Insólito Saúde

Pai do transtorno de déficit de atenção declara-se mentiroso

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“TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia”.  Foi assim que Leon Eisenberg descreveu a doença que ele próprio etiquetou.

Essas foram as palavras de Leon Eisenberg, o “pai científico do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade)”, na sua última entrevista antes de falecer.

Leon Eisenberg teve uma vida luxuosa com a sua “doença fictícia”, graças às vendas de medicamentos. Coincidentemente, ele recebeu o “Prémio Ruane para Pesquisas Psiquiátricas com Crianças e Adolescentes” (Ruane Prize for Child and Adolescent Psychiatry Research). Ele foi um líder na psiquiatria infantil por mais de 40 anos com o seu trabalho em experimentos, pesquisas, aulas e políticas sociais na área da farmacologia, e por suas teorias sobre autismo e medicina social”, segundo o jornal Psychiatric News.

Pois é, até admitiram que são TEORIAS. A indústria médica está a utilizar o pretexto de ajudar crianças para despersonalizar os nossos filhos e desconectá-los de uma criação saudável e normal. Pais estão a expor os seus filhos a essas drogas e sujeitando-os ao que o mundo tem a oferecer, quando na verdade tudo o que essas crianças buscam é os seus pais.

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Nos Estados Unidos, uma em cada 10 crianças na faixa dos 10 anos toma medicação para TDAH diariamente… e a tendência é de aumentar. E com a ajuda das pesquisas do programa Teen Screen nas escolas públicas, estão a tentar preparar o estudante para o fracasso.

A psicóloga americana Lisa Cosgrove e outros profissionais revelam os factos no seu estudo Financial Ties between DSM-IV Panel Members and the Pharmaceutical Industry (Ligações Financeiras entre os Grupos de Trabalho do DSM-IV e a Indústria Farmacêutica) [DSM-IV é a 4º revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria]. Eles descobriram que “Dos 170 membros do comité, 95 (56%) tinham uma ou mais ligações financeiras com empresas da indústria farmacêutica. Cem por cento dos membros dos grupos de trabalho para ‘transtornos de humor’ e ‘esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos’ tinham ligações financeiras com empresas farmacêuticas”.

E eles estão a colher enormes benefícios dessa “doença fictícia”. Por exemplo, o director assistente da Unidade de Psicofarmacologia Pediátrica do Hospital Geral de Massachusetts e professor associado de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Harvard recebeu “um milhão de dólares em rendimentos de empresas farmacêuticas entre 2000 e 2007”.

Marc-André Gagnon e Joel Lexchin, que há algum tempo pesquisam sobre publicidade farmacêutica, realizaram um estudo que mostra que a indústria farmacêutica americana gastou 24,4% das vendas em dólar em publicidade, contra 13,4% em pesquisa e desenvolvimento no ano de 2004. Isso é quase duas vezes mais dinheiro para empurrar suas drogas nas pessoas que para pesquisar e garantir que são seguras!

adhdIsso levanta a seguinte questão: Será que essas drogas são seguras?

Leia alguns dos efeitos secundários das bulas:

  • Confusão
  • Despersonalização
  • Hostilidade
  • Alucinações
  • Reacções maníacas
  • Pensamentos suicidas
  • Perda de consciência
  • Delírios
  • Sensação de embriaguez
  • Abuso de álcool
  • Pensamentos homicidas

Por que algum pai iria submeter seus filhos a drogas com efeitos colaterais tão perigosos?

O Dr. Edward C. Hamlyn, membro fundador do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha, afirmou em 1998 que “o TDAH é uma fraude cuja intenção é justificar a iniciação das crianças a uma vida de vício em drogas”.

Os críticos alarmados com o desastre Ritalina estão a receber o apoio de um lado totalmente diferente. O semanário alemão Der Spiegel citou na sua reportagem de capa, o psiquiatra norte americano Leon Eisenberg, nascido em 1922 como filho de imigrantes judeus russos, que era o “pai científico de ADHD”, teria dito com a idade de 87, sete meses antes de sua morte na sua última entrevista: “O TDAH é um excelente exemplo de uma doença fictícia”
 
Desde 1968, no entanto, cerca de 40 anos, a “doença” de Leon Eisenberg tem assombrado os manuais de diagnóstico e estatística, primeiro como “reacção hipercinética da infância”, agora chamado de “ADHD”. O uso de medicamentos TDAH na Alemanha aumentou em apenas 18 anos de 34 kg (em 1993) para um registo de nada menos do que 1760 kg (em 2011) – o que representa um aumento de 51 vezes nas vendas! Nos Estados Unidos contabilizou-se um aumento de consumo de Ritalina em 700% em apenas um ano… Com uma tendência crescente.
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Fonte: WND, World Public Union

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  • Walter J. M. Negreiros
    Pelo que compreendi foi apenas no sentido da necessidade de tratamento com drogas. Não que não seja uma questão psicossocial legítima, mas que é um problema muito mais da formação do sujeito do que de questões biológicas.
  • Lucia Amy Sankhya Sintra
    . Alertar mobilizar sociedade em geral ao boicote do sistema mundial pertinente à saúde mental psico emocional físico social.
  • Mario Virgilio Carvalho
    Quando criança era considerado um inferno, fui expulso de escolas, fui expulso até da escola de samba, aos 13 anos fui jogado em uma prisão de maiores, ajudei os presos a fugir. depois experimentei tudo quanto é droga, não gostei de nenhuma. durante este tempo tive um pai legal cujo ensinamento era, meu filho na vida faça só o que é bonito e não faça nada escondido porque é feio. Este foi o único remédio que eu tomei para curar das minhas maluquices. e hoje dou risada. deem isso aos seus filhos também, mas dê o exemplo também.
  • Julio Rodrigues de Paula
    Tomo Ritalina desde os 8 anos de idade, essa notícia é como levar um tiro na testa.
    • Cecilia Vianna Loeb
      Então, Julio, cuidado ao parar. Tenho visto muita gente que acaba trocando essa “coisa” por drogas pesadas. Procure o pessoal que trata do assunto pra ter ajuda. Boa sorte !
  • Voorhees Jason
    EISENBERG… o sobrenome explica o comportamento desse verme!
    • Edi Sto
      O que o sobrenome explica?
  • Wanessa Araújo
    Eu não sei se algum dos participantes aqui é educador, se convivem com crianças todos os dias ao ponto de acompanhar seu desenvolvimento cognitivo. Eu sou neuropsicopedagoga.. é só um nome longo rsrsr… Em fim, acompanho crianças com dificuldades de aprendizagem e já tive a oportunidade de acompanhar um aluno que depois de trabalhar tudo que podemos na sala de aula, com os professores e metodologias pedagógicas, comecei a avaliação dele para a hipótese de um TDA/H. Não é fácil você ver nos olhos de uma criança de nove anos a baixa auto estima, ele acha que não é capaz, ver a sociedade achar que ele não passa de um “preguiçoso e rebelde”. Ai você ver o sofrimento dessa criança, começamos conversando com os pais tentando explicar para eles o que é um TDA/H, fazemos as avaliações, encaminhamos para o profissional responsável pela intervenção medicamentosa (neurologista). Depois vemos o resultado, uma melhora significativa da atenção, a aprendizagem começa a fluir mais rápido, o sorrido da criança muda, a auto estima melhora, pois agora ele sabe que ele não é um “preguiçoso”.. ele apenas precisava de um acompanhamento, assim como a criança que tem diabetes, asma, pressão alta e etc… Não vamos dizer que não exista o TDA/H, senão voltaremos para época que as crianças sofriam com repreensões desnecessárias porque todos achavam que ela era “burra, irresponsável, rebelde e preguiçosa. Esse tempo acabou. Dificuldade de aprendizagem existem, e o TDA/H na minha prática já presenciei este fato. Me assusta este tipo de reportagem.. Daqui a pouco vamos dizer que a obesidade não existe, é a pessoa que come de mais, que asma não existe é frescura da pessoa (já passei por isso). Diabetes também não, é só para de comer doce.. Será retroceder em algo bom para ajudar crianças e alunos.
    • Pedro Dias
      Olá Wanessa, sou pedopsicólogo há mais de 15 anos (um nome bem mais pequeno) e lamento não concordar em nada consigo. Até hoje não vi a necessidade de medicar qualquer criança com TDAH para resolver os problemas que alegadamente provém de neurotransmissores.

      Está a comparar alhos e bugalhos já que qualquer uma das doenças que falou podem ser acompanhados com exames clínicos enquanto não existe um único exame clínico capaz de suportar a existência de TDAH.
      O fármaco é o caminho fácil, dá estabilidade falsa… e constrói um adulto autodestrutivo e sem futuro.
      Mas lá está, o meu título é mais pequeno por isso não devo perceber muito disto. 😉

      • Wanessa Araújo
        Boa tarde Pedro Dias. Gosto de argumentações e trocar ideias com pessoas, respeito seu ponto de vista. Mas não se trata meramente de neurotransmissores. Mas de todo conjunto das funções executivas do cérebro e especificamente dois neurotransmissores que são importantes para a atenção, a dopamina e a norepinefrina. Se quiser aprofundar e estudar como biologicamente é a estrutura cerebral das funções executivas com relação a atenção e seus deficit, deixo a sugestão do livro: Transtorno de deficit de atenção – A mente desfocadas em crianças e adultos. De Thomas E. Brown – Editora artmed. Pode ler especificamente as paginas 27 a 29. Lá fala em detalhes sobre esses processos neurobiológicos, mostrando que existe sim um fator físico do corpo para esse transtorno. E na atualidade neurocientistas estão estudando aparelhos que medem os níveis destes neurotransmissores medindo as sinapses no momento que a criança ou o adulto tenta se concentrar em suas tarefas é muito interessante. Mostrando que as sinapses neste caso são mais lentas, dificultando a atenção. 😀
        • Pedro Dias
          Antes de mais obrigado pelo conselho de literatura sobre o assunto. Conheço muito bem o trabalho de Thomas Brown, e tive já o prazer de assistir ao vivo a dois workshops dele aqui em Portugal. Citando aproximadamente uma das frases que ele repetiu: de facto ainda não há uma única forma de fazermos uma análise física que sustente a doença, mas podemos monitorizar a sua evolução após o diagnóstico.

          Acho o trabalho deste e de outros senhores muito válido e importante, no entanto também sei que a Yale School of Medicine e a subsidiária Yale Clinic for Attention and Related Disorders da qual é director, são patrocinadas maioritariamente por dinheiros privados administrados pela Alcon, que é uma empresa parte da corporação Novartis da Suiça que comercializa nada mais nada menos que a Ritalina. Para mim, a credibilidade de palavras pagas pelos interessados desce quando baseada apenas em estudos e teorias com zero formas de comprovar fisica e clinicamente.

          Obrigado pela pequena troca de ideias… :)

          • Julia Gutgold
            quando meu filho completou 14 anos, a escola me deu a noticia que meu filho tinha TDAH ..fizemos os testes que eles consideraram necessários e começou tomar ritalin… não notei diferença nenhuma, mas sou leiga no assunto… Ok.. este ano, com 16 anos, por conta e risco meu, deixei de dar o remedio a ele, e nao noto diferenca algum no comportamento escolar dele, ao contrario acho que suas notas melhoraram… em questoes de comportamento ele sempre foi muito quieto, mas auto estima baixa.
            Normalmente o adolescente tem auto estima baixa e isso ja esta mudando nele , com o fato dele estar crescendo…
            não acredito no ritalin.
          • silvia mara
            desculpe, mas nao acho que seu filho tinha tdah, talvez por isso não tenha feito diferença a medicação, crianças com essa doença são tudo menos quietas. Meu filho nunca parou sentado desde quando começou a andar.
          • Cecilia Vianna Loeb
            Eu fui assim, Silvia, e foi indicado pelo meu neurologista, Dr. Lefévre, um médico hiper bem conceituado (chamado de pai da neuropediatria) e o que ele receitou e me ajudou pra caramba foi muuuuito esporte, e obrigatoriamente todos os dias (3 a 4 vezes ao dia) exercicios de atenção pelo tempo que eu conseguisse ficar parada, que foi aumentando aos poucos até ficar legal. Não deixe seu filho ficar abobalhado com essa porcaria !!!!
          • noserobamás
            Concordo a 100%.

            Só acrescentaria também uma dieta rica em vegetais, fruta e peixe, comprovadamente mais saudavel e nutritiva.

            Parece-me assim mesmo bastante credivel a teoria da “dieta paleolítica” que ao contrario de demonizar o colesterol dos ovos exclui sim aquilo a que o homem pre-agricola não estava adaptado ha 6-10.000 anos (nem portanto nós). Consideram os cereais tóxicos, e despoletadores de reacções autoimunes e inflamatórias, que embora só evidentes no caso dos celíacos com o gluten, são a meio longo prazo causadores da maioria das maleitas humanas que consideramos inevitaveis. Tamém excluem julgo que com razão o leite excepto para os bébés o leite humano.
            Está claro que os cereais abrangem todo tipo de derivados por intermedio das farinhas, como pão massas, bolachas.
            E assim mesmo os outros produtos purificados como açucar (refrescos etc) e alcool destilado.

            Existe documentação actualizada sobre os maleficios dos cereais e mais ainda do gluten (que está presente na maioria excepto milho e arroz, este último menos tóxico)

          • Claudia Tavares
            Silvia, concordo com a Julia Gutgold. Meu filho foi diagnosticado TDAH aos 7 anos. Meu pacote veio completo, além de TDAH, ele tinha dislexia, disfonia e TOD. Durante 2 anos fez uso de Ritalina 9ele tomava 1 e 1/2 comp. pela manhã e a mesma dose a tarde)e não vi a menor diferença no comportamento dele. Continuou inquieto, não sentava nem pra comer. Depois de várias pesquisas na internet, resolvi parar com a Ritalina. A vida do meu filho continuou normal mesmo sem a Ritalina, como se ele nunca tivesse tomado a droga.Hoje é um homem de 21 anos e vive muito bem, procurei mudar a alimentação dele evitando alguns alimentos, principalmente os que levam muito corante e ele tem consciencia do seu transtorno e procura controlar.
          • noserobamás
            Procure informação também sobre a “dieta paleolítica”, a única que os nossos ancestros tinha até ha 6-10.000 anos (até o inicio da agricultura).
            Parece estar comprovado que não estamos adaptados ao uso de cereais e as farinhas suas derivadas. O seu uso e em particular o”gluten” na maioria contido são supostos atacar o sistema digestivo e abrir a “porta” a todo tipo de detritos e microbios ao nosso sangue.
            O leite também é regeitado nesse tipo de alimentação contra as inflamações e perturbações auto-imunes.

            Por outro lado, num documentario sobre o MacDonald’s chamado “Super Size”, o realizador visita também uma escola americana tipo reformatorio onde tinham introduzido um programa piloto com alimentação rica em vegetais e livre de refrigerantes e outras porcarias e que tinha resultados surpreendentes no comportamento dos internos.

          • Eduardo Wyllie
            Parece estar comprovado? Como? Por quem? De que forma? Isso é ridículo. Posso citar desde casos individuais até povos que dispensam o consumo de carne e baseiam sua dieta em cereais sem qualquer prejuízo à saúde, pelo contrário, com muito sucesso. Modas como a perseguição ao glúten, por exemplo, embaralham a cabeça das pessoas, se há um efeito óbvio no consumo de carne é a obesidade (não obstante diversas outras doenças), pois ninguém precisa de um excesso de gordura e proteínas como a carne fornece. Se acha que deve-se comer como os ancestrais, trate de caçar suas presas, e não estou falando de vaquinhas dóceis no pasto, pois só um tremendo gasto de energia justificaria tal excesso de proteínas e gordura. Por fim, o que pensa ter os cereais a ver com TDAH? Baseado em que ou pelo menos em quem você estabelece esta correlação?
          • noserobamás
            Isso chama-se ser criança.
          • Eduardo Rondon Teixeira
            TDAH.

            ou deficite de atenção E hiperatividade.

            Se preferir déficite de atenção POR hiperatividade.
            tudo esta ligado. A mente é uma só. eu tenho 2 filhos. Um é calmo e teve o mesmo diagnóstico que eu. Já o outro é super agitato. Pode sofrer a mesma coisa com características diferentes. Também talentos diferentes.

          • Kikas Fuentes
            Força Júlia. acjo que está certa. Se o homem que “inventou” essa treta confessou que era tudo uma farsa, sabem mais os ILUMINADOS que usam isso como panaceia pata tratar sintomas sem ir à causa, causando danos tremendos às crianças e jovens??????????????
          • noserobamás
            Parabéns por se ver livre dessa droga e fico contente por não ter sofrido ao tirá-la de repente. Normalmente a adaptação do corpo e cérebro ao desequilibrio causado pela droga faz com que ao deixá-la se necessite de um novo periodo de adaptação e de reequilibrio sem ela. E quanto mais tempo tiver sido tomada pior.

            A chamada “industria da saúde” não é senão a Industria da Doença. E o seu lucro provêm de convencer as pessoas a comprar-lhe. A bem ou a mal.

            Assim grande parte dos médicos e a maioria da industria farmacéutica não se interessam pela sua saúde.

            Eventualmente pela sua eventual doença, a sua verdadeira fonte de rendimento.

            Assim, não se devem opor à maioria das situações e habitos que o possam adoentar. A medicina preventiva (a melhor de todas) é praticamente inexistente!

            E se não estiver doente,nada como convencê-lo de que está! (novas doenças, novos medicamentos, novas consultas).

            No caso psyquiatría, considerada uma pseudo-medicina até ha ouco pelos outros médicos, a chegada de “remédios” para receitar e a abertura de consultorios onde poder ampliar o espectro do seus “pacientes” fez inchar a sua ambição e arrogancia.

            Esta ambição e arrogancia injustificadas conduziram a uma inconcbivel prepotencia. Resultando em que embora sejam em grande maioría ineptos e corruptos aspirem desde há algumas décadas a ter toda a humanidade como “pacientes”.

            E muito pior, os seus líderes aspiram a ser essenciais à dominação da humanidade junto com os seus “iluminados” chefes político-banqueiros.

            Recomendo o seguinte video:
            “Mother Faces Down Swat Team & Tank For Refusing to Drug Daughter”

            http://www.youtube.com/watch?v=6hIlo7KD2L0

            Os editores “CCHR” (embora suportados e pertences à “igreja” de cientologia à qual nem pertenço, nem apoio, nem conheço) fazem um excelente trabalho de denuncia da industria psyquiátrica.
            Há uns anos atrás, quando quase morri nas mãos desses psicopátas, o YouTube somente mostrava videos até 10min. Talvez por isso, visitando o site da CCHR enviaram-me gratis o seu DVD de 2-3 horas “O marketing da loucura” que tem em quase todos os idiomas.

            Repito videos do CCHR confio e recomendo. Muito elucidativo e penso que correcto

            Outra coisa é a associação por trás de CCHR (a “Igreja de Cientología”). Não conheço nem recomendo. Não desconfio necessariamente dos seguidores, mas desconfio por principio dos fundadores de qualquer nova “seita” religiosa (desde os 1800).

          • Eduardo Rondon Teixeira
            Olá. Eu tenho 42 anos e tomo ritalina há 6 meses. A sensação com o remédio é muito sutil. Eu tomei o Venvance, não foi notada a ajuda. Passei ao ritalina LA. Ai sim já notei. Me mantem sim mais alerta. Mas não ajudou a manter um emprego de engenheiros em uma obra enorme, sendo eu arquiteto e com experiências limitadas naquelas especialidades. Minha autoestima foi destruída durante a infância e adolescência. Meu casamento com uma mulher com uma mente privilegiada me colocou mais para baixo como o relacionamento conturbado que tivemos e com as insistentes acusações que ela me fazia por qualquer motivo, como e sem razão. Até hoje eu não sei se alguma coisa daquelas eu tinha ou não culpa. Por não julgar bem algumas situações. Outras eu tinha claro que eram irrelevantes, mas o desgaste era tamanho que as brigas aconteciam mesmo assim, mesmo por motivos fúteis ou que não justificasse uma conversa rude, quanto mais uma discussão ou uma brga.
          • Vanessa Soares De Oliveira
            Não é nem nunca será um medicamento a resolver as complexidades da vida, mas sim a CONSCIÊNCIA! Que é algo que se trabalha, desenvolve com suor e lágrimas mas traz muitas alegrias… Só o trabalho interno traz frutos reais e doces aos nossos lábios 😉
          • valeska
            Amo um papo inteligente com pessoas iluminadas por assim disser. Continuem
          • Ana
            Gostei muito da sua resposta. Tenho 54 anos e descobri que sempre tive TDA, mas por um contexto familiar e como é uma “disfunçao” (?) nova, não fui avaliada, muito menos atendida po médicos ou psicólogos. Aliás, hoje agradeço em parte por isso. O que seria de toda a minha criatividade se tivessem receitado Ritalina? Sou pedagoga e professora e acho que realmente existe o TDA e TDAH, porém acredito em terapias alternativas e humanas para essas crianças. Já adulta, fui a um neurologista que me receitou, sem muitos critérios, Ritalina…foi horrível! Tomei uma vez, nunca mais!
          • Joao Coelho
            Correto, Pedro Dias! A indústria farmacêutica compra todas as pesquisas favoráveis a o uso das drogas, e tudo pode ser comprovado. Tenho lido vários documentários comprovando isso.
            O próprio inventor da doença disse que é fictícia, portanto, não há o que discutir. Aliás todas as doenças que a psiquiatria trata são, porque não existe nenhum exame que as comprove.
            O documentário no youtube, “Psiquiatria: A Indústria da Morte” prova a farsa.
        • Silma Matos
          É mais fácil encher uma criança de remédios, assim vc mantém o controle sobre as suas atitudes, o comportamento, estimular a criança, ensinar de fato, ser um mestre no sentido real da palavra é mais difícil. Missão que poucos educadores estão dispostos a seguir.
          • Danielle Miranda
            PArabéns pela resposta!!!é isto aí..é mto mais facil dopar..””tapar”” os olhos de quem quer ver..do que mostrar..ensinar..ajudar..educar…envolver…vivenciar…com os alunos…é o que alguns educadores…querem..deixar as crianças quietas..robóticas..
          • Jamille Sant’Ana
            Não concordo com a opinião de vocês em relação aos educadores estarem dispostos a dopar seus alunos…. Primeiro não somos pais, somos alfabetizadores , segundo não somos médicos quando você encontra um aluno com 10 anos que não consegue ao menos se sentar na cadeira por 7 segundos, que se dispersa o tempo todo que não se interagi e não consegue oque se passa ao seu redor é triste para um professor, pois vc lança mão de vários recursos e não atinge esse aluno, ele mesmo sente isso e fica frustado.
            Eu não aceito o rótulo de educador quem me educou foram meus pais, eu sou alfabetizadora assim como meus professores foram… hoje nos deparamos com vários tipos de situações em sala que estão além da função de professor e a sociedade exigem que demos conta disso. É fácil joga todo na nossa conta, dizer que o professor é negligente, omisso e preguiçoso, sendo que muita das vezes somos os únicos que nos importamos com as crianças.
            Lendo isso peço para que essas pessoas fiquem 1 semana em uma sala com 30 alunos, com várias características diferentes, sem estrutura, sem material e sem apoio.
            Sabe porque esse desabafo? Porque essas pessoas não tem noção do que é uma sala de alfabetização no Brasil.
          • Cecilia Vianna Loeb
            Quem tem que tratar a criança são os pai, não o professor, mas daí a indicar pros pais o caminho mais fácil….
            Além de ter sido hiperativa em criança fui também professora…
          • Letícia
            Penso que não se trata de responsabilizar o professor, como você disse educação não cabe a este profissional e sim alfabetização, porém se o professor se recusa a educar em seu ambiente escolar o qual é o marco primeiro da vida em sociedade de toda criança e onde esta passa um período considerável de tempo, como exigir dos pais um controle sobre o comportamento do filho quando não sabem como é esse comportamento naquele ambiente social? Quem está com a criança na escola e vê o seu comportar é o professor. Contudo é lógico que a criança te m influências principalmente vinda de casa. Dessa forma defendo o fato de que deve-se trabalhar em conjunto, pois a dinâmica da educação engloba todos que acompanham o desenvolvimento da criança. Esta por sua vez precisa ser compreendida como um todo pois ela não vai pra escola apenas se alfabetizar, ela leva consigo emoções, suas características e comportamentos, ela não vai aprender e vai para casa; ela se relaciona com o meio.
          • noserobamás
            Ainda bem que o diz.
            Em Portugal também são 30 crianças numa turma.
            Não sou professor mas calculo que não seja manejável.

            Quando eu era criança, embora os apelos para a dissipação da atenção da criança no seu entorno fora da escola ou da aula eram certamente menores em número e intensidade e certamente mais naturais.

            Mas duvido mesmo assim que ha 40 anos fossemos tantos na sala de aulas.

            Hoje em dia não são só os pais numa roda viva antinatural. As crianças na maioría vivem fente a um écrã: com televisão, consola de video-jogo, smartphone, computador, redes sociais. A serem continuamente hipnotizados, sedados ou hyper-excitados mas sempre solicitados e dominados.

            Acha natural que na sala de aula se conseguissem concentrar e interessar depois.
            30 crianças então, em sintonia!

            30 que sofrem do mesmo solicitação-excitação-agressão “multimédia” dia após dia. Esgotados pelos media e com frequência com falta de dormir, num ambiente que poderíamos chamar tóxico, sendo que a menor das poluições é o fumo dos carros: o ruído, o stress, o transito, os pais stressados e pouco disponíveis em tempo ou mentalmente, o dia internados numa escola por vezes prisão, o resto numa caixa de sapatos de betão.

            O homem é de facto muito adaptável. A criança certamente mais, mas talvez andemos a esticar demasiado a corda!

            O Brasil é hoje em dia um país em forte crescimento. Os ladrões e banksters tinham que investir nalguma parte promissora o seu botim.
            Já alguém questionou ao estado-governo porquê 30 crianças numa sala de aulas? Certamente o estado brasileiro poderia investir mais uns cruzeiros (ou reais?).

            Será que foi o Estado sequer quem teve a idia das 30 crianças? Julgo que não!
            Parece-me mais ideia de “Iluminados”.
            Sim aqueles que nos querem escravizar.
            Seria difícil no meu tempo tendo as crianças outras vidas e solicitações. Hoje parece impossivel. E como é natural, haverá hoje certamente mais crianças com problemas comportamentais e demais.
            Não só não pode dar atenção suplementar a mais crianças com mais problemas que há 40 anos para turmas supostamente de 30 alunos nos dois casos.
            Essas mais crianças com mais problemas também vão dissipar mais as restantes que por sua vez também sejam mais susceptíveis de dispersar

            Se juntarmos que estão acostumadas permanentes solicitações lúdicas pelos diferentes media tecnológicos, a sala de aulas pode tornar-se em comparação bem mais enfadonha e desinteressante.

            Desculpe, eu sei que está certamente acostumada e resignada ao facto, mas aconselho fortemente a que mobilizem o povo a favor de aulas de até 20 crianças.

            Senão, os poucos “infelizes” que padeçam de dislexia, mesmo que leve, ou de qualquer outra dificuldade serão condenados à partida. E a senhora e seus colegas terão dificuldade senão impossibilidade de apoiar a todos. Acredito que seja desmotivador e frustrante até para os mais esforçados.

          • Helena Oliveira
            gostei do desabafo
          • Cheferson Rocha Amaro
            Então a função desse aluno não é estar num banco de escola; a escola e os empregos são atuais; são uma falácia; isso é um modelo falido. Existem 10 maneiras de se fazer a mesma coisa ou mais; portanto drogar as crianças sem tratar o interior dos pais; é um grande disparate. é transformar as crianças em zumbis.
          • Kikas Fuentes
            È iso mesmo, Silma, obrigada.
          • Cecilia Vianna Loeb
            Falou tudo, Silma !!!
          • noserobamás
            Exacto.

            E não é só inépcia e preguiça por parte de educadores: quem domina cada vez mais a finança,as multinacionais e o poder político oculto ou visível não quer gente inteligente nem independente ou crítica, preferem vítimas, servos e escravos dependentes, dóceis e obedientes.
            Uns zombies que se espremam a trabalhar de dia (e agora já nem isso)para poderem pagar as prestações dos créditos da casa e carro (e agora nem isso), chegarem zombies arrasados a casa para se deixarem hypnotizados pela caixa mói-cérebros, enquanto “ingerem” os venenos que criminosas multinacionais (leia-se mercenárias sem rosto).

            Se a “caixa” consegue hipnotizar a qualquer hora, que dizer ao estafado trabalhador ao fim do dia. É a melhor ocasião para programar o cérebro do escravo com noticias-propaganda e inserções subtis de doutrina nas series favoritas ou esgota-lo com folhetins-tortura.

            Vai esgotado à cama, sem conseguir sequer beijar seu conjuge.
            E acordar ainda cansado e a ter que correr logo de manhã. Ter que drogar-se com o primeiro café antes de conseguir abrir os olhos ou falar. Despachar a família e chegar ao trabalho correndo, atrasado e estressado após os transportes públicos ou as filas de tránsito.

            Mais um cafézinho e um cigarro para começar a trabalhar e toca a ser espremido ou ainda com mais frequencia a fingir que se faz algo.

            O que interessa é ter o coitado “ocupado” e espremido na roda viva enquanto os “Iluminados” Porcos e Carraças sem lealdade perante patria, país, religião e sem ética ou moral preparam como esfola-lo ou comer a sua carcaça.

            Sei que não está muito directamente relacionado com o tema. Mas tem tudo a ver ao mesmo tempo. Desde ha alguns anos aliás, já se fala mais descaradamente, não em formar ou educar jovens para serem seres humanos independentes e menos ainda felizes, mas sim, em preparar mão de obra para as empresas.

            Escravidão bolchevique estalinista para todos e riqueza, luxo, luxuria, capricho e vicio para uns poucos.

            Drogar as crianças é mais um inimaginavel, indescritivel e desprezivel planeado passo.

      • Sílvia Torres
        Existe exame sim!Eletroencefalograma!Conhece?Aparece alteração cerebral(Acelerada).Meu filho o fez.
        • Pedro Dias
          Cara Sílvia provavelmente foi na canção do bandido. Se se informasse antes de dizer barbaridades e lesse com atenção o que foi escrito anteriormente não ficaria mal. É preciso ter contenção quando falamos do que não percebemos! Conhece?
          Não entrando em pormenores, pois estarei a perder tempo já que as palas não se removem com discussão: EEG serve apenas para acompanhar a evolução de dados APÓS diagnóstico e NUNCA para comprovar o que quer que seja no que se refere a TDAH ou qualquer outra alegada doença de distúrbio comportamental.
          O que a Sílvia chama de «alteração cerebral acelerada» seja lá o que isso for provavelmente foi a forma leiga e simples que arranjaram para lhe vender fármacos. Procure médicos credíveis!
          • Rodrigo
            Trabalho diretamente com psiquiatras pois tenho uma clinica de reabilitação para dependentes químicos. Vcs sabem como são descobertas as doenças psiquiátricas? Acho que não. Então vamos lá uma explicação bem simploria para o entendimento. Todos os anos na conferência mundial se sentao renomados doutores da mente todos diga se de passagem patrocinados por algum laboratório. Ali na mesa colocam os inúmeros medicamentos milagrosos sobre a mesa e começam a discutir novas síndromes e qual medicamento a ser utilizado. E assim mesmo que acontece sem estudo, exames, pesquisa, em fim a grosso modo criam primeiro o medicamento e depois a doença. Quem aqui já foi consultado por psiquiatra? 90% deles medicam sem fazer um exame, uma ressonância sequer. A doença e descoberta logo um bate papo de 15 minutos e pronto vc sai de lá com uma receita completa de todos os seus problemas emocionais de toda sua unabilidade de lidar com sentimentos. Um alívio não e? Estão formando sim um esquadrão de novos viciados escravos destas drogas milagrosas que na verdade utilizando uma vc abre campo para outras quando ve esta com 45 anos totalmente dependente tomando cerca de 5 ou mais tipos de drogas cada uma rebatendo os efeitos colaterais da outra. Tenho muita pena desra geração. Minha filha se enquadra facilmente neste quadro mais ao contrário de muitos me dedico bastante a ela. Esporte, educação, Deus estes são os melhores remédios pra alma. Agora o que tem q ser revisto nas escolas e que hoje os alunos são clientes então se pode tudo. Hoje não se vê mais alunos sendo expulsos ficando de recuperação sentar no fim da sala sozinho, refazer tarefas mal feitas e ai vai. Os pais não aceitam os professores serem rigidos com seus filhos tudo e buling ou mal trato. O melhor e rever os conceitos.
          • Claudia Tavares
            Esta certo Pedro. O TDAH do meu filho foi diagnosticado por um psiquiatra e não por um neurologista.Já que a meu ver ( eu não tenho todos esses nomes dos demais a cima, na minha profissão)psiquiatra trata dos transtornos da mente e os neurologistas tratam das doenças. Se estiver errada me desculpem.
          • noserobamás
            Pois tem sorte em trabalhar com psiquiatras que tratam da dependência química. Entre aqueles com quem tratei, esses são os únicos com verdadeira consciência.
            Mas mesmo esses são alvo da propaganda farmacêutica.
      • Jacqueline Pereira de Morais
        Sr Pedro ou Dr Pedro. A questão não é o tamanho do titulo mas sim do problema. Sou pedagoga e estou em sala ha 25 anos. Convido o Sr a ficar com sala lotadas e com todos os tipos de grau de dificuldade de aprendizagem que nem possa imaginar. Falar e fácil tratar o problema que quero ver. Se acha tudo bobagem, então seja voluntario em uma escola pública por um ano ajudando essa crianças com TDAH. agradeço desde já.Gostaria de ganhar por hora também e a tratar um a um de 40 min a 1 hora
        • Pedro Dias
          O Dr ou o Sr não vêm no meu Bilhete de Identidade, isso é ‘frescura’, como dizem os meus amigos do Brasil.
          Agradeço desde já saber que está empenhada no trabalho que tem com crianças… não percebo é porque acha que não trabalho ‘em sala’ e com excesso de crianças. Presumir é fácil, mas se me permite acabou de confirmar o que eu disse… não é TDAH é uma péssima estrutura social em que quem trata não tem apoio, tem de tratar demasiadas crianças de uma só vez, ganha pouco (tudo aquilo que mencionou). É dar a Ritalina aos governantes e técnicos de pedagogias estatísticas e não às crianças.
          Não é falar que é fácil… é medicar!
          • Maiara Garcia Psi
            Concordo com o Pedro em genero, numero e grau. Sou psicóloga e ele falou com propriedade tudo o que penso, vejo e estudo sobre o assunto. Eh uma judiação atender crianças com a droga da obediencia. Perdem a espontaneidade, criatividade, alegria. Uma triste realidade. Procurem uma escola como a escola da ponte em portugal ou um ensino waldorf. Isso naum existe por la pq eh ensino de qualidade. Muito triste o que os professores passam e que agradeçam quando seus alunos estão “obedientes”. Uma falha muito grande social naum do professor. Mas que destroi as crianças.
          • Fernandopedrosilva
            Viva Pedro,

            Nunca me foi diagnosticado TDAH em criança, embora eu chegue á conclusão que terei alguma coisa parecida. Até agora já experimentei:

            Vários Suplmentos alimentares;

            Desporto;

            Não beber alcool(por vezes dificil, por vezes dois copos de vinho podem estragar uma semana de trabalho, e baixar a minha auto estima)

            Meditação e Mindfulness( que me parece poder ter resultados fantásticos a médio prazo);

            Psiquiatra – 1,5 Mês atraz – Receitou me elotril para me proporiconar uma janela de oportunidade para ganhar ferramentas para lidar melhor com as minhas dificuldades;

            Estou disposto a experimentar tudo, desde que não sejam drogas as quais terão vários malificios, como tal gostaria que caso queira de o convidar a partilhar alguns truques exercicios que posso potenciar a minha evolução?!

            Obrigado

        • http://ajudese.com.br/ Cassio Murilo
          Jacque, isso só vem a confirmar que um professor para 40 ou 70 alunos é impossível de se administrar as diferenças de cada um. O ideal seria 5 ou 6 alunos por professor, mas isso seria uma utopia, é mais fácil colocar uma televisão ligada pra eles e sair da sala.

          Também é por esse modelo arcaico de ensino é que as aulas em EAD são muito mais eficientes.

        • Cecilia Vianna Loeb
          Aí, Jacqueline o erro é a sala lotada sem auxiliar. Isso não é desculpa pra medicar uma criança com um abobalhante….
          Por favor, não me faça ter vergonha de ser educadora !
        • Letícia
          As pessoas, por mais que seja difícil sua profissão precisam ter em mente que para estar com essas crianças todos os dias tem que haver amor no que faz e resolver seus próprios conflitos internos, como a aceitação do que faz se está gerando descontentamento, frustração devido a diversos fatores como voce citou o salário, o estress e emocional abalados pelo que faz pelo que vê diariamente. Desabafar faz bem e avaliar seu ânimo para o trabalho tambem.
        • noserobamás
          Tem toda a razão.

          Como digo no meu testamento mais acima, se há 40 anos seria difícil controlar e ensinar a 30 crianças, num ambiente certamente mais natural e pacífico e menos “excitador”, como fazê-lo agora?

          Penso no entanto que (e sem colocar a vossa carreira em perigo), esteja na altura de no Brasil relativamente folgado e florescente em termos económicos se exigir um maior investimento no ensino básico apontando para turmas de 20 alunos!

          Se não o fazem agora, podem esperar para quando os “iluminados” decidam que o Brasil “já engordou bastante” (e conseguiram endividar o suficiente as pessoas e o Estado) para os Banksters puxarem o tapete em simultâneo com uma nova “crise” e queiram apossar-se de quanto pessoas e Estado tenham de valor. (Veja a Grécia, Espanha ou Portugal).

          Nessa altura (espero que esteja longe) não conseguirão melhorar nada.
          Também têm bons exemplos dos maléficos planos para o ensino aí ao lado, na Argentina e no Chile.

          Não existe razão certamente alguma para não diminuir no presente o tamanho das turmas no Brasil, a não ser a acostumada acomodação, submissão e confiança “nos de cima” de cada povo.

          Tudo o que consigam melhorar e instaurar nas condições do ensino básico e secundário na vossa actual auspiciosa situação político-económica, dificilmente o poderiam fazer noutras passadas ou futuras.

          E um povo instruído, culto e educado é muito mais difícil de derrubar e escravizar no futuro. Olhe para o exemplo da Islândia.

      • Cecilia Vianna Loeb
        To com vc, Pedro !!!!
      • marinalva
        Isto mesmo colega, sou psicologa trabalho em escola, tenho participado nos últimos anos dos seminários e fóruns sobre educação medicalizada, e é muito triste vermos profissionais compactuando com um sistema capitalista, onde o interesse não é na pessoa mas no que ela produz..
      • Eduardo Rondon Teixeira
        Amigo Dr. Sei lá o quê (jamais ouvi o nome de sua profissão ou especialização), tenho 42 anos, sou arquiteto, casado e separado, com dois filhos (um igualmente diagnosticado com TDAH como eu). Depois deste breve relato falo sobre minha vida com TDAH.:

        Sou filho de casal com dificuldades de relacionamento entre si e com os outros. Meus 5 tios por parte de mãe enfrentaram todos os mesmos problemas (3 destes com utilização de alcool e outras drogas). Tenho 3 irmãos que sofrem dos mesmo males (o irmão mais novo também usa drogas e álcool). Minha sorte nesta história toda é que fui adotado por um casal de tios e que me permitiram estudar e me orientaram mesmo dentro de uma simplicidade e ignorância igual à SUA. Eu sofre imensamente com discriminação, com preconceito, com desentendimentos sociais bobos, mesmo sendo um anjo de filho. Tive pouco uso de álcool, e pouquíssimo com droga – maconha menos de 10 vezes, pouca cola e benzina só para brincar com os amigos adolescentes. Dos meus amigos eu é que não topava droga nenhuma (dependência, ah, o medo das mães e dos médicos com baixa sensibilidade às necessidades reais das pessoas.

        Eu. Escrevo bem? razoavelmente…agora peça que eu te escreva uma poesia com o que passa de sentimentos dentro de minha cabeça. Minha ex esposa diria que eu trançava as frases e os sentidos delas. Esse era eu aos 21, 22 anos. Isso somente parou porque eu parei de escrever poesias. Em textos técnicos eu evolui muito a exemplo de aulas que tive com um professor de português que convivia com os alunos mais que dava aula. Aprendíamos por sinestesia – se é que você consegue captar o que eu quero dizer, até mais do que eu disse. Não espero que compreenda o que eu disse acima.

        Arquiteto que teve sua carreira comprometida pela parte documental que a profissão exige. Comprometida com a exigência que eu me propus na prática elementar da profissão. Queria mais que projetar uma casa, eu já a via como um monumento. Se quiser morar num monumento pede que eu faço. Era também muito atraente, o que me garantia sempre muitos amigos e namoradas. Sendo atraente ficava fácil maquiar o ser esquisito que havia dentro de mim. A sedução que eu aprendi a empregar nas pessoas me ajudou muito a ter convívio social. No entanto não me garantiu amigos de longa duração. Amigos vinham e iam depois de um tempo por não me enquadrar ou não me socializar com os amigos dos amigos, dos pais, primos e parentes dos amigos. Um ser que poderia ser dispensável, não cativante e admirável. Que merda né!!!! Acho que o CORRETO DIAGNÓSTICO, A UTILIZAÇÃO DE RITALINA, A TERAPIA COGNITOVO-COMPORTAMENTAL me ajudam muito. Menos a terapia, que NA MINHA OPINIÃO FUNCIONA MAIS COM CRIANÇAS NO SENTIDO DE TIRAR TRAUMAS. Aprendi a ter coragem em falar que sou burro (detalhe, no mesmo laudo, o diagnóstico de meu QI foi de 129 – interessante, não?). O que eu faço com 129? Sento e chupo pirulito? Acho que o 129 vai me ajudar a eu me ajudar. Me ajudar a encontrar ajuda. Minha ex esposa é muito inteligente, da área da saúde, conhece homeopatia, tratamentos dos mais diversos em alopatia. Eu converso muito com ela a respeito disso tudo. Formamos uma consciência de mente e corpo muito fortalecida pelo conhecimento dela em diversas áreas, inclusive a diagnóstica laboratorial. Agora vem você afirmar que isso não serve de nada. Que TDAH não existe ou que isso tudo é ou pode ser falho. Amigo, não é por tomar Ritalina que eu escrevo assim. Não é por isso que o critico. É por ter vivido 42 anos sem diagnóstico e revelar isso a meu irmão ontem mesmo e ele, que morou a vida toda longe de mim e também nos falamos raramente, relatou que seus amigos diziam que “ele parecia um Autista que deu certo).

        Amigo, ou você é Português de nascença ou não percebeu que não se escreve “bem mais pequeno”. Fato é que você vai precisar, mais que estudar, aceitar que isso existe.

        Eu tenho artistas na família, muito ligados à música. Eu sou arquiteto além de tapeceiro, marceneiro e desenhista de estilo livre. Projeto monumento, casa, prédio, móveis como você jamais poderia imaginar. Meu irmão também é arquiteto. Os horários aqui em casa sempre foram muito loucos. Todos os que se drogaram na família gostavam muito de música, outros não, ok.

        Tenho fé que todas as pessoas que lidam com este talento de trabalhos artísticos, manuais, artesanais, tem estas capacidades justamente por ter ativa uma parte do cérebro que se adequa justamente ao ato de PROJETAR, IMAGINAR, EXECUTAR. OUtras pessoas tem outras “dificuldades” – ai você deve entender como habilidades – foi apenas uma ironia minha – o outra ironia foi explicar a primeira). Mas chamando de dificuldade a habilidade de outras pessoas eu poderia sugerir que você tomasse um CALMANTE PARA CHEGAR AO PONTO EM QUE EU CONVIVI A VIDA TODA? JUSTIFICANDO QUE VOCÊ É O INADEQUADO? Com isso eu diria que se você nascesse em minha família seria taxado como o esquisito por nem tocar flauta doce ou por não saber apontar um Grafite integral HB COINNOR com estilete e lixado para garantir pena 02.

        Ora, vá se atualizar.

        Aos outros colegas, me desculpem pala grosseria.

        • Eduardo Wyllie
          Viva as diferenças, são elas que permitem a evolução das espécies!
      • Olympio Pinheiro
        Na minha opinião, tanto a Wanessa Araújo qto o Pedro Dias têm razão, obviamente uma razão parcial e dividida . Se devemos ou não admitir a existência da síndrome do TDA/H, se devemos ou não medicar, crianças e/ou adultos com TDA/H (suposto ou real), o q está envolvido em termos do complexo sistema cerebral e mental e suas interdependências dinâmicas (só ísso abarca as teorias da consciências, as filosofias da mente, as ciências cognitivas, e outras áreas das quais há hoje tantos modelos teóricos em discussão), não se pode resumir em um diálogo telegráfico, nesta plataforma do Facebook. Sem colocar de lado os argumentos do Pedro, principalmente qto ao interesses implicados do capita, tendo a simpatizar com a empatia da Wanessa para com algumas crianças (acrescentaria, em outro nível de questões, adultos) pelas perdas a q ficam sujeitos pelo déficit de atenção (estou admitindo a existência). Sobretudo, aqueles q têm o déficit associado a inteligências múltiplas acima da média. Um pouco mais de sol – eu era brasa. São essas crinças e adultos q se identificam como a poesia Quase de Sá-Carneiro:

        Um pouco mais de sol – eu era brasa,
        Um pouco mais de azul – eu era além
        Para atingir, faltou-me um golpe de asa …
        Se ao menos eu permanecesse aquém …

        Pensemos nas crianças e nos adultos com TDA sem Hiperatividade. Não dão trabalho, raramente são encaminhadas neurologista ou ao psiquiatra e são considerados com uma personalidade desfocada e outros epítetos tidos como assertivos… Isso se não forem tachadas de preguiçosos, atrasadas, desenergisados, sem vontade própria e outros rótulos estigmatizantes – para sempre! Quero ver se o Pedro tivesse um filho assim ou ele mesmo fosse, qual seria a sua atitude frente a essas questões q q foram colocadas Mas não o quero nem tenho o direito de o julgar, apenas chamar a atenção para posturas como essa. Qto a marcadores orgânicos q provem ou não a existência de uma doença,
        não existem ainda claramente definidos para nenhuma doença mental ou psíquica. Nenhuma doença, nenhum transtorno,nenhuma síndrome, doença mental ou psíquica dispões de exames físicos claramente definidos, desde a depressão á esquizofrenia. Mas há testes psicológicos e imagens funcionais da mente /cérebro q podem auxiliar. Precisam de um conjunto de exames clínicos realizados pelo médico, psiquiatra ou neurologista, que podem ser profissionalmente corretos ou não. Depois disso se for constatada a síndrome há acompanhamentos psicológicos, e outros q podem ser de grande valia, desde q por bons profissionais. E há ainda outras recomendações paralelas como auxiliares, mas isso não caberia aqui. Por fim devo dizer q sou professor de universidade, mas não sou médico, psicólogo, nem de nenhuma outra área da saúde. Estou dando a minha sincera e modesta opinião.

      • Rejane Lins
        Muito bem Dr. Pedro Dias.
        Verifiquem a vida dos pais, que são ausentes, não sabem dizer “não”, toda criança precisa de limites. “Esses pais” não dão atenção aos filhos (só presente e tudo que eles pedem) não ajudam e nem participam da vida escolar de seus filhos e por aí vai…. crianças não nasce sabendo das coisas, os pais é que tem que ensinar (não jogar para as babás e para a escola).
        Sempre achei que esse TDAH é uma farsa! (Muito fácil deixar a criança, “dopada” elas não irão dar trabalho, nem para os pais, nem para os professores, nem para os “Psi…..”)
        Sou mãe de 3 filhos, e eles são tudo para mim, estou presente sempre na vida deles.
        Abraço.
      • Edi
        Sabe sempre tive dúvidas com relação ao comportamento do meu filho. Porém sempre foi resistente ao uso de medicamentos até em mim. Uma dor de cabeça, fico tentando entender antes de qualquer medicação. Bom, eu tive gêmeos uma menina e um menino. E, desde que eles estavam na minha barriga a diferença era tremenda. De um lado a barriga parecia que ia estourar e de outro quietinha que até preocupava. Ele não parava de jeito nenhum. Quando nasceu aos poucos foi detectado alto grau de alergia assim como um problema sério na respiração. Aos 06 anos foi submetido a uma cirurgia que tirou amídalas e cartuchos do nariz. Isto fez com que o sono dele melhorasse. Nesse período ele já estava sendo alfabetizado e a escola me tendenciou a achar que meu filho sofria de TDAH. Eu fico sempre desconfiada com tudo. Porque toda e qualquer situação tem dois lados e o ser humano tem uma vontade de se acomodar que nos leva a unanimidade. Mesmo assim levei a uma psicopedagoga (maravilhosa por sinal) …. e passei a trabalhar só um expediente para eu mesma acompanhar as tarefas de escola. Descobri que ele ama desenhar. Gente quando ele desenha o mundo para e ele realmente descansa. O fato é que tudo fluiu tornou-se um aluno exemplar, notas altas e até chegou a ser o primeiro lugar da sala na segunda série. Hoje ele vai fazer o quinto ano com louvor. Gosta de jogos de video games é extremamente preocupado com os recursos do planeta (como água, luz, animais) e nunca tomou nenhum medicamento nesta área. Somente asma que com a natação diminui bastante. Só estou relatando isto porque acho que se acompanharmos nossos filhos mais de perto, na medida do possível é claro, seremos todos mais felizes.
    • Eduardo G Eduardo
      O efeito placebo pode explicar, assim como o efeito da sugestão positiva: “agora você está sendo tratado”…. ou…. “você não era incapaz ou problemático, apenas tinha uma doença que agora descobrimos e estamos tratando”.

      Uma “doença” que não passa de um efeito psicológico poderia ser tratada com outro efeito psicológico, no sentido inverso. Quantas sugestões negativas essa criança já não deveria ter recebido até esse momento? Algo que o diagnóstico como “doença” e o início do tratamento elimina tanto na mente da criança quanto na dos pais.

    • izabel Guimarães
      Excelente Wanessa. Como psicopedagoga concordo com suas colocações Lido com esta realidade todos os dias, tanto na escola como em consultório.
      Não queremos banalizar a hipótese de ñ existir a TDAH, acredito que esteja latente em alguns casos e que precisamos ser criteriosos para fechar o diagnóstico. Ñ confundir indisciplina e falta de limites com déficit de atenção e hiperatividade(TDAH). IZABEL GUIMARÃES.
      • Helena Oliveira
        muito bem
    • Aleques Soares de Sousa
      Isso mesmo Wanessa , acho que só quem esta de fora da situação pode achar que não existe este problema , quando uma criança não recebe o tratamento e chega na fase adulta com um monte de problemas com estigma de preguiçoso e desorganizado. Passei por isso e só agora recentemente achei o diagnostico do problema .Percebo o enorme mal que causou em minha vida e poderia causar ainda maior.
      • Neusa Buscko
        O problema existe sim. Foi um garoto muito agitado, mas inteligente, mas nunca conseguiu ficar sentado numa carteira de escola. Eu sei o que sofri com meu filho. Fazendo terapias e terapias, agora com 30 anos que ele começou um tratamento que colocou-o num relacionamento normal com a família e o trabalho. Ele faz tratamento com CONCERTA 56 mg acompanhado de psicoterapia.
        • Helena Oliveira
          pronto ! nem mais
      • noserobamás
        Eu fico na minha ideia. Será que exercício físico, apoio e acompanhamento especializados, que existem há pelo menos tanto tempo como os medicamentos não teriam tido bom resultado?

        Claro que mais trabalhoso e caro.

      • Helena Oliveira
        concordo
        • Hélia
          Boa noite. Vi a manchete no face e resolvi ler, o assunto é interessante. Meu filho foi diagnosticado com TDAH, fez vários exames e tudo estava normal, o neuropediatra passou o medicamento Vevanse, não vi nenhuma melhora, faço o acompanhamento diário dos deveres, estudo com ele, estou pensando em parar com o medicamento.
    • zilda
      Concordo c a wanessa p isso temos profissionais que avaliam e dao suporte p que os pais possam ajudar seus filhos as vezes a medicacao aplicada corretamente contribui muito p o desenvolvimento da crianca .
    • Luana Bauermeister
      TDAH vem de casa ! Muitos problemas apresentados pelas crianças, começam em casa, pela forma q sao tratadas pelos pais, pela forma que os pais se tratam. TDAH não passa de um disturbio psicologico. é a criança gritando por socorro !
      • Helena Oliveira
        de fato a sra não sabe nada do que está a tentar dizer!
    • Cecilia Vianna Loeb
      Desculpe, Vanessa, vc viu, eu senti na pele.
      Se na minha época essa mentira já estivesse em curso eu teria sido abobalhada pela Ritalina. Em lugar disso, meu pediatra fabuloso, me mandou pro Dr. Lefevre, (outra pessoa de que me lembro até hoje com muito respeito e carinho) que cuidou de mim sem nada disso, e sim com muuuuito exercício de atenção, que eu adorava fazer, e muita atividade física.
    • Marina Bastos
      Sra. Wanessa
      Gostei muito da sua resposta…Também acredito que exista alguns casos sim ,portanto, nao devemos generalizar e sim analisar cada caso em sua particularidade.
    • Helena Oliveira
      Obrigada Dra. por ter deixado aqui esse seu precioso testemunho!
    • nanny
      Wanessa, sei o q vc diz, pq até meus 20 anos lutei pra nao fazer uso de medicamentos, mais infelizmente não passava de uma “Fracassada” , era assim q me sentia… ate q fui ao medico e tenho o acompanhamento com medicamentos e hj consigo trabalhar e estudar sem problemas
    • Eduardo Rondon Teixeira
      Tenho já um comentário aqui. Tenho diagnostico de TDAH já ha um ano e meio. Não compreendo como uma grande parte dos comentários aqui é contrario à aceitação do TDAH. Sou arquiteto. Sempre desenhei e utilizei minha criatividade. Minha vida e minha carreira, incluindo minha criatividade foram massacradas por pessoas e situações péssimas. Ate minha $criatividade” encolheu por que EU me Encolhi para o mundo. Odeio medicamentos e junto fui de tomar ate aspirina ou novalgina ou sonrisal. Minha mae e minha esposa tem gavetas cheias de remédios – para tudo que é coisa. E estou sendo criticado por tomar ritalina LA 30 MG. Eu não sofro com qualquer efeito negativo. Apesar de minha esposa me acusar muito de me despersonalizar. Ta ai novamente querendo que eu volte a ser o pacato e inocente que acate tudo que querem que me colocam.
      Temos também 2 filhos meninos. Um pacato e outro infernal. E o pacato é sempre quem sobre por que, quando revida uma provocação, na mais SMA moeda, é ele o culpado por não levar “de boa” o booling que o próprio irmão aplica….e a historia vai longe ainda.
      Ha uns 3 anos encontrei um colega de escola que sofria muito no bairro, muito mais que eu com os amigos. Era órfão de pais, a mae não conseguia sustentar bem a familia. O alvo perfeito do booling. Bem, ha 3 anos o material encontrei. Era o mesmo garoto acuado, maltratado e de auto estima destruída. OK ritalina sozinha não ajuda. Oi o que ajuda? Bata na minha porta e ofereça que aceito na hora!!!!!! Encontra este meu colega e abraça ele. Vai nas escolas públicas e privadas e alerta cada dos professores. Os ensine a perceber as dificuldades individuais, a abraçar cada aluno na sua carência. Ai sim, fala de retirar os medicamentos.
      Quem fala mal aqui de medicamento olhe quantas gavetas cheias de remédios tem em casa. Eu não perdi a minha criatividade com remédio.apenas criei uma empresa que me da um salário 4 vezes maior quando outro emprego. Me da a segurança que uma empresa qualquer não foi capaz. Se m, hoje penso e me interesso muito pela minha dificuldade pelo TDAH. Me melhoro dia a dia. Digo…hoje conheço meu inimigo. Tido dia acordo sabe neo a quem devo combater.
      Boa noite.
    • Claudia Avila
      Você foi perfeita… Sou TDAH… e tem toda a razão… Só quem tem sabe o que é!
  • Alan
    Mentira! tomo esse remedio e me sinto muito melhor fiz alguns testes já que provaram a diferença antes de tomar esse remédio não conseguia nem ler direito hj tenho bolsa em minha escola e sou o melhor aluno se é mentira essa doença então não quero saber oque é verdade .
    • Ariel Bastos
      Desculpa lá dizer-te mas enganaram-te bem. De qualquer modo fico feliz por o teu cognitivo ter-se superado tendo como motivação o uso de uma medicação. Tudo o que necessitas é acreditar em ti… Medicação só te vai trazer problemas. Não a curto, mas a médio e longo prazo.

      Cumprimentos

    • Ana Costa
      Vivo a mesma experiencia que o Alan, minha vida mudou bastante usando a Ritalina, antes não conseguia nem permanecer em empregos por muito tempo, não tinha carteira de motorista, nem 2º grau concluído, agora faço até faculdade e tenho ótimo rendimentos escolares claro que estou mais madura e isso ajuda muito, mas a verdade é que a Ritalina me ajuda no foco antes eu não tinha agora consigo concentração e fico menos confusa. Sei que por traz tem uma industria de lucros mas no meu caso realmente surtiu efeito e eu pago com feliz.
  • Sofia
    Afinal as crianças sempre foram apenas mal criadas e mal educadas… Que noviade…
    • Tatiana
      Uaau Sofia… Vc tem filhoos?? Se os seus sao mal educados e mal criados a culpa eh somente sua… Generalizar que criancas sao mal criadas (pelos pais) e mal educadas (pelos pais) eh muita ignorancia…
    • LELIA LOYOLA MENDES
      OS FILHOS SÃO AQUILO QUE OS PAIS QUEREM QUE ELES SEJAM.MINHA FILHA EXTREMAMENTE BEM EDUCADA,TEM ROTINA E PRESENÇA DOS PAIS,E SIMPLES EDUCAR…AMOR E UM BOCADO DE PACIENCIA!!!E SER EXEMPLO TB AJUDA MUITO!!!!
  • Sirley Aparecida de Souza
    Curiosa a notícia, vale a pena investigar melhor o caso… sempre achei que o uso indiscriminado desse medicamento não deveria ser bom, mas, daí, afirmar que tudo não passou de uma mentira…me soa muito estranho. Nossos médicos/psiquiatras seriam assim tão irresponsável com a saúde de nossas crianças, adolescentes e jovens?
  • Simone
    Obviamente vc nunca viveu essa experiência e por isso acha q meditação só basta. Não tem ideia do que é não poder progredir intelectualmente ou de simplesmente não poder ler um livro. Claro que existem interesses financeiros, como em tudo, seria até inocência acharmos q não! Acho sinceramente que só quem sofre desse problema como Aleques e Alan ou educadores como Wanessa, podem fazer um julgamento com mais sensibilidade e clareza sobre essa questão. É muito fácil fazer julgamentos baseando-se no que se aprende nos livros ou em palestras de pessoas renomadas. Gostaria somente que fosse possível que para aqueles q acham que o problema não existe, pudessem vivênciar na própria pele o sabor da doença chamada de “fictícia.
  • silvia mara
    Sou mãe de uma criança com TDA/H (de verdade, não aquela de mentirinha, meu filho não é somente bagunceiro ou mal criado). Meu filho toma 20 mg de Focalin todos os dias. Quando ele não toma, todo mundo percebe, é uma criança totalmente diferente, não consegue falar uma frase direito e que faça sentido, não consegue obter desempenho sequer satisfatório na escola, conseguiu ser alfabetizado aos 8 anos e 1/2 depois de começar com a medicação. Detalhe, nunca teve os efeitos colaterais citados nessa reportagem… as vezes tem um pouco de insônia e falta de apetite. Não sei se a doença existe ou não. O FATO, é que o remédio ajuda o meu filho imensamente e me sinto abençoada por poder ajudar meu filho a ter uma vida normal como as outras crianças. Não acho que a indústria me vendeu um remédio desnecessário, muito pelo contrário, agradeço por ter tido essa oportunidade. E a doença EXISTE, dê a ela o nome que quiser, talvez esteja sendo diagnosticada erroneamente por profissionais despreparados ou sem escrúpulos, mas ela existe, eu garanto !
    • Hedy Scheffer Silvado
      O negócio é o diagnóstico generalizado. Qualquer agito a mais já é diagnosticado como hiperativo ou portador de TDHA. Às vezes o que falta é limite! Mas concordo que há o transtorno, mas discordo do tipo de tratamento. Fármacos tem que ser usados com parcimonia.
    • http://ajudese.com.br/ Cassio Murilo
      Silvia, como você mesmo constata, talvez seu filho não tenha doença alguma, apenas o comportamento dele não condiz com o “normal”. Hoje em dia nosso modelo ocidental de vida nos enclausura perdendo nossa capacidade criativa.

      Veja que todos quando somos jovens não gostamos do mundo como vemos e queremos mudar, isso é natural em todo jovem. Olhe pelo modelo de ensino da escola, ele tem aula de canto? Teatro? Algum esporte que ele goste? Tentou colocar ele na natação?

      Eu pergunto, por que as escolas só querem que os alunos decorem matérias que praticamente nunca serão usadas na vida? Por que as escolas são muito mais teóricas do que práticas? Tem laboratórios? Sim, mas muito pouco usados, vamos ao quadro negro copiar matéria. Acha que esse modelo condiz com os jovens de hoje? Outro dia fui em uma escola e não encontrei na sala uma única cadeira para canhotos, só para destros, ou seja, ainda estão na época da minha avó que obrigava aos filhos a serem destros.

    • Helena Oliveira
      obrigada por deixar o seu testemunho, o meu problema é identico ao seu e parece que ninguem compreende a dificuldade de quem passa por isto e é tratado como um mau pai. as pessoas acham realmente que alguem no seu juizo perfeito quer o mal para um filho??
  • Meire C. A. Caldas
    Li, não somente a reportagem, mas também, todos os comentários do debate…
    A conclusão a que chego é que: Todos estão certos… Afinal, cada um tem o seu ponto de vista. Mas, somente quem passa pela dor de ver o desespero de um filho de 4 anos (hoje tem 9 anos) e não saber os que fazer, entenderá do que falo.
    Antes de iniciar o tratamento com essa tal “droga”, busquei todas as formas de tratamento alternativo.. terapias, homeopatia… busquei várias opiniões de especialistas, neurologistas, psiquiatras, psicopedagogos…enfim, quando ouvia falar desse medicamento não queria mais nem saber do médico… até que a situação chegou no limite… a “pressão” era tanta que já não conseguia nem mais trabalhar pois era interrompida com as ligações (escola, condomínio, etc). Tive que abandonar o trabalho pra ficar com ele… Resolvi ceder ao uso desse tal medicamento a pouco mais de um ano… e não me arrependo, pois hoje, vejo meu filho sorrindo e, finalmente parece que será alfabetizado…Acho que o remédio funciona como uma espécie de muleta e tenho fé de que não usará para sempre… a terapia também está auxiliando bastante (antes não conseguia nem ficar nos grupos) Será que errei? Sinceramente, se errei foi por amor, mas isso só o tempo dirá…e uma coisa é certa: Ruim com ela, pior sem ela.
    • http://batman-news.com Gabriela
      É curioso que estas “revelações” surjam após a morte do autor deste disturbio… Dá jeito, o homem agora não pode confirmar ou desmentir o que lhe imputam. A doença está confirmada por milhares de estudos feitos nas últimas décadas.
      Eu vivo com isso todos os dias, vendo todos os sintomas no meu filho.
      Não me digam que é culpa dos pais, da educação ou dos exemplos que são dados aos filhos. Eu tenho 2. Um tem este disturbio, o outro não. Ambos são muito meigos e de bom coração.
      Um ouve e obedece. O outro parte tudo se é contrariado.
      Em pleno seculo XXI, as doenças mentais já não deveriam ser tabu! Existem e só aceitando a sua existência poderão ser tratadas. Um doente mental pode ter uma vida normal se aceitar a sua doença e receber tratamento adequado – acompanhamento médico, acompanhamento adequado na escola por parte dos professores (que preferem rotular essas crianças de mal educadas) e muito amor e paciência por parte dos pais. Pais, muita força! Não é fácil viver com uma pessoa com um distúrbio destes. É uma luta diária, desgastante, frustrante. Força!
      • noserobamás
        Não é necessariamente culpa dos pais, nem da educação. O organismo humano como qualquer outro é bastante perfeito, e quando surgem problemas, normalmente é ele próprio que se cura. O medicamento pode dar uma ajudazinha, por vezes essencial como ás vezes os antibióticos ou um gesso ou certas fisioterapías, mas o corpo faz o essencial e ninguém o faria tão bem.

        No entanto, se podemos dizer que existem factores genéticos que propiciam a dislexia, esta pode na maioria dos casos beneficiar muito de apoio especializado, assim como ser perjudicial o não ser acompanhada. No entanto, não haverá medicação que a elimine ou diminua.

        No caso de qualquer perturbação psicológica, existem certamente conjugação de factores genéticos, ambientais do que e quem o rodeia assim como algum o vários problemas que despoletam e da forma como o próprio lida com o problema que despoleta a perturbação. Depois vem as circunstancias em que vive uma vez perturbado e como lidam ele próprio e os demais com esse problema. acabam por concorrer muitos factores.

        No entanto não acho que nenhum factor que se possa aportar livremente possa ser mais estabilizador do que aqueles que são também benéficos ao coração físico: o exercício físico e uma alimentação saudável.
        Claro que uns pais mais equilibrados e alegres ajuda.

        Os próprios problemas de atenção, mesmo se eventualmente de nascença, certamente também beneficiam dos ditos exercício, alimentação, sono, apoio especializado e carinho.

        Mais ainda, está mais que comprovado mas tapado pelas sociedades farmaceuticas que muitos medicamentos psyquiatricos de uso muito comum, por exemplo as “benzodiazepinas” (da familia do Valium-Diazepam) chamadas ansiolíticos ou tranquilizantes e erradamente muito utilizadas para dormir e altamente adictívas e difíceis de deixar, podem provocar defeitos físicos ou morte no feto. Se assim é, muito facilmente também problemas psyquicos ou neurológicos.

  • Chico De Aracaju Furtado
    Essa noticia nos provoca uma reflexão sobre a pratica pedagógica e da ausência de uma politica pedagógica nas escolas, principalmente pública.
  • André Cunha
    Acalmem, nenhuma doença e do agrado de Deus porem este home nesta afirmativa poderia estar doente também pois o mesmo ja se encontrava com idade avançada e muitos idosos sofrem de esclerose e Alzheimer, por este motivo todos os fatores devem ser avaliados, mas que a industria de remédios só cresce isso e verdade, enfim pode ser alguém ouviu?!
  • SOLANGE SILVA
    E agora com tantos estudos afirmativos á cerca de tal problema saber por seu próprio pai que ela não existe, é um absurdo, tantos prejudicados com tal problema tomando medicamento para algo que não existe, envenenando seus corpos, e no fim eram pessoas normais,tudo isso por Dinheiro. Espero que não vire moda.
  • Paulo Alvarez de Andrade
    Penso que talvez pudéssemos resolver esta questão trocando o nome TDHA para um outro mais apropriado para classificar milhões de pessoas que apresentam de forma geral e diversa os sintomas que caracterizam este tão polemico transtorno.

    Se existe ou não existe, não é a questão. Que se faça então centenas de nomes, mas que não se abandone o enfermo.

    Um olhar generico nao deve desclassificar a atenção merecida por um único indivíduo, mesmo porque ele pode ser o 1º de muitos.

    • Marcos Tavolieri M. Pagliara
      Certa vez nos anos 80 J. Krishnamurit – famoso palestrante indiano, – em uma de suas palestras à crianças de uma escola de uma pequena cidade da Índia (Ranchi se não me engano), perguntou a uma delas: Vc consegue prestar atenção às aulas de sua professora? E ela disse um pouco tímida e envergonhada: – Às vezes fico distraído. – As outras crianças riram. – Distraído com o quê? Krishnamurti perguntou. – Distraído olhando as lagartixas na parede. – Sorriu baixando a cabeça enquanto mais risos eram ouvidos. Krishnamurti chamou a criança para perto de si e perguntou baixinho: – E o quê sua professora faz? – O menino então olhou a plateia, procurando a professora e sorriu encabulado: – Ela diz: “Menino presta atenção na lousa” – (mais risos). Krishnamurti nessa hora olha para a plateia, composta de alunos e professores e diz solenemente: – Sua professora está errada. – E após um silêncio constrangedor ele completa serenamente: – Você não estava distraído. Estava concentrado…concentrado nas lagartixas. E isto é o importante: Conseguirmos nos concentrar…não importa em que, pois de fato só nos concentramos naquilo que nos dá prazer. E este é o erro das escolas; Não conseguem descobrir os talentos de seus alunos para aquilo que tenham prazer em desenvolver, encontrando o dom que cada um de nós trás. O importante talvez fosse ela ter lhe dito para observar as lagartixas e aprender tudo sobre elas; como suas patas se prendem à parede, como caçam, como se regeneram ao perderem seus membros, se possuem sangue frio ou quente, suas estratégias de sobrevivência, reprodução….enfim…pois aprendendo a nos concentrar (focus)…estaremos associando o prazer ao aprendizado, embora neste estágio para nos concentrarmos em algo que temos prazer, necessitemos de um certo esforço. Mas estamos no caminho certo, pois o passo seguinte é aprendermos a nos concentrar sem esforço e a isto damos o nome de contemplar. É neste estado que nossa intuição flui livre para absorver pedaços de conhecimentos por inteiro sem passar pelo processo cognitivo da aprendizagem. É na contemplação que a intuição se manifesta e nela está a genialidade. Após a contemplação, naturalmente estaremos imersos em um estado de equilíbrio chamado Meditação (ação pelo meio ou média ação, como o caminho do meio, equilibrada). Neste estado poderemos experimentar percepções e sentimentos de completude e alegria. Não é isso que a escola deveria nos ensinar? A sermos em essência mais felizes e bondosos? Isto não seria mais importante do que termos grandes matemáticos deprimidos no futuro?? A Sra. Wanessa Araújo falou com propriedade sobre a baixa estima de uma criança que não consegue – e esta é a palavra – não consegue se controlar em situações diversas. No caso de meu filho agora com 10 anos especificamente dentro da sala de aula. Relutei muito sobre a Ritalina e li e ouvi profissionais (que não eram da Novartis)…e percebemos (eu e minha esposa) que ele estava sendo posto de escanteio pelos colegas porque tinha comportamentos agitados e estranhos (inadequados) para a turma e para idade. Somos pais que estamos com nosso filho diuturnamente e o observamos e não pais problemáticos como sugerem aqueles sobre os pais que optam por Ritalina, pois AMAMOS o nosso filho e o AMOR aqui é a única medida (Se é que podemos medir este sentimento). Ele estava infeliz por dentro e agitado por fora. (se isso é ser saudável, livre, criativo, espontâneo…redefinamos tudo). Com seis anos experimentou Ritalina 10mg (metade da dose indicada) e sem que soubesse de nada disse à minha mulher com um misto de surpresa e alívio no rosto: Mamãe, meus pensamentos estão mais devagar. Dali para frente seu comportamento em sala de aula serenou, sua auto estima aumentou, ele começou a ir muito bem nas aulas, teve mais foco e mais prazer na vida. Menino bem inteligente, não parou com isso de ser “arteiro”, espirituoso e cheio de energia. conclusão. Estava mais feliz. Ganhou independência, e até uma certa “rebeldia” (a auto estima faz isso, além de dar motivação e proporcionar criatividade) de questionar situações e de muitas vezes não respeitar a nós pais em tudo que falávamos ou mandávamos. Isso é ser “dopado ou domado”?? Se a Ritalina não é realmente indicada para a situação dele, penso: Ou um milagre aconteceu, ou aquele senhor (Leon Eisenberg) atirou no que não viu a acertou de fato no que deveria ter visto ou ainda (é o que eu penso) realmente tem muita gente que não passou na pele o que os pais e os filhos passam e estão dando palpite por aí ou porque atendem ou tem graduação na área e estudaram o assunto de forma livresca. Resumindo: Dando palpites que não deveriam. entrando em solo sagrado que só pode ser trilhado e nunca apenas apontado. É como falarem o que um cego deve sentir sem terem experimentado ficar no escuro. Hoje ele está com as mesmas 10mg antes de ir para escola e não usa o medicamento em fins de semana e feriados ou férias porque em sala de aula é onde ele se sentia discriminado pois acabava a lição antes dos colegas e ficava bagunçando sem conseguir se controlar, chamando a tenção para si. Agora ele bagunça um pouco menos, (em momentos mais adequados), Adquiriu dos seis anos aos dez mais recursos emocionais para lidar com colegas e situações (embora roer unha tenha sido uma acomodação deste impedimento de bagunçar livremente uma vez que já tem 10 anos e não mais os 06 anos e é mais cobrado pelos colegas) e ele mesmo percebe a diferença na escola quando está com ou sem Ritalina, pois já fizemos muitas vezes esta experiência. Simplesmente consegue se concentrar mais e já que a concentração é a porta da contemplação e esta a ante sala da meditação, como nos disse o velho Krishnamurti, (que provavelmente seria contra a Ritalina…rs), acho que nosso filho está no caminho de sua felicidade. Sou Marcos- Psicólogo tenho 49 anos. P.S – Se ele vai se drogar no futuro, ter depressão ou atingir a iluminação não sabemos. A única coisa que sabemos é que o AMAMOS e, sim! – As vezes ele leva umas palmadas – oH!!! e dentro de nosso possível, fazemos o impossível para que ele tenha as oportunidades de escolher seu próprio caminho seja ele qual venha a ser pois nós confiamos nele.
  • Andréa Villas Bôas Mello
    Boa noite! Li todos os comentários. Acredito que doenças psiquiátricas existam e devam ser tratadas adequadamente. Mas, infelizmente, a realidade está longe de ser a ideal.

    1. Sou mãe de duas moças, de 20 e 24 anos, respectivamente. Hoje, minhas filhas são universitárias admiradas pela comunidade acadêmica, incluindo seus docentes. Mas, não foi sempre assim. A mais velha teve diagnóstico de pânico noturno e minha vida era um horror sem poder dormir com suas crises que chegou a ameaças de suicídio aos 7 anos de idade. Aos 9 anos chegou a ser suspensa da escola. E não foi por falta de educação. Pois, sou e fui desde o início, uma mãe presente, atenta, educadora, exigente. A mais nova sofria com baixa autoestima e diversas vezes ouvi, na escola e na família, que ela tinha déficit de atenção.
    No entanto, ambas foram poupadas do uso das medicações, fazendo acompanhamento psicoterápico. Rejeição paterna causa inúmeros problemas emocionais que podem ser facilmente confundidos com problemas físicos.

    2. Sou de família de professores e sei que a realidade escolar não é simples.
    Infelizmente, muitos pais estão deixando que seu papel seja cumprido pelas escolas. E nosso modelo educacional não auxilia nem aos profissionais da educação e nem aos alunos.
    Isso dificulta consideravelmente a relação dos professores com alunos que necessitem de uma atenção mais específica, tornando insuportável algumas situações e levando ao uso de medicamentos crianças que não precisariam deles. O que não significa que não existam bons diagnósticos que levem crianças ao uso correto de drogas medicamentosas.

    3. Atuei na enfermagem, trabalhando em hospital psiquiátrico estadual, inclusive em unidade de internação infantil e de adolescentes. Podem ter certeza que muitas realidades chocam-nos profundamente. Crianças abusadas sexualmente, usadas para a prática de furto impune, incentivadas e até forçadas ao uso de drogas ilícitas, assistentes e/ou vítimas de violência doméstica, convivendo com alcoolismo e outras situações desastrosas lotam as unidades de internação. São todos vítimas de uma sociedade doente, que transformar-se-ão em adultos doentes.

    Pelo exposto, deixo um apelo:
    Sejamos pais cuidadosos e atentos à saúde e à educação de nossos filhos. Estrutura familiar é importante sim, independente do modelo de família que tenhamos.
    E psicólogos são excelentes “amigos” que ajudam a esclarecer para não tratarmos problemas emocionais como transtornos psíquicos. São profissionais preparados para identificar os transtornos e encaminhar para tratamento quem de fato precisa dele.
    Lutemos por uma sociedade melhor! Depende, também, de cada um de nós.

  • Célia Alves
    Bom dia a todos!

    Primeiramente, quero dizer que é muito bom poder participar de um debate como este, com opiniões tão relevantes. Gostaria de participar da discussão, trazendo à tona um pouco da minha experiência como educadora, em especial no que concerne a um aluno que tive há quatro anos.

    Sou professora de Língua Portuguesa e, à época, trabalhava em uma escola particular renomada no Distrito Federal – Brasília. Assim que entrei na escola, uma das primeiras coisas que a Coordenação Pedagógica me apresentou foram os laudos psiquiátricos/psicológicos de diversos alunos, explicando-me a conduta a ser tomada em relação às avaliações deles. Fiquei abismada com a quantidade de laudos, os quais, em sua grande maioria, tratavam de casos de TDAH.

    Um caso em particular me chamou a atenção. Um aluno da 6ª série do Ensino Fundamental, cujo laudo dizia que ele, além do TDAH, tinha a síndrome do opositor, com traços de genialidade e comportamento bastante agressivo. O laudo continha também uma lista de medicamentos que ele tomava, entre eles a ritalina.

    Assim que conheci o aluno, verifiquei que ele, de fato, era bastante agressivo nas palavras e atitudes, principalmente com sua família e com crianças menores que ele. Era um aluno impossível de agradar, tudo que era proposto para a turma ele se recusava a participar e colocava mil defeitos. Além disso, não tinha o menor respeito pelas regras da escola e pelos professores, fazia o que bem queria na hora em que tinha vontade. Porém, era um garoto extremamente inteligente.

    Confesso que a falta de respeito dele e a agressividade ainda maior em relação aos menores me incomodaram muito, pois atrapalhavam muito as aulas. Por isso, decidi que não iria ceder ao seu comportamento e que não agiria como os demais, que sempre demonstravam um certo medo dele. Passei a confrontá-lo diretamente, chamando-o para conversas em particular e proibindo-o de falar alto ou de forma grosseira comigo. Ele, como era de se esperar, passou a me desafiar de outras formas, como, por exemplo: sair de sala sem pedir, criticar minhas aulas e atividades, chamando-me de chata, sempre se justificando com base nos laudos. Ademais, ele passou a reclamar de mim para a Coordenação Pedagógica e para sua mãe que, obviamente, me procurou. Tratava-se de uma senhora que se tornara mãe já mais velha e que apresentava bastante cansaço em relação ao filho. Contou-me sobre como ele era perverso com o irmão mais novo, desobediente com os pais, que já havia sido “convidada” a tirar o filho da escola por diversas vezes e que nenhum professor havia conseguido controlá-lo até então. Por fim, falou que se sentia bastante sozinha, pois o marido não suportou a rotina conturbada da família e a deixou, o que havia desencadeado nela um quadro de depressão.

    Neste momento, me dei conta de que a família inteira precisava de ajuda. Claro que eu não poderia e nem deveria dar conta de todos, mas sugeri a ela algo que, se nos ajudasse a conter o comportamento de seu filho, certamente também a ajudaria, bem como ao seu filho mais novo e a mim. Perguntei a ela do que o garoto gostava, o que o fazia se dedicar e/ou ficar quieto. Ela me respondeu que a única coisa que o fazia ficar calmo eram as aulas e treinos de guitarra. Então, passamos a barganhar com ele usando a música. Se ele não se comportasse e recebesse quaisquer tipos de reclamações na escola, seria tirado das aulas de música e não ganharia a guitarra que ele tanto almejava. Simultaneamente, eu tentaria me aproximar dele e ganhar sua confiança, a fim de mostrar que respeito só existe se for recíproco e que não tínhamos medo dele.

    Naturalmente, ele não gostou da atitude e tentou ser ainda mais agressivo, como de costume. O comportamento teve uma piora, porém, não nos rendemos e cumprimos com a nossa palavra. Depois de sofrer reclamações por sair de sala sem autorização e por não fazer as atividades, a mãe o informou que ele não ganharia a sonhada guitarra. A reação dele foi péssima. Chorou muito e não queria falar com ninguém. Esperei que ficasse mais calmo e o retirei de sala para conversar. Levei-o para beber água e fui explicando o quanto era importante tratar bem as pessoas, afinal, ninguém gostava de ser maltratado. Disse que se quisermos atingir objetivos, cabe a nós fazermos por merecer e que se ele deveria se redimir com sua mãe, mostrando um comportamento diferente, pois tinha certeza de que ela só queria o melhor para ele. Ele se acalmou, mas não pareceu querer mudar muito. Contudo, para minha surpresa, depois disso ele mesmo passou a me procurar para conversar e pedir conselhos, pois queria a tal guitarra. Assim, ele passou a fazer as atividades e começou a conter sua agressividade com todos. Em contrapartida, passei a elogiar seus novos modos e a sugerir novas atitudes para melhorar o convívio em casa. E deu certo! A mãe dele me procurou para agradecer e dizer que ele estava bem melhor e que ela estava em paz como há muito tempo não se sentia.

    Continuei o trabalho com ele, reprimindo as atitudes questionáveis e elogiando e encorajando suas realizações. Escrevia bilhetes em seu caderno e avaliações e sempre afirmava o quanto ele era inteligente e que tinha plenas condições de se tornar o que desejasse, pois tinha uma família para apoiá-lo e um grande potencial. Ele aprendeu a pedir desculpas e a agradecer, coisas que nunca tinha feito antes.

    Depois de tanto trabalho cansativo e desgastante, ele me procurou mais uma vez para conversar. Estava com uma avaliação minha nas mãos, com um dos bilhetinhos que eu costumava deixar. Com os olhos cheios de lágrimas, ele me agradeceu por acreditar nele e disse que nunca tinha gostado de ninguém como gostava de mim, justamente porque eu não tinha medo dele. Ao contrário, eu tinha enxergado o que ele tinha de bom e tinha o ajudado a mostrar a todos, inclusive sua família, que ele era um menino legal. Agora ele tinha mais amigos e sua família estava mais unida. Sua mãe estava mais leve e o psiquiatra estava retirando os remédios aos poucos.

    O meu ponto sobre toda essa história é: nunca o enxerguei como um menino doente. Depois de conhecer um pouco mais da história dele, vi que ele era uma criança sem limites, mal-educada, que ganhava tudo na base da agressão e do medo e, sobretudo, carente. Não existem remédios que curem isso e, por isso mesmo, não se deve contentar com a mania de se transformar tudo em doença. O caminho que escolhemos, eu e mãe do aluno, foi um processo de quase um ano e extremamente cansativo, mas que rendeu bons frutos, os quais são colhidos até hoje, sem o uso de remédios e sem intervenções externas.

    Talvez nem fosse minha responsabilidade realizar esse trabalho, mas vi que se alguém não o fizesse, a família sozinha não iria fazer, pois não tinha condições e estrutura emocional para isso naquele momento. Tampouco, sem a ajuda da família, eu também não obteria sucesso. Foi um grande aprendizado para mim, o qual deixou a conclusão de que a união de escola e família ainda é o melhor remédio e que sempre se deve desconfiar desses laudos. Não estou questionando o valor dos profissionais que os emitem, mas até que ponto tais profissionais se aprofundam no universo do educando, em todas as suas esferas, antes de chegar a qualquer conclusão? Questiono também até que ponto a família, ansiosa por desfechos favoráveis e cansada, se omite de sua responsabilidade e procura o caminho mais fácil, ao invés do mais duradouro e exitoso?

    Fica aqui a minha experiência. Não digo que é uma receita a ser aplicada a todos nem que foi a escolha mais correta, mas deu certo. Espero que possa ajudar alguém por aqui.

    Grata pela atenção,

    Célia.

    • http://portugalmundial.com/ Portugal Mundial
      Obrigado pelo testemunho Célia. Na primeira pessoa e sem provocações e/ou desajustes de controlos de raiva como facilmente observameos pelos comentários.

      Sorte a da família que a encontrou no caminho!

  • DANIEL SILVA
    “Consigo” é Pedro Dias…? Ah, para aí! Um pedopsicólogo escrevendo assim? “Contigo” seria o correto. Eu, como professor, acredito sim nessa reportagem. Sabemos muito bem que o homem é capaz das maiores atrocidades para ganhar dinheiro! Abraços!
  • Terezinha Pereira Pereira
    É MUITO POLÊMICO.Mas creio que estamos aproximando de uma discussão que trará benefícios para todos .
  • Ana Paula de Oliveira
    O TDAH existe sim pois tenho, mas seria muito idiota se pensasse que só remédio resolve, o que resolve é remédio+exercício de controle da atenção e concentração+psicoterapia cognitivo comportamental+atividade fisica+dieta livre de radicais livres e com ômega 3 e 6+listas, lembrete e alarmes+agendas+educação, disciplina e presença dos pais para garantir obediência no caso de crianças. Tratamento não é apenas remédio mas agora questionar o transtorno, já é demais. Teremos crianças maltratadas igualmente era quando existia a palmatória.
  • Eduardo Rondon Teixeira
    Olá. Tudo que escrevi abaixo foi para outro comentário feito por um colega de vocês. Acho melhor deixar na íntegra. Vou colocar outros comentários em outras linhas outro dia. Ma achei interessantíssimo toda a discussão.

    Amigo Dr. Sei lá o quê (jamais ouvi o nome de sua profissão ou especialização), tenho 42 anos, sou arquiteto, casado e separado, com dois filhos (um igualmente diagnosticado com TDAH como eu). Depois deste breve relato falo sobre minha vida com TDAH.:

    Sou filho de casal com dificuldades de relacionamento entre si e com os outros. Meus 5 tios por parte de mãe enfrentaram todos os mesmos problemas (3 destes com utilização de alcool e outras drogas). Tenho 3 irmãos que sofrem dos mesmo males (o irmão mais novo também usa drogas e álcool). Minha sorte nesta história toda é que fui adotado por um casal de tios e que me permitiram estudar e me orientaram mesmo dentro de uma simplicidade e ignorância igual à SUA. Eu sofre imensamente com discriminação, com preconceito, com desentendimentos sociais bobos, mesmo sendo um anjo de filho. Tive pouco uso de álcool, e pouquíssimo com droga – maconha menos de 10 vezes, pouca cola e benzina só para brincar com os amigos adolescentes. Dos meus amigos eu é que não topava droga nenhuma (dependência, ah, o medo das mães e dos médicos com baixa sensibilidade às necessidades reais das pessoas.

    Eu. Escrevo bem? razoavelmente…agora peça que eu te escreva uma poesia com o que passa de sentimentos dentro de minha cabeça. Minha ex esposa diria que eu trançava as frases e os sentidos delas. Esse era eu aos 21, 22 anos. Isso somente parou porque eu parei de escrever poesias. Em textos técnicos eu evolui muito a exemplo de aulas que tive com um professor de português que convivia com os alunos mais que dava aula. Aprendíamos por sinestesia – se é que você consegue captar o que eu quero dizer, até mais do que eu disse. Não espero que compreenda o que eu disse acima.

    Arquiteto que teve sua carreira comprometida pela parte documental que a profissão exige. Comprometida com a exigência que eu me propus na prática elementar da profissão. Queria mais que projetar uma casa, eu já a via como um monumento. Se quiser morar num monumento pede que eu faço. Era também muito atraente, o que me garantia sempre muitos amigos e namoradas. Sendo atraente ficava fácil maquiar o ser esquisito que havia dentro de mim. A sedução que eu aprendi a empregar nas pessoas me ajudou muito a ter convívio social. No entanto não me garantiu amigos de longa duração. Amigos vinham e iam depois de um tempo por não me enquadrar ou não me socializar com os amigos dos amigos, dos pais, primos e parentes dos amigos. Um ser que poderia ser dispensável, não cativante e admirável. Que merda né!!!! Acho que o CORRETO DIAGNÓSTICO, A UTILIZAÇÃO DE RITALINA, A TERAPIA COGNITOVO-COMPORTAMENTAL me ajudam muito. Menos a terapia, que NA MINHA OPINIÃO FUNCIONA MAIS COM CRIANÇAS NO SENTIDO DE TIRAR TRAUMAS. Aprendi a ter coragem em falar que sou burro (detalhe, no mesmo laudo, o diagnóstico de meu QI foi de 129 – interessante, não?). O que eu faço com 129? Sento e chupo pirulito? Acho que o 129 vai me ajudar a eu me ajudar. Me ajudar a encontrar ajuda. Minha ex esposa é muito inteligente, da área da saúde, conhece homeopatia, tratamentos dos mais diversos em alopatia. Eu converso muito com ela a respeito disso tudo. Formamos uma consciência de mente e corpo muito fortalecida pelo conhecimento dela em diversas áreas, inclusive a diagnóstica laboratorial. Agora vem você afirmar que isso não serve de nada. Que TDAH não existe ou que isso tudo é ou pode ser falho. Amigo, não é por tomar Ritalina que eu escrevo assim. Não é por isso que o critico. É por ter vivido 42 anos sem diagnóstico e revelar isso a meu irmão ontem mesmo e ele, que morou a vida toda longe de mim e também nos falamos raramente, relatou que seus amigos diziam que “ele parecia um Autista que deu certo).

    Amigo, ou você é Português de nascença ou não percebeu que não se escreve “bem mais pequeno”. Fato é que você vai precisar, mais que estudar, aceitar que isso existe.

    Eu tenho artistas na família, muito ligados à música. Eu sou arquiteto além de tapeceiro, marceneiro e desenhista de estilo livre. Projeto monumento, casa, prédio, móveis como você jamais poderia imaginar. Meu irmão também é arquiteto. Os horários aqui em casa sempre foram muito loucos. Todos os que se drogaram na família gostavam muito de música, outros não, ok.

    Tenho fé que todas as pessoas que lidam com este talento de trabalhos artísticos, manuais, artesanais, tem estas capacidades justamente por ter ativa uma parte do cérebro que se adequa justamente ao ato de PROJETAR, IMAGINAR, EXECUTAR. OUtras pessoas tem outras “dificuldades” – ai você deve entender como habilidades – foi apenas uma ironia minha – o outra ironia foi explicar a primeira). Mas chamando de dificuldade a habilidade de outras pessoas eu poderia sugerir que você tomasse um CALMANTE PARA CHEGAR AO PONTO EM QUE EU CONVIVI A VIDA TODA? JUSTIFICANDO QUE VOCÊ É O INADEQUADO? Com isso eu diria que se você nascesse em minha família seria taxado como o esquisito por nem tocar flauta doce ou por não saber apontar um Grafite integral HB COINNOR com estilete e lixado para garantir pena 02.

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  • Ferrande
    Na minha opinião, basta que a criança seja um pouco diferente que a
    sociedade que o certa defenderá a necessidade de “tratamento”. Ainda que
    essa diferença seja positiva, como inteligência acima do padrão. (Ou,
    em especial mesmo) Que criança quer prestar atenção em aprender porque 2
    mais 2 é quatro, quando ela já anseia saber quanto é 27 elevado ao
    cubo?

    Na verdade, em alguns casos, pais e educadores, guiados
    pela sociedade do comodismo querem resolver problemas que caberia a pais
    e educadores resolver, através de outros profissionais e comprimidos. É
    o pai que compra o vídeo game da hora para que o filho se distraia e
    não fique “enchendo o saco dele” quando na verdade, essa criança queria
    era na verdade um pai mais interativo. Difícil entender isso? Espero
    que não, senão tenho um bom psiquiatra para você para indicar, ok?

  • Ferrande
    Na minha opinião, basta que a criança seja um pouco diferente que a
    sociedade que o cerca defenderá a necessidade de “tratamento”. Ainda que
    essa diferença seja positiva, como inteligência acima do padrão. (Ou,
    em especial por conta disso mesmo. Afinal, isso “incomoda” certo? ) Que criança quer prestar atenção em aprender porque 2
    mais 2 é quatro, quando ela já anseia saber quanto é 27 elevado ao
    cubo?

    Na verdade, em alguns casos, pais e educadores, guiados
    pela sociedade do comodismo querem resolver problemas que caberia a pais
    e educadores resolver, através de outros profissionais e comprimidos. É
    o pai que compra o vídeo game “da hora” para que o filho se distraia e
    não fique “enchendo o saco dele” quando na verdade, essa criança queria
    era na verdade um pai mais interativo. Difícil entender isso? Espero
    que não, senão tenho um bom psiquiatra para você para indicar, ok?

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  • Miguel Lamelas
    Incrivel… quase toda a gente aqui continua a desenvolver opiniões sobre o assunto sem ter em conta o que o artigo diz . Não é a questão se medicar ou n medicar e o ideal, aki diz que a propria ideia de criança hiperactiva com as suas causas e soluçoes n tem realidade concreta… foi apenas especulaçao ,embuste e conveniencia financeira… enquanto um “falhado” das humanidades dois nomes me veem a cabeça Gregory Batesen e Michel Foucoult, mas, enfim…
  • ione
    Não é a dieta paleolítica que influencia. O que influencia é o fato que , até uns 50 anos atrás , as crianças não ficavam sentadas o dia inteiro, na frente da televisão ou do computador, alimentadas em excesso com um monte de porcarias industrializadas. Viviam correndo ou, quando obrigadas, ajudavam os pais no trabalho. Todos esses transtornos tem um outro nome: falta de infância.
  • Gloria Soraggi
    Assunto bom de se discutir e ao mesmo tempo polêmico.Sou professora trabalhando há mais de 40 anos na educação.Já convivi com inúmeras crianças diagnosticadas com TDA/H e o que percebo é que as crianças que são medicadas com “Ritalina” o efeito é apenas por duas horas.Concordo com muitos comentários aqui, que frisaram bem sobre exemplos que receberam dos pais. Hoje vejo muito mais crianças carentes afetivamente e isso logicamente a levam a ter deficit de atenção e baixa estima.Elas pedem socorro é por mais atenção com elas.E para isso não há medicamento que resolva.É preciso também ser mais exigentes com as crianças, ser duro com ternura. Hoje é tudo muito frouxo, sem limites.
  • Pedro Marcos
    Do Talmude:

    “Judeus podem usar de mentiras para iludir ou enganar um gentio” (Baba Kamma, 113a).

    “Todas as crianças gentias são animais” (Yebamoth, 98a). // “Meninas gentias estão em estado de niddah (imundície) desde o nascimento” (Abodah Zarah, 36a).

    “Os gentios estão fora da proteção da Lei. Assim, Deus expôs toda a riqueza dos gentios a Israel” (Baba Kamma, 37b).

  • nanny
    Tenho22 anos e faço uso da ritalina ha dois anos… nunk senti essas reações ao medicamentos… pelo contrário, me ajuda nos estudos e até mesmo no serviço. .. e quando acaba o efeito nada acontece de mal..
  • Adeli Facci
    Sou professora do ensino fundamental, primeiro ciclo, no Brasil. Convivo diariamente com crianças com diagnostico de TDA/H em sala de aula. Concordo e discordo de vários comentários que li sobre o transtorno. Acredito que exista sim, mas o que percebo em minha cidade é uma generalização do diagnóstico. Poucos profissionais são sérios o bastante para fazer um diagnostico mais aprofundado antes de receitar a tal Ritalina. Simplesmente receitam sem avaliar as consequências do uso desse medicamento. Como professora que lida diretamente com as crianças, percebo que o contexto social influencia sim no comportamento da criança, e isso pouco é levado em consideração. Basta a mãe dizer que a criança não aprende, que a professora só reclama, pois ele é agitado, que o médico receita o remédio. Percebo claramente quando a criança está medicada ou não, pois seu comportamento muda sim, muitos até dormem na sala de aula, e é claro que o professor sem compromisso adora, pois geralmente são essas as crianças que incomodam na aula. Eu as acordo. Não as deixo dormir, peço que me auxiliem em algo, que sejam os ajudantes do dia, elevo sua auto estima, pois eles se sentem importantes ao auxiliar a professora. Quanto a medicação, sempre que um pai ou mãe me pede opinião, sugiro que procurem outro médico, peçam uma segunda opiniao, nao apenas o neuro, mas sim psicologos e psicopedagogos para avaliar melhor seu filho/a.
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