falou de achismo e inicia uma frase com “acho”? Que sujeito contraditório!
          • Diego Natan Canteri
            Achismo puro e simples o do Marcello! Racismo é o seu, um racismo politicamente correto, mas contra tudo o que vem da Europa, como se ela não contribuísse. A filosofia ocidental surgiu na Grécia, não há como discutir isso, depois essa filosofia se espalhou para o oriente com Alexandre o Grande. A Ásia também contribuiu bastante com a nossa civilização, principalmente os povos semitas, que nos legaram o cristianismo, e os chineses. É impressionante a cegueira dos politicamente corretos, ficam histéricos quando dizemos que a cultura de um povo amerindio era inferior, mas não suportam que se diga que a cultura medieval era tão avançada e importante quanto a chinesa do mesmo período…
          • mIMI
            pelamordedeus, não exporta a distorção do politicamente correto…como algo correto pode ser ruim? no Brasil, é claro, aonde se tenta acabar com tudo que tenta melhorar algo no país.
            Entendo ele; tecnicamente, a civilização começou na África e Ásia. Então, o que somos “deriva” deles. Acho justo um ressentimento de quem é afrodescendente ou africano, porque os africanos foram os únicos que não puderam conclamar justiça; houve tribunais de exceção para todos, mas os africanos tiveram que aceitar a sina que lhes foi imposta violentamente. Agora que o mundo finalmente reconhece o direito e o lugar deles, tem que se expressar. Embora eu não concorde totalmente com os argumentos. Mas rebaixar ao “discurso politicamente correto” é dose.
          • samuelbraun
            Marcelo, vc ta correto,por mais que eu não diria racismo, mas sim etnocentrismo. E sim, não existe hierarquia entre as diferentes culturas, e a visão de progresso, desenvolvimento, modernização são carregadas de subjetividade. Não existe materialmente nenhuma destas palavras, elas são adjetivos dados para qualificar situações, coisas, processos. Qualificação é uma decisão arbitrária e, nesse sentido, cultural, ou seja, ela valoriza uns pontos, desvaloriza outros, conforme sua conveniência. Assim, dizer que a Europa evoluiu o oriente ou Vice-versa é besteira. A própria ideia de uma linha evolutiva, de escalonamento de culturas é uma besteira. O evolucionismo cultural é hoje totalmente rejeitado pela antropologia. Termos como “povos mais atrasados” ou equivalentes são nada mais nada menos que etnocentrismo, que é o erro, provocado pela incompreensão, incapacidade de interpretar, ou seja, pela ignorância que faz pensar que o mundo é, deveria ser e só pode ser tal qual o conhecemos.
            E quanto ao comentário inicial, o geógrafo está correto, esse mapa Peter tem um propósito político, como tinha o Mercator. A diferença é que o Peter decide ter um papel reparador, ou seja, durante séculos a hegemonia foi mantida e pedagogizada pelo Mercator em defesa dos países do Norte, o que provocou e/ou aprofundou desigualdades sociais globais, agora está nova leitura cartográfica pretende compensar esta discrepância secular, sobrevalorizando os territórios sulistas.
            Dado que é impossível retratar um elemento como um Globo numa superfície plana sem distorcer, o melhor é não usar superfícies planas pra isso, mas já que se usa, e já que se usa exatamente na construção psicológica das referências desde a mais tenra infância, acho perfeitamente cabível que se faça uma distorção compensatoria, aliada da explicação permanente de que existe ali uma distorção.

            Só pra contextualizar, falo sobre culturas, etnocentrismo e tudo mais pois sou antropólogo e sociólogo. Abraços.

        • Francisco Trindade
          Certo no contexto irmão. Humberto…mas não ande no rastilho eufórico deles sob pena de se pareçer a eles(racistas).Salve.
      • André Mendes Garcia
        Na idade média a Europa era um dos lugares mais atrasados do mundo, sendo que que no oriente já havia desenvolvimento científico. A pólvora foi descoberta na China e não na Europa. Quando os portugueses chegaram á Africa sub-saaraiana, encontraram civilizações tão avançadas quanto as europeias, só que a venda de escravos (que fazia parte da cultura africana) para o resto do mundo acabou empobrecendo a África, na América havia os Maias, Astecas e Incas com ciências tão ou mais avançada quanto os europeus, só a tecnologia bélica da Europa era superior, que foi o necessário para acabar com essas culturas.
        E o que te faz pensar que uma cultura é inferior ou superior a outra? Por que os índios americanos eram inferiores aos europeus? Por que não acumulavam bens materiais? Não tinham propriedade sobre a terra ou classes sociais? Tinham um modo de vida que não dizimava florestas e animais? Estranho é ouvir muita gente dizendo que temos que “evoluir” para conquistar essas características na sociedade atual.
      • Emanuel Ferraz
        OH SANTA IGNORÂNCIA . A YNDYA INVENTOU A PÓLVORA AS ARMAS E AS ARTES MARCIAIS DEPOIS A CHINA TEVE ACESSO A ELAS E SÓ BILHÕES E MILHÕES DE ANOS DEPOIS EUROPA /OCIDENTE APRENDEU OU TEVE CONHECIMENTO DE SUA EXISTÊNCIA A PARTIR DA YNDYA CHYNA E ÁRABES MUSLYM OU ISLÂMICOS ATÉ EM ÁFRYKA . O MESMO COM OS INSTRUMENTOS DE NAVEGAÇÃO E TUDO O RESTO
    • Renan
      Só complementando, para quem quiser ver agora o mapa-múndi de verdade, sem distorções, basta abrir o Google Earth. O mapa esférico é a única maneira de conservar os tamanhos e distâncias do globo. O mapa plano nunca será fiel em todos os sentidos, sempre dando margem à interpretações diversas, como teorias de conspiração.
    • Tania
      …gostei do seu ponto de vista…
    • Renan
      Exatamente
    • FlyLu
      olá diego a projeção planificada de uma esfera elíptica que mais se aproxima de real é a do Bukmeister Fuller de 1950, arquiteto e designer . Alias ele projetou as geodésicas e a parti disso foi capaz de planificar mais adequadamente uma esfera a partir de triangulações.

      Outra coisa, vocês sabem me dizer qual é o método que utiliza o google maps e o google earth?

      obrigada, abraços!

      😉

      • Diego Moreira
        Sim, é verdade. No entanto o mapa de Fuller é de difícil visualização e seu uso em livros didáticos é raro, ao contrário dos que mencionei. A busca pela minimização de distorções de forma e área é uma busca ideológica. E o efeito de planificação da forma geométrica em Fuller gera algumas graves distorções de distância, como o imenso afastamento entre Austrália e Antártida. Ou seja, a representação plana jamais será perfeita. Pra isso, deveremos usar a representação em geóide. Abraços!
    • Silvano Leal Neto
      Não sou especialista no assunto, mas é conhecido de todos que o google earth que nos dá a ideia de mundo circular, também tem as suas medidas distorcidas uma vez que as visualizações são feitas através de placas de imagens montadas ou ajustadas e neste procedimento sempre existe falhas mesmo que não intencionais.
      • Eneida Melo
        Li em algum lugar que existe um outro problema no google earth que é o fato de se utilizar de satélites cujas órbitas privilegiam seus próprios países e interesses (e não tenho críticas a isso). As bordas das imagens ficam distorcidas naturalmente.
    • Alzira Soares
      Muito bem visto!
    • João Pedro Steiner
      Sou formado em Física e sempre gostei muito de cartografia também.
      Pensando nos prós e contras das duas projeções analisadas, a mim parece
      que uma projeção que privilegie as áreas e as distâncias é bem mais
      vantajosa do que uma projeção que favoreça mais os contornos. E a minha
      justificativa para tal escolha é a seguinte: há muitas outras
      informações relevantes que são derivadas das áreas e das distâncias do
      que do contorno. Aliás o contorno depende muito também da escala
      (fractais).

      Agora dizer que é bobagem achar que não existe algo
      mais por trás de uma escolha não tão inteligente ou não tão otimizada,
      sinceramente eu não sei, não sei, não sei…. as informações de que
      dispomos me obriga a manter o estado de alerta (que aliás parece ser
      bastante salutar), mais salutar aliás do que um estado de eterna
      inocência…

      Gostei muito do artigo, e imagino que um ensino mais
      honesto seria mostrar as várias possibilidades aos estudantes e com
      isso deixar claro que dependendo do interesse pode ser fazer de um jeito
      ou de outro.

      • Diego Moreira
        João Pedro, obrigado por sua resposta. Acredito que a escolha de uma projeção deve atender aos interesses de quem elabora o mapa. Eu, pessoalmente, gosto muito da projeção de Robinson, que me parece esteticamente agradável e tem distorções em todos os aspectos, porém minimizadas. Quanto ao ensino, eu, enquanto professor de geografia, sequer consigo concebem um ensino diferente do que você propôs. Ensinar cartografia para crianças e jovens depende necessariamente da apresentação das mais diversas projeções acompanhada da interpretação de suas características técnicas, estéticas e ideológicas. É isso ou provavelmente estaremos errando. Abraço.
        • Edmundo Weber
          Que interessante essa projeção Robinson, Diego. Gostei, parece mais equilibrada. Geografia e História eram minhas disciplinas favoritas na escola, mas não sabia que haviam tantas distorções nos mapas que aprendemos em sala de aula. Abs
          • Diego Moreira
            Valeu, Edmundo! Abs!
    • joaquim
      de qualque maneira deveriam ser apresentados os 2 mapas na escola e nao apenas o mercator. iso nao [e muito democratico.
      • Diego Moreira
        Obrigado por sua resposta, Joaquim. Considero que todas as projeções devem ser apresentadas aos estudantes. Os professores devem saber explicar as técnicas de elaboração das projeções; suas vantagens; suas desvantagens; e evidenciar as ideologias que são propagadas a partir de cada projeção. Certamente a visão de Mundo proposta por Mercator sempre foi eurocêntrica e, por isso, muito utilizada pelos europeus. Aqui no Brasil, nossos primeiros mapas e livros de geografia eram trazidos da Europa. Por isso também “importamos” essa visão de Mundo. Demorou muito pra que se pudesse alcançar independência intelectual para propor uma nova visão de Mundo brasileira, menos carregada de eurocentrismo. Contudo, ainda estamos longe de disseminar a pluralidade de visões. Felizmente os livros didáticos já trazem outros tipos de projeções. Mas muitas delas ainda são rejeitadas pelos estudantes que se prendem à visão proposta por Mercator. Não há certo e errado, não há realismo em projeções cartográficas. Mas tens razão. Apresentar apenas uma visão não é nada democrático. Saudações!
    • Marcio Bontempo
      Excelente professor,muito lúcida e oportuna a sua colocação.
    • Francisco Trindade
      – Mas sugere subliminarmente o eurocentrismo, quem vê lá na escolinha pela primeira vez cola no mental a ideia visual de centro e periferia, A pesar de que para a aeronavegabilidade a melhor referência é a Carta Mercator, vale a orientação aos ¨formandos¨de que visualizem o fator técnico e não conceitos geopoliticos.
    • Renato Azevedo
      muito bom Diego , bem esclarecedor.
    • Debora Jackeline
      Gostei muito da sua explicação Diego!
    • mIMI
      ótima explicação; fico feliz que aprendi isso na escola. Como o site é português, gostaria de saber se não ensinam isso nas escolas de lá? Aprendi as principais correntes cartográficas de forma explícita, sobre as ideologias de cada um.
    • Lenilton Morato
      Diego Moreira, eu até iria comentar este post… Mas disseste tudo.
    • Sebastião Tupi
      TOP
      gracias professor
    • Damarco Robson da Matta
      O problema é que a visão eurocêntrica é mais legítima que as outras para os professores de geografia.
  • Francisco
    Tudo
    uma grande treta! Uma vez que os livros são rectangulares (e a Terra é
    redonda) é-se obrigado a usar projecções baseadas no equador que
    distorcem os polos, é normal que todos os países que não estejam no
    equador fiquem distorcidos! E o Hemisfério Sul não tem solo a latitudes
    superiores às da Escócia (contem as linhas no mapa), como é lógico
    privilegia-se o H. Norte. Ninguém quer saber da Antártida! Já que o
    sub-desenvolvimento esteja nas áreas maior calor (equador) não tem nada a
    ver com mapas..
    A solução será usar projecções baseadas no polo? Tipo a projecção Lambert?
    • Sandra Wolga
      Não sei, li atentamente tudo e me parece, como alguém disse, de outra forma: teoria da conspiração’. Se o planeta não é exatamente como o conhecemos desde criança, então, quem garante que ele não seja quadrado? Achei uma grande besteira, lembram quando disseram que nas escolas americanas os alunos aprendem que a Amazônia faz parte dos EEUU? Tudo mentira, invenções de quem não tem o que fazer. Ou vocês acham que ninguém teria reclamado? Para mim parece mais um fake da internet,.. lembram do gato criado em garrafa ou que o McDonald teria a tecnologia de criar bois sem cabeças e pernas? nossa! Seria a solução para a fome do mundo…. NÃO ACREDITEM EM TUDO QUE LEEM NA INTERNET, Pesquisem e, principalmente, usem a lógica. Leiam história e estudem geografia.
      • http://portugalmundial.com/ Portugal Mundial
        Não sei onde uma coisa matematicamente provada pode ser ‘besteira’ ou lá o que lhe chama! Ainda estamos para perceber o que acham que no artigo é conspiracionismo. Se fosse a si não acreditava em tudo o que diz…
  • Leonardo Pinheiro
    Não creio que as intenções de Mercator era por a Europa como dominante, mas sim facilitar os navegadores, afinal naquele tempo a Europa ja era bem conhecida. já os outros continentes ainda estavam para serem mais bem descobertos por esses cartografos, mas fazer o que se muitas pessoas pensam em conspiração, Muitos pensam em ser os donos da verdade pensando assim, criticando os outros, mas não tentam se por no lugar deles por isso falam asneiras, mesmo sabendo q a tecnologia naqla época ainda era pouco avançada e a mentalidade era outra.
  • Roberto Pelagio
    O meu mundo é virado, estou no sul mas se virar vira norte.
    http://www.mundovirado.com.br
  • Tom
    Google earth socorro! wait…
  • D Vargas
    Há uma única forma de ver o tamanho real dos países que eu vou revelar aqui. Globo terrestre. Já alguém viu? Ótimo, fim de discussão.
    • Fausto Briosa
      … e mesmo esse, dirão os “picuinhas” não é 100% correcto, já que ao ser uma esfera, não representa o ligeiro achatamento dos polos do nosso planeta!
  • Anderson Dorneles
    Alguém ta usando de racionalidade aqui ? Vocês acham que nações conseguem (as que realmente conseguiram no caso as do norte) serem superiores só pelo tamanho que em que foram feitos (desenhados) em um mapa ? É muita bobagem acreditar que sim. Eles são grandes (desenvolvidos) por méritos (esses sim podem ser discutidos), não por tinta e papel e um habilidoso desenhista.
    • http://portugalmundial.com/ Portugal Mundial
      Por falar em racionalidade… leu o que escreveu? Se o fez nota facilmente que está a falar de coisas diferentes daquelas que o artigo menciona.
  • Camila
    Qualquer um que tenha tido aulas de Geografia decentes, sabe disso. O problema é que quando falamos de aulas decentes, entramos num grande problema.
  • stefan semenoff
    Tudo isso é muito interessante, mas basta um velho e bom globo terrestre pra desmontar a “conspiração” numa boa. E tem o google hearth também, parece que, apesar da origem norte-americana, a “conspiração” não afetou essa maravilhosa ferramenta.
    • http://facebook.com/jgprosa Gabriel Rosa
      Eu não me pretendo armar em “grammar nazi”, mas o correcto é “Google Earth” (“hearth” também existe no idioma inglês com o significado de “lareira”).
  • Aderlan Silva
    a projeção de Mercator inicialmente não era alargada nas extremidades. As maiores latitudes eram representadas estreitando, como devem ser. Depois foi “ajustado” o que resultou em ampliação.
  • Roberto
    Não estou nem aí com isso. Já passando dos 70 anos, essa informação não vai mudar minha vida em nada…
  • Darwin Ponge-Schmidt
    A desproporção aumenta conforme se vai para cima ou para baixo. Mapas decentes possuem até escalas diferentes dependendo da localização no mapa. Sinto muito…
  • Alberto
    Pra mim o importante é manter as dimensões dos territórios pois definitivamente os mapas atuais não estão corretos. O tamanho da Groenlândia, Russia e Alaska são a evidente prova disso. A orientação norte ou sul pouco importa pois é necessário escolher um. Mas dimensões incorretas precisam ser corrigidas.
    • Emanuel Ferraz
      TOCA A METER A YNDYA COMO REALMENTE É O MAIOR EM TODOS OS ASPETOS E DEPOIS CHINA E DEIXEM DE SER EUROCENTRISTAS AMERICOCENTRISTAS RUSSOCENTRISTAS E AUSTRALIANOCENTRISTAS . E NEM EXISTE TEORIAS DA TRETA COMO NORTE-SUL OCIDENTE – ORIENTE EM TERMOS GEOGRÁFICOS NO PLANO INTERGALÁCTICO INTERUNIVERSAL INTERPLANETÁRIO
  • Vitor
    Para aprender mais:

    Video do VSauce que aborda o assunto:
    http://www.youtube.com/watch?v=2lR7s1Y6Zig

    Site que permite brincar com diversas projeções, inclusive Mercator e Peter:
    http://www.jasondavies.com/maps/transition/

  • luiz munhoz
    Com Mercator ou sem Mercator, é evidente a existência de equívocos e preconceitos na relação entre os países que estão acima e abaixo do Equador. Passados cinco séculos de seu “descobrimento” os países do hemisfério sul, exceção feita à Austrália, ainda permanece como uma terra de bárbaros, uma terra de ninguém que está mais para ser explorada que respeitada. Que o digam o “ouro de Montezuma” e o “ouro das Minas Gerais” que muito contribuíram para retirar da bancarrota Espanha e Portugal. Além da língua, religião e morticínio de sua população nativa, Espanha e Portugal pouco ou quase nada deixaram por aqui além de sangue, destruição e lágrimas. Pior sorte teve a África, nossa triste irmã do lado leste do Atlântico. No entanto, creio que não adianta ficar olhando passado – como seu próprio nome diz ele já não é. Melhor faríamos, os do norte e os do sul, se déssemos as mãos e lutássemos contra a mais que provável destruição de nosso planeta. Sem ele, onde iremos morar, como saberemos onde fica o norte e o sul? É bom não esquecer que, vista do espaço, a Terra é tão pequena, tão insignificante…e Mercator um ilustre desconhecido.
    • Miguel
      Além de sangue, destruição e lágrimas, deixaram-te a ti e mais uns tantos. Não justifica de maneira nenhuma o mal que foi feito, mas ainda estou convencido que deixaram uma grande riqueza…
  • Avi Alkalay
    Apesar de achar a discussão técnica interessante, não acho que área geográfica do país tenha qualquer relação com a grandeza de seu povo.

    Para corrigir isso, instituições de ensino e professores esclarecidos devem começar a usar a projeção Gall-Peters nas salas de aula.

  • Fausto Briosa
    É curioso ninguém referir como se sentirão os povos do pacífico… esses sim coitados, empurrados para as bordas do nosso mapa, e separados dos vizinhos da ilha do lado, banidos para a outra ponta do mapa-mundi …!
  • Fred Bragança
    OK. Corrigidas as proporções, alguns países e continentes são maiores e menores uns que os outros. O que isso mudou politicamente? A África passou a ser rica? A Europa pobre? Não entendi.
  • Artur M
    Não vou entrar na discussão técnica, pois não estou habilitado para tal, mas vejamos:

    Se a Gronelândia tem 2 116 086 Km2 e África 30 221 532 Km2, a diferença são 14 vezes e não 50 conforme o artigo menciona.

    Uma pesquisa muito linear (e sem rigor cientifico) permitiu-me chegar a este resultado:

    Ásia – 30%
    América – 28%
    África – 20%
    Antártida – 9%
    Europa – 7%
    Ocêania – 6%

    O resto é observação.

  • Renan
    Interessante. Nunca tinha notado essa comparação de tamanho desproporcional entre países e continentes. Talvez porque eu, quando criança, aprendi sobre o mapa do planeta por meio de um globo esférico, que não tem esse problema de projeção.

    De qualquer forma, a projeção de Mercator mantém corretamente as formas dos países. Isso, creio eu, explica a sua aceitação. Eu mesmo, desde criança, associei o mapa esférico com o mapa plano sem problema, mesmo não reparando nas proporções, apenas notando as formas. E quanto ao centro do mapa, é arbitrário, assim como o polo norte e o fuso-horário. A escolha do centro na Europa vem da nossa história. Outros países escolhem diferente, como o Japão.

    Não acredito que haja essa conspiração sugerida no texto. As pessoas estão querendo se revoltar à toa. A questão a se alertar é apenas sobre o ensino do mapa-múndi nas escolas, que deve ser feito da maneira correta, apresentando várias projeções e referenciais diferentes, inclusive o globo esférico. E, na minha opinião, deve-se unir o ensino da geografia com o da geometria. Esta é uma ótima aplicação para se ensinar matemática com qualidade.

    E querem ver o mapa de verdade? Sem enrolações e “conspirações”? Vejam a Terra esférica no Google Earth! Veja as formas e os tamanhos dos países e continentes, e note que qualquer projeção é errada de alguma forma.

  • Renan
    Comentário sobre o vídeo: é sensacionalista.
    As duas projeções (e outras também) estão corretas, cada uma privilegiando alguma característica do mapa verdadeiro. Ainda bem que o pessoal aqui dos comentários lucidamente já desvendou os “mistérios” da projeção de um globo para um plano. Não é mais preciso impor a palavra “mentira” para explicar os fatos.
    • http://portugalmundial.com/ Portugal Mundial
      Se é ou não sensacionalista o melhor será contactar os editores da série televisiva. Achamos que seria óbvio que a presença do vídeo era para mostrar que isto não é algo novo ou desconhecido. (acrescentamos o número do episódio ao vídeo para que o possa ver por si mesmo)
  • Anselmo Heidrich
    Já vi muita deturpação na internet, mas esta superou a todas. É nítida a técnica de “remendo” ou “retalho” na redação ao comentar um valor moral (já introduzido no início do texto) e depois “rechear” com dados técnicos (sobre navegação) totalmente alheios ao sentido da matéria para depois, a guisa de conclusão, retornar com a mesma ladainha terceiro-mundista pretensamente científica. Vamos aos fatos (porque a opinião vem depois):

    E o Hemisfério Norte não apresenta mais ou menos milhas quadradas, pois Hemisfério é metade de uma esfera, logo, a área de cada um é exatamente igual a outra. Agora, se estiver falando de terras, é outra coisa, mas daí tem que saber redigir o texto…

    Não há plano, manipulação, ocultação, nada disto. Uma vez que esta clássica projeção (de Mercator) foi produzida na Europa é absolutamente natural que seu criador, um europeu por suposto, colocasse a Europa, seu continente no centro e “acima” do ponto de vista do mapa. Logo, o mapa mais utilizados no mundo não é uma mentira, mas todo e qualquer mapa é uma “mentira” na medida que não representa o mundo — algo próximo de uma esfera — de modo achatado, mesmo compensando as áreas equatoriais, como é o caso da projeção de Peters.

    Querem “conscientizar as massas” (eufemismo para doutrinar aluno) ou, sendo mais honesto, possibilitar uma visão alternativa? Façam como telejornais japoneses que colocam seu país, o arquipélago japonês no centro e acima nos mapas no painel ao fundo dos jornalistas na TV em horário nobre. Não, não foi um “MEC japonês” que determinou isto, nem uma política pública a la bolivariana esdrúxula, mas simplesmente uma perspectiva cultural própria do Japão; ou como na Austrália, admirável país onde se encontram camisetas à venda “no longer down under” com a Austrália no centro e acima (o planisfério “invertido”). Estas colocações norte/acima e sul/abaixo vocês nem chegaram a considerar de tão absortos que ficaram na papagaiada ideológica. Os mapas, meus caros, podem ser vários de acordo com a necessidade do freguês. Sugerir que se trata de um plano intencional de dominação psicológica é patético. Quem está realmente tentando estabelecer uma relação de dominação através da mentira aqui são vocês com este festival de ignorâncias ao doutrinar ideologicamente ao invés de contextualizar historicamente o porque da técnica cartográfica. Agora, se esta visão é limitada perante as outras, criem e divulguem as suas, mas não critiquem o que foi um avanço para a humanidade. Parem de chorar como derrotistas e ressentidos e façam valer a sua proposta. Divulguem-na, ou vão me dizer que não tem nenhuma?

    Ah sim…. Esta é a Síndrome do Oposicionista Crônico (S.O.C.): ele sabe criticar e repetir ad nauseam, mas não tem nada para por no lugar, nem luta para este fim com construção, apenas vive da culpabilização alheia, como se alguém sempre fosse responsável pelo seu infortúnio e miséria. Mal sabe ele que sua inveja é um elogio inconfesso de admiração: ele gostaria de estar no lugar daquele que critica.

  • Juan Noreña
    O segundo mapa ainda é errado porque a terra continua sendo um cilindro…
    • Emanuel Ferraz
      TODOS SÃO ERRADOS E IMPOTENTES TAL COMO TODOS OS SATÉLITES O SÃO EM ESPECIAL OS DE “eua” E EUROPA . . ESTÃO TODOS DISTORCIDOS E ENGANADOS OH NÓS
  • http://literallystraighthair.tumblr.com/ Caio Ranieri
    Pra começar, a projeção Gall-Peters é tão ruim quanto a Mercator, mas só por motivos diferentes. É essencialmente impossível reproduzir o mundo em um plano sem distorções.

    Uma projeção melhor do que ambas é a Mollweide, ou a Winkel tripel. Mas ainda assim há um problema sério, na minha opinião: não é fácil imaginar o mundo como uma esfera a partir de qualquer uma dessas projeções. Por isso a minha favorita é o mapa em forma de borboleta, do Bernard J.S. Cahill; além de facilitar a imagem mental do mundo como esfera, a distorção é significativamente menor do que a de todas as projeções mencionadas até então. Todas as outras projeções estão absurdamente incorretas em comparação a esta.

    Outra coisa é, acho eu, que você está dando importância demais para uma simples projeção cartográfica em sua significância no que diz respeito à imagem que as pessoas têm do mundo. Você acha mesmo que, se todos passassem a usar a projeção de Gall-Peters de um dia para o outro isso mudaria a imagem que as pessoas têm do mundo? Eu duvido muito disso. Faz mais sentido mudar a imagem que as pessoas tem do mundo primeiro, e a projeção que usamos para representá-lo *depois*. Mudar a projeção e pronto não vai fazer a mínima diferença.

    • Emanuel Ferraz
      ESSES DISTORCIDOS TERRORISTAS DE “eua” E TODAS AS SUAS “TESES”, “TEORIAS” E “ESTUDOS” OU/E “ESTIMATIVAS” , “SONDAGENS” ETC ESTÃO SEMPRE ERRADÍSSIMOS SÓ PELA SUA PROVENIÊNCIA DE OCIDENTAIS EM ESPECIAL DO “eua” = TERRA DOS ATRASADOS MENTAIS
      NÃO SE ILUDA COMO MUITOS EMBASBACADOS NA ILUSÃO FANTASIAS E FICÇÕES INFANTIS PREMATURAS E IMATURAS
  • ESM
    Pode até ser verdade,mas o mapa não é totalmente igual quando apresentado em outros países. Em alguns ele fica de “cabeça pra baixo”, ou com enquadramento diferente, etc o que pode resultar em proporções diferentes. Por isso, não pode dizer que o mundo inteiro ver o mesmo mapa com tamanhos irreais.
  • Alexandre
    A mim o que me interessa , é visitar o maior numero de países e culturas que conseguir ao longo da vida , agora se no mapa a China é do tamanho do Alentejo , sinceramente nem me interessa , o que interessa é que se olhar á procura de algum país e ele está lá….pronto ! Isso é que me interessa !
    • Emanuel Ferraz
      A NÓS O QUE INTERESSA IMPORTA E É VALIOSO É QUE A CHINA É MAIOR NO MAPA E EM QUALQUER LADO DO QUE TODOS OS DO OCIDENTE POSTOS JUNTOS MAS MAIS INTERESSA IMPORTA E É MAIS VALIOSO CONHECER E GOSTAR COM PRAZER , PAIXÃO , AMOR ,GOSTO, DEDICAÇÃO , DEVOÇÃO , ADORAÇÃO E VENERAÇÃO A ÍNDIA E A CHINA E DEPOIS TODOS OS PAÍSES , PESSOAS , CULTURAS , CIVILIZAÇÕES , RELIGIÕES , CIDADES , ETC DO PLANETA TERRA A SEGUIR AOS DE TODA A ÁSIA . ACHAMOS QUE VIAJAR A SÉRIO É O REALMENTE MAIS IMPORTANTE MAIS INTERESSANTE E MAIS VALIOSO E NÃO TER VISITAS DE DOUTOR OU PASSEIOS ROTINEIROS TURÍSTICOS SEMPRE NO MESMO E FECHADOS POR HOTÉIS , RESTAURANTES ETC . ISTO NÃO É SÓ OLHAR POR OLHAR É SABER VIAJAR E A SÉRIO COISA QUE AINDA NUNCA NENHUM MORTAL FEZ ATÉ HOJE NEM NUNCA P FARÁ POR NEM O SABEREM FAZER E NEM TEREM MEIOS SENDO QUE TÊM IMENSOS E ENORMES LIMITES OU LIMITAÇÕES . E CLARO QUE ESTÁ LÁ UM PAÍS ISSO MOSTRA UM POUCO DE FALTA DE RESPEITO E DESINTERESSE OU NEGLIGÊNCIA DE SUA PARTE TAL COMO TODOS OS MORTAIS TÊM PARA COM O PLANETA TERRA EM EXCESSO
    • Emanuel Ferraz
      ISTO NÃO É SÓ OLHAR E ACHAR E PENSAR QUE JÁ ESTÁ FEITO E SABIDO E RESOLVIDO TE DE SER MESMO MUITO MAIS PARA SE REALMENTE SABER ESTAR REALIZADO E MESMO ASSIM NUNCA SERÁ CONCLUSIVO QUANDO DE PAÍSES , PESSOAS, CULTURAS , NAÇÕES , RELIGIÕES , ETC DESCONHECIDOS SE TRATA
  • Ronald Wagner Colombini Martin
    Até hoje, vemos o mapa mundi erroneamente, mas, bonita, espero que no futuro eles o corrigem,mas, falo que o brasileiro sabe mais geografia do que os resto do mundo, ainda falam que a capital do Brasil é Buenos aires? Acreditem se quizer, na verdade a capital do Brasil é Brasília e a capital da Argentina é Buenos aires.
    • Emanuel Ferraz
      Podias ser mais bonito a falar e escrever e dizer “sabe mais geografia (do) que” noutras partes do mundo porque aqui o resto é o brasil relativamente a todas as outras partes que são o 99 % em total limite de 100 % , em todos os aspetos , sendo a grande e esmagadora maioria . Quando te queres referir ao mundo na totalidade tens de ter muito mais cuidado pois ele é muito grande não como o pequenino brasil que é uma minoria em todos os aspetos e todo o ocidente= EUROAMERICA que continua a ser pequeniníssimo em todos os aspetos e uma/a minoria . Tens de perceber que logo aí não estás a respeitar o Planeta em todas as suas dimensões . Este é uma problema de todos os mortais . a mania de chamar resto do mundo quando são a maioria e os que chamam é que são a minoria . Andam a ver muito futebol onde se diz a expressão “resto do mundo” , onde têm bolas circulares ou esféricas como as que meteram no globo . Isto é uma tristeza os mortais pecadores não respeitam o Planeta Terra suas reais dimensões seu ambiente e depois ainda o chutam aos pontapés feitos infantis imaturos . Que desrespeito enorme e grande falta de sensibilidade e humanidade para com tudo e todos . Como não hão-de haver países com tamanhos subestimados e outros sobrestimados . Antes já haviam os globos depois fizeram bolas para futebol e outros desportos foi inspiração no globo Claro que umas puxam outras e antes já haviam bolas em muitos outros desportos e muito antes em tudo o resto onde se usavam bolas/esferas ou círculos. Primeiro a roda , moínhos etc e por aí continuou , continuaram e continuam e vieram as origens das bolas e globos.
  • Igor Neumann
    Pfff… a coisa é muito mais simples do que parece.

    Basicamente a terra e uma esfera em 3d e é impossivel representar de forma fiel uma esfera em uma superficie 2d (papel).

    Entao basicamente vc tem q manter proporcoes ou coordenadas, como o mapa que ficou famoso (Mercador) foi o mapa usado para navegação, onde as coordenadas sao essenciais, e basicamente porque o principal uso durante o auge dos mapas era para o comercio.

    Nesse jogo se pode ver bem como é essa distorçao de area: https://gmaps-samples.googlecode.com/…/puzzledrag.html

    Claro que ter o norte acima foi uma decisao arbitraria, (e é estranho ver ao contrario, apesar de igualmente fiel: http://paulmencke.nl.dualdev.com/…/Upside-down-World…) mas o mapa amplia tudo que estiver longe do equador, O NORTE E O SUL e reduz o que esta na linha do equador.

    Existem muitos outros tipos de mapas, nessa incrivel animação se pode ver os mais famosos e como eles sacrificam coordenadas ou distorcem as areas:

    http://www.jasondavies.com/maps/transition/

    Se quiser um bom compromisso entre area e coordenadas, olhe o tipo “Hammer” que com certeza ja vimos em multiplos lugares.

    Bonus (em ingles):
    Explicacao longa: http://usersguidetotheuniverse.com/?p=1734
    Explicacao em video: http://www.youtube.com/watch?v=2lR7s1Y6Zig
    O que seu mapa favorito diz de vc: http://xkcd.com/977/

  • David Costa
    ò pAulinho.. não conheces o album “Genetration Terrorists” dos Manic street preachers que tem no verso da capa a bandeira da Europa.. tem tudo a ver com isso.. os EUA a “imperializar” o mundo e o conquistar da europa como um continente “civilizado” em prol da “nova desordem mundial”. Negar um plano de controlo mundial e dizer que NWO é “teoria da conspiração” é que me parece atitude de besta
  • Luis Neves
    Uma referência à projeção de Peter na série West Wing: http://www.youtube.com/watch?v=QMlp8BeBJgg
  • Danilo
    Grande parte dos países do hemisfério sul são subdesenvolvidos e tem muito que aprender e desenvolver. Os estudos, as tecnologias, tudo teve inicio na Europa e na Asia, não vejo problema nenhum em discutir sobre “Eurocentrismo” ou “Superioridade dos Países do Norte”, tirando os EUA, que também são colonizados, mas depois de sugar todos os recursos de do próprio território e invadir tantos outros, chegou onde chegou.
  • Renan
    Toda projeção cartográfica tem alguma distorção. Essa projeção (de Mercator) é a mais antiga (século XVI) não mantém a proporção dos países, mas conserva a forma dos continentes, direções e os ângulos verdadeiros. Muito utilizada para navegação marítima e aeronáutica. Ou seja, ideal para a época. E nem é mais esse o mapa mundi utilizado atualmente.
  • Powershamy
    Google Maps e Google Earth mentem!!!
    • Emanuel Ferraz
      Todos os mapas e globos hoje vistos no Planeta Terra mentem pois são de “eua” E COM BASE NA EUROPA DO MERCATOR , PETER , GALL ETC E DEPOIS O ROBINSON de eua É TUDO UMA GRANDE PALHAÇADA . É A MAIOR MENTIRA NA HISTÓRIA JUNTO COM MUITAS OUTRAS TODAS VINDAS DA PARTE DOS OCIDENTAIS EM ESPECIAL DE “eua” “inglaterra” QUE SÃO OS MAIS IGNORANTES SALOIOS PACÓVIOS ILETRADOS ANALFABETOS PRVINCIANOS ALDEÕES TRAPALHÕES DESORGANIZADOS MENTIROSOS PECADORES TERRORISTAS ETC DE TODO O PLANETA TERRA E QUE O MAIS DESRESPEITAM E AO SEU AMBIENTE EM TODO O PLANETA TERRA . ELES ESTÃO SÓ A FAVORECER DELIBERADAMENTE A SI PRÓPRIOS SENDO QUE O MAIOR PAÍS DE TODO PLANETA TERRA É A ÍNDIA DEPOIS CHINA SÓ DEPOIS RÚSSIA EM TODOS OS ASPETOS DESTACANDO A ÁREA E SUPERFÍCIES TOTAIS OU INDIVIDUALIZANDO-AS
    • Emanuel Ferraz
      OS SATÉLITES QUE SE USAM PARA ESSES MAPAS DAÍ DO OCIDENTE SÃO DE EUROPA E “eua” LOGO SÃO MAIS PERTO DESTES SÍTIOS E FOCAM MAIS ELES DANDO FALSÍSSIMA IMPRESSÃO QUE SÃO MAIORES QUE É DA INTENÇÃO DELES . ELES QUEREM FAZER VER MUNDO , CULTURAS , PAÍSES , PESSOAS , POVOS , NAÇÕES , RELIGIÕES COMO NÃO É NEM SÃO E AQUI ENCONTRAS MAIS UM SITE FAKE COM BASE EM “eua” = PROVÍNCIA FALHADA PÁRIA DAS “BANANAS” SEM ESTADOS MAS COM PROVÍNCIAS E PROVINCIANOS DE FAKES E FAKERS K SÓ ADULTERAM /FALSIFICAM E SÃO CEGOS SURDOS MUDOS DEFICIENTES DEMENTES E TODOS OS DEFEITOS SEM NENHUMAS QUALIDADES NEM ATRIBUTOS NEM QUANTIDADES VARIEDADES OU DIVERSIDADES LOGO PECAM EM TUDO
  • Ricardo
    Estão todos errados, o planisfério é plano, ou não seria planisfério, mas sim bolasfério, com formato de bola. E o primeiro desenho é esteticamente mais bonito, pro isso deve prevalecer. Considerem também que o oceano pacífico de fato não existe porque com a abertura do canal do Panamá em 1312 toda a água passou para o atlântico. Por fim, o primeiro desenho permite que se ganhe mais pontos nos programas de milhas das cias. aéreas.
  • Ricardo
    … e alguém poderia me dizer porque as naves espaciais sempre se aproximam da Terra com a proa voltada para o equador com o norte do planeta para “cima” – apesar de não haver para cima ou para baixo no espaço – e nunca pelos pólos ou com o norte do globo “para baixo”???? hen hen ??
  • Kyle Felipe Vieira Roberto
    Aqui.. a pessoa que escreveu o artigo não estuda geografia no mínimo, pois sabe-se que projeções cilíndricas são utilizadas nas regiões do equador, para os extremos é melhor utilizar outros planos de projeção ( a cônica por exemplo) pois elas sim representam melhor a área em determinados lugares.

    Pegue a bola de futebol de seu filho, corte-a em várias tiras de cima a baixo e coloque em um lugar plano. Essa distorção dos polos na projeção cilíndrica é coisa que aprendemos desde começamos a ter geografia na escola.

    Vamos tomar cuidado com os extremismos. Afinal, encontrar teoria da conspiração em tudo (como o Nicolas Cage em seus filmes) é muito fácil, e é nessas horas que os incautos que gostam de agir no impulso começam a fazer besteira.

    • http://portugalmundial.com/ Portugal Mundial
      Aqui… o comentador não leu o artigo no mínimo, pelo menos não aquele que foi lido e percebido por 47 mil pessoas.
  • Julio
    Não tenho inteligência pra entender …
  • Fábio Luis, Siquera Miranda,
    em um contexto político de descolonização afro-asiática?
  • Fernando Ramos
    Para quê complicar a explicação deste “fenómeno” quando temos uma ferramenta potentíssima que pode fazer luz sobre a questão e “decidir” que a projecção que está certa (ou que pelo menos representa mais fielmente as proporções territoriais entre os continentes)?

    Já repararam nas imagens da Terra vista do espaço? Refiro-me principalmente aos vídeos.
    Acham que a os continentes são parecidos com com a Projecção Peter?
    Reparem nas proporções que essa imagens apresentam e digam-me com qual das projecções elas se parecem mais…

    Porque havemos de seguir e aceitar uma explicação apenas porque ela nos parece bem estruturada?
    É assim que nascem os gurus que falam muito mas dizem pouco…

  • Raul Fernando Thomé
    Muito pior que distorcer áreas, em minha opinião, foi considerar que o hemisfério norte ficaria acima do hemisfério sul nos mapas. Isto leva à interpretações de submissão ou poder que ficam gravadas no inconsciente das pessoas.
  • Evangelino França
    cara, quando eu estudei geografia no colégio, o professor sempre falou sobre as desvantagens da projeção de mercator, isso nao foi uma mentira e sim que a imensa maioria das pessoas estão desatualizadas quanto a isso.
  • Claudio Brasil
    O Brasil encaixa no suvaco da África.Agora falando sério, com as medições mais exatas é possível fazer um mapa tridimensional oco ou transparente somente com as marcações pelo lado externo.
  • Luiz Ebling
    Como professor de Geografia, desejo lembrar um pequeno detalhe. Recordo que mestre, há mais de 40 anos, utilizava o sul acima e o norte abaixo. Por que devemos padronizar uma posição, já que é relativa ao sistema solar… Quem está acima? Sim, utilizamos apenas como padronização, para facilitar o estudo. Todavia os poderes exercem seus domínios SUBjugando os dominados. Por egrégora, ou aceitação subliminar, incute-se a ideia de superioridade, fielmente adotada pelos países do hemisfério sul…
  • Claudia Diogo
    Interessante o artigo… interessante também como o tópico passou de interpretação geográfica para colonização, racismo etc… Só gostava de acrescentar que realmente isso de os povos se terem deslocado e ás vezes até imposto a outros povos de facto não terá sido a coisa mais bonita de se fazer, mas o certo e verdade é que de facto iniciou a globalização. Só quero lembrar toda a gente que isso já foi há séculos atrás e toda a gente deve por isso para trás das costas, tanto a suposta “glória” como a “derrota” pois como já foi mencionado já nada está igual. Só me admiro é que como é que todos esses países que foram cruelmente colonizados, se agora se encontram assim tão infelizes, porque não voltam a por-se como em 1500 ? Já que ninguém lhes levou ou ensinou nada que valesse a pena…
  • César Serradas
    Super interessante. Mas não acredito que tenha sido um processo colonizador intencional.Também achei interessantes algumas opiniões formadas e achei até interessante o vernáculo usado de “cima” e “baixo”. A verdade é que escrevemos de cima para baixo e não de baixo para cima. É natural que tenha havido uma escolha natural de colocar o ponto de origem em cima. Do ponto de vista do Universo não existe baixo nem cima. O hemisfério Norte não é o de cima. Mas deve-se aceitar sem teorias da conspiração.
  • César Serradas
    Já agora uma provocação adicional. Para quem acha que esta interpretação bidimensional de um planeta tridimensional é exploratória para os países colonizados, é porque acredita que por os países colonizadores parecerem maiores isso lhes é benéfico. Ou seja, os que acreditam na teoria da conspiração acreditam que o tamanho é importante. Querem reduzir o “poder” colonizador a uma questão de tamanho. Independentemente do tamanho existiram nações colonizadoras dominantes. Outra coisa engraçada, é que aparentemente quem está por cima também está “melhor”. Ou seja, cai a falácia que tamanho não é documento. Pelos vistos para estas pessoas tamanho é importante e é uma demonstração de domínio. Estar por cima também. O que acham as senhoras disto?
  • Silvio Monteiro
    Na verdade não precisa nem ser professor de geografia (Eu fiz dois anos de Geografia na UFRGS), para saber que não é possivel representar uma esfera num plano. Quando estudava, tanto no fundamental (isso la nos anos 70), as professorar alertavam sim para esse problema, principalmente quando alguem gritava “Nossa! Como a Antartida é enorme!”. Agora claro, sempre alguns paises irão tentar aparecer mais que os outros. Querem mudar? Vamos parar de BBB, Futebol e Carnaval e vamos estudar mais, um dia quem sabe, um brasileiro cria uma nova, definitiva e verdadeira projeção plana de algo esferico..

    .

  • Stanislaw Cordeiro
    Muito bom. Sempre quis saber como se faziam os mapas no passado. Pode-se dizer que o filho da mãe do Mercator era mestre em puxar a sardinha à sua brasa. Hoje porém, o que pode orientar projeção melhor e mais aproximada da realidade é a imagem transmitida pelo satélite. Os eruditos colegas que me precederam tem lá as suas preferências, digamos, políticas ou filosóficas, mas eu, entre tanto eurocentrismo, terceiro-mundismo, racismo, achismo, esteticismo e, claro, costumeiro exibicionismo, prefiro o desenho da verdade : se no mundo real, onde vivo, oito é menor que dez e sete não cabe no quatro, corrijam-se logo as medidas dos planisférios e mapas. Fica decretado o fim da controvérsia.
  • ggondim
    Não existe representação didática do planeta melhor do que um globo terrestre de mesa.
  • Kahliel
    Na minha opinião e para não favorecer qualquer dos países ou continentes é só centrar mesmo “pelo meio”… Pelo equador, e logo seja para cima ou para baixo destorcerá na mesma escala. Se por um lado os países mais periféricos ficarão maiores, os de África ou América Latina ficarão centrados… Divide-se o mal pelas aldeias.
  • Paulo Roberto Silva
    O Mapa Mundi – a mentira a que já nos habituamos! A cartografia não é só uma “ferramenta” de localização, é, como quase tudo uma ferramenta, também, ideológica! Todas as projeções são ideológicas ou usadas como tais. Não tem “inocente” nestas preferências. Nós, quanto professores, eu de Geografia, temos que apresentar ao educando as projeções e suas particularidades ideológicas, suas desconfigurações conforme a necessidade de localização ou de direção e provocar neles a crítica.
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  • Emanuel Ferraz
    BEM
  • Emanuel Ferraz
    Pessoal vou deixar tudo cair por terra . todas as falhadas tentativas para “representar” de algum modo este Planeta. Digamos a Verdade . Não existem nenhuns globos ou planisférios nem satélites que consigam representar e apresentar o Planeta os países , pessoas , civilizações , culturas , religiões , nações , pátrias , ilhas todos os seres e coisas existentes na sua totalidade . Sou um Grande Professor das Grandes Geografia & História REAIS de que tanto sou amante , apaixonado e fascinado e que são as minhas preferidas disciplinas . Então vós achais que os mapas , globos , satélites etc têm O REAL TAMANHO DE TUDO E TODOS ou são donos de toda a VERDADE . OS NÚMEROS SÃO MEGA SUBJETIVOS AS MEDIDAS E ESTIMATIVAS AINDA MAIS E NÃO SÃO EXACTOS . AS ÁREAS DE TODOS OS PAÍSES EM NROS ESTÁO TODAS ERRADÍSSIMAS E SÃO PARCIAIS , NÃO ISENTAS , DEPENDENTES , DISTORCIDAS ETC PARA ENGANAR MENTIR AO POVO O DEIXANDO COM FALSAS PERCEPÇÕES E CONCEPÇÕES SOBRE TUDO E TODOS . NADA É CREDÍVEL NEM NINGUÉM DE ENTRE TODOS OS MORTAIS PECADORES . OS TAMANHOS DIMENSÕES EXTENSÕES VASTIDÕES LONGITUDES LATITUDES COMPRIMENTOS LARGURAS ALTITUDES NÃO ESTÃO EM RELEVO NEM DESTAQUE POIS NÃO SÃO INCLUÍDOS . TAMANHOS REAIS DE PAÍSES , CONTINENTES ETC NUNCA SE SABERÃO NO MUNDO DA ILUSÃO SEM LIMITES E COM LIMITADOS PECADORES MORTAIS MENTIROSOS . ONDE ANDAM AQUELAS GRUTAS CAVERNAS MONTANHAS RAVINAS ETC TERRAS TERRENOS E TERRITÓRIOS LAGOS RIOS MARES PRAIAS ATÉ INTERIORES QUE NÃO SE CONHECEM NEM DA EXISTÊNCIA E A MEGADIVERSIDADE ANIMAIS E PLANTAS , FLORES , FRUTOS ETC DESCONHECIDOS . NENHUM MAPA GLOBO OU SATÉLITE OS CONTÉM CLARO É ÓBVIO . MUNDOS TOTALMENTE DESCONHECIDOS QUE TORNAM OS PAÍSES , TERRAS ETC MAIORES E MUITO MAIORES .E PENSO MAIS NÃO REVELAR
  • Emanuel Ferraz
    MAPAS GLOBOS E/OU PLANISFÉRIOS = visões e opiniões pessoais ou colectivas projetadas e pensadas , mesmo que mal , com intenções mas sem razões e apenas por causas normalmente e naturalmente favorecidas sempre pelo seu ou seus lados
    MUNDO = grande conjunto de muitas realidades muito diferentes ou diversas no Planeta Terra da Diversidade , e que se quer da Unidade ,sendo que essas REALIDADES SÃO MUITAS MAIS DO QUE TODOS OS MAPAS , GLOBOS E MAPAS MÚNDI EXISTENTES QUER DIGITALMENTE , EM PAPEL OU MATERIALMENTE E SÃO BEM MAIS CERTAS DO QUE SATÉLITES . CONTAM MAIS AS EMOÇÕES E SABEMOS QUE EMOCIONALMENTE QUEM FAZ MAPAS , GLOBOS , SATÉLITES OU PLANISFÉRIOS AS TEM E AS FAZ REFLETIR , DE CERTO MODO E ATÉ CERTO(s) PONTO(S) , NELES FAVORECENDO SUAS TERRAS
  • nelson carvalho
    e se a terra for plana ?… veja o logo das nações unidas e faça as sua medições…
    • Emanuel Ferraz
      BEM LEMBRADO NÃO SE DEVE QUERER FAZER VER O MUNDO E MUNDOS PESSOAS CULTURAS RELIGIONS ETC COMO ELES NÃO SÃO MAS COMO SÃO E NÃO SE DEVE TENTAR PENSAR OU FANTASIAR MUITO COMO SERÃO OU DEVEM SER TODAS AS COISAS E SERES POIS SÓ SE SABERÁ AO LIDAR E VER OUVIR CONVIVER ETC COM ELAS . MAIS UMA PERSPECTIVA BEM DADA K ESTIVEMOS SEMPRE A PENSAR . SERÃO ASSIM TÃO ERRADOS OS SATÉLITES TODOS /TECNOLOGIA TODA . BEM NÃO PENSO NEM PENSAMOS QUE ASSIM SEJA POIS A TERRA NÃO É PLANA E JÁ ESTÁ COMPROVADO POR VISTAS ESPACIAIS OU DO ESPAÇO K O PLANETA TERRA É MAIS PARA O REDONDO APESAR DE ESTAR BEM LONGE DISSO MAS TAMBÉM NÃO É ACHATADO O PLANETA TERRA É FEITO DE IRREGULARIDADES IMPERFEIÇÕES NO MEIO DA PERFEIÇÃO DE TER VIDA E NATUREZA QUE NÓS DEUSES REAIS CRIÁMOS . ESSE PLANETA TERRA MÁGICO TEM RELEVOS E ESCARPADOS RECORTADOS E RECORTES OU /E CORTES E BRUSCOS , DE CORTAR A RESPIRAÇÃO, SEJAM COSTEIROS OU DE ALTITUDES DE INTERIORES OU LITORAIS . POR ISSO QUE TEM OÁSIS NO MEIO DO DESERTO OU DOS DESERTOS TEM FALÉSIAS NAS BEIRAS DAS COSTAS TEM LAGOS TAMBÉM NOS DESERTOS E MONTANHAS TEM QUEDAS DE ÁGUA COMO CASCATAS OU CATARATAS/CACHOEIRAS ETC ETC ETC A NATUREZA É BELA LINDÍSSIMA PERFEITÍSSIMA E SUPERPODEROSÍSSIMA . A MÃE -NATUREZA É SUPREMA POIS POR NÓS DEUSES REAIS FOI CRIADA E NADA NOS PODERÁ REPRESENTAR MELHOR EM TODO NOSSO AMOR , MILAGRE, MILAGRES , MAGIA , MISTERIOSO , MARAVILHOSO E DIVINO DIVINAL BEM COMO DE GRAÇA , GENEROSIDADE , GENTILEZA , NOBREZA E AMIZADE . NOSSA GRATIDÃO TAMBÉM É EXPRESSADA POR MEIO DA NATUREZA
    • Emanuel Ferraz
      A “ONU” SEMPRE ESTEVE ERRADA E SEMPRE ESTARÁ COMEÇANDO LOGO PELAS SUAS RIDÍCULAS ATRASADAS E ULTRAPASSADAS OBSOLETAS “IDEIAS” . ELA É DESORGANIZADA DESUNIDA E MUITO FRAGMENTADA EM SUA NATUREZA E NÃO REPRESENTA NADA MENOS AINDA NAÇÕES QUE SÃO INTEIRAS E NÃO PARCIAIS . POR ISSO QUE TÃO IMATURA EMBRIONÁRIA E INFANTIL IRRESPONSÁVEL DESORGANIZAÇÃO SEMPRE FOI É E SEMPRE VAI SER TOTALMENTE ERRADA. COMEÇAM LOGO NOS CALENDÁRIOS A ERRAR UM DIA PARA ISO OUTRO PARA AQUILO E TODOS OS DIAS , NA REALIDADE SÃO DE TUDO E PARA TODOS , NÃO É SÓ PARA UNS COMO OS UNS QUE ESTÃO NA “ONU” FAZENDO CORRUPÇÃO, ROUBANDO , ENGANANDO E MATANDO MUNDO AFORA
  • https://plus.google.com/u/0/115186438930184900150/posts Daniel Steinman Martini
    Olha, projeção do mundo com dimensões corretas não existe, a Projeção de Gall-Peters mostra o Velho Continente muito menor do que é e a de Mercator mostra a África bem menor. As projeções de mapa mundi possuem contexto histórico e não seguir a dimensão real.
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