Genética Polémico Saúde

Confirmado: DNA de alimentos geneticamente modificados são transferidos para os humanos que os ingerem

Num estudo publicado pel Public Library of Science (PLOS), investigadores enfatizam que existem provas científicas suficientes em como fragmentos de DNA de alimentos geneticamente modificados carregam genes completos que entram na ‘circulação’ humana através de um mecanismo ainda por identificar. (0)

É interessante ponderar se os cientistas das corporações biotecnológicas já identificaram este mecanismo e esta óbvia contaminação da saúde humana e mesmo assim continuam a permitir a degeneração em larga escala em troca de dinheiro. Por exemplo, numa das amostras de sangue a relativa concentração de DNA vegetal era superior ao DNA humano.

Este estudo baseou-se na análise de mais de 1000 amostras humanas de estudos independentes. A PLOS é um jornal científico revisto por seus pares de alto gabarito e respeito científico com uma política aberta, de acesso livre e independente e que cobre a investigação primária de várias disciplinas científicas e medicinais. É bom saber que ainda há estudos credíveis publicados que confirmam as suspeitas de há anos e que são constantemente refutadas por estudos pagos por patrocínio directo ou indirecto de corporações.

science-lab

Quando falamos de alimentos geneticamente modificados, não temos a ideia real dos efeitos a longo prazo sobre a saúde pública e ainda assim é defendido como a panaceia da humanidade. O primeiro spot comercial de vendas de alimentos geneticamente modificados foi há apenas 20 anos (1994).
Não existe forma possível e credível de as autoridades sanitárias e científicas testarem todas as possíveis combinações nefastas numa população vasta o suficiente e durante um longo espaço de tempo para que possam afirmar, como  o fazem até em aulas de universidade para futuros profissionais, atestando a segurança e ‘inocência’ destes produtos ‘frankenstein’.

O geneticista David Suzuki expressou recentemente a sua preocupação, afirmando que os humanos são parte de uma experiência ilegal em larga escala ao longo da última década e que milhões de pessoas continuam a consumir OGM e transgénicos como se fossem ratos de laboratório em sistema de voluntariado… e a pagar por isso!

Avanços na ciência do genoma nos últimos anos revelaram que organismos partilham genes, de alguma forma. Antes disto, era do senso comum, minado pelos cientistas corporativos, que esta partilha genética apenas se dava quando os membros partilhavam a mesma espécie pela reprodução. A genética de hoje já não segue a ideia ‘vertical’ de reprodução e partilha de genes, no entanto isso continua a ser o mais actual para o público e é leccionado nas faculdades e universidades da área.
Hoje os cientistas sabem e comprovam que os genes são partilhados não só pelos membros da mesma espécie, mas também entre espécies diferentes. Claro que isto não quer dizer que possamos cruzar um ser humano com uma maçã para que troquem genes… isso é feito pelas corporações de biotecnologia como a Monsanto! Mas as provas científicas apontam para a constante troca genética entre espécies e que nos dias de hoje, baseados em má ciência de má fé, está a atingir limites fora do aceitável sem respeito pelas limitações biológicas e naturais.

As condições e regras biológicas que se aplicam a um transferência genética vertical, pelo menos que se conheçam, não se aplicam necessariamente à transferência comprovada de forma horizontal e entre espécies. A biotecnologia de hoje baseia-se na presunção que esses princípios governam toda e qualquer interacção genética, conhecimento já revogado há mais de meia dúzia de anos.

Tudo isto deveria, pelo menos, exigir que os OGM e transgénicos sejam sujeitos a muito mais experimentação independente e rigorosa antes de se continuar a distribuir desenfreadamente para o público em geral. Como é possível que as autoridades sanitárias dos vários governos mundiais os aprovem como seguros e aconselhados?! É quase como se nos dissessem que é seguro, e todos acreditássemos sem sequer questionar porque vem de fonte aparentemente segura. Somos uma raça muito crente, mas as coisas têm de mudar… e se não for pela sua liberdade, que seja pela sua saúde!

Uma pequena mutação genética que um humano carregue pode determinar imensas mudanças, na verdade mover um gene, um minúsculo gene, de um organismo para outro estamos a mudar todo um contexto de forma intensa e destruira talvez. Não existe forma de prever como se vai comportar o organismo e qual será o resultado ao fim de um médio ou longo prazo. Pensamos que desenhamos estas novas formas de vida geneticamente mas é como pegar na orquestra de Toronto para tocar uma sinfonia de Beethoven e depois espalhar uma série de bateristas e guitarras eléctricas aqui e ali e dizer: toquem! O resultado será estrondosamente diferente.
A publicidade diz que existe uma intenção e uma bondade enorme por detrás do OGM, mas o facto é que é tudo uma questão de dinheiro e poder.

David Suzuki

O Portugal Mundial acredita que essas intenções vão bem mais além do que apenas dinheiro e poder, mas isso é uma outra história bem longa.

Está provado e claro que o DNA de qualquer alimento geneticamente modificado acaba nos tecidos animais e em especial nos lacticínios… e as pessoas consomem-nos como se fossem seguros e até bons para a saúde. (4)(5) Existem estudos que mostram que quando humanos ou animais digerem alimentos geneticamente modificados, os genes artificialmente criados transferem informação que alteram o carácter do alimento perante as bactérias benéficas dos intestinos. Investigadores relatam que os micróbios encontrados no intestino delgado de pacientes com ileostomia são capazes de adquirir e amealhar sequências de DNA de alimentos geneticamente modificados.(1)Colheitas geneticamente modificadas já infiltraram as rações animais de forma quase irreversível desde 1996, e é já habitual possuírem uma dieta 100% OGM. Os estudos interligam animais com dietas 100% OGM a inflamações de estômago, dificuldades de reprodução, malformações e aberrações.

É importante salientar que a transferência genética entre culturas geneticamente alteradas e culturas naturais circundantes é inevitável e cada vez mais é difícil encontrar estirpes naturais de algumas plantas. De acordo com a organização mundial de saúde (OMS), a transferência e movimento genético de plantas OGM para espécies relacionadas pode vir a afectar a segurança da alimentação no futuro.

O risco é real, tal como demonstrado quando traços de milho geneticamente alterado e apenas aprovado para alimentação animal foram encontrados em inúmeros produtos para consumo humano nos EUA (3)

Na verdade os engenheiros genéticos nunca ponderaram sobre a realidade da transferência de genes quando introduziram OGM no ambiente mundial. Como resultado estamos já a assistir a consequências desastrosas ao ver que genes de engenharia se espalham, como uma doença, por todos os organismos no ambiente que os rodeia. Watrud et al (2004) provou que o transgene resistente ao herbicida se espalhou por polinização por uma área de 21km além do perímetro de controlo, tendo interferido até em plantas de cariz selvagem. (2)

Continuem a acreditar no que as corporações afirmam! Não é mistério algum que alguns países estejam já a banir OGM… mas não se irão livrar da contaminação!

Fontes citadas no texto:
(0) http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0069805
(1) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/14730317
(2) http://natureinstitute.org/nontarget/reports/bentgrass_001.php

(3) http://www.who.int/foodsafety/publications/biotech/20questions/en/
(4) http://www.food.gov.uk/policy-advice/gm/gmanimal#.UsxuFPbXFGH
http://www.mindfully.org/GE/2004/Transgenes-Human-Gut1feb04.htm

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  • rita

    O artigo cientifico nao diz nada disto. Refere-se ao DNA proveniente dos alimentos, nao exclusivamente aos GMOs. Nao sendo a favor dos GMOs parece-me uma imprudencia reportar uma noticia manipulando a informaçao.
    aqui fica o Abstract

    Abstract

    Our
    bloodstream is considered to be an environment well separated from the
    outside world and the digestive tract. According to the standard
    paradigm large macromolecules consumed with food cannot pass directly to
    the circulatory system. During digestion proteins and DNA are thought
    to be degraded into small constituents, amino acids and nucleic acids,
    respectively, and then absorbed by a complex active process and
    distributed to various parts of the body through the circulation system.
    Here, based on the analysis of over 1000 human samples from four
    independent studies, we report evidence that meal-derived DNA fragments
    which are large enough to carry complete genes can avoid degradation and
    through an unknown mechanism enter the human circulation system. In one
    of the blood samples the relative concentration of plant DNA is higher
    than the human DNA. The plant DNA concentration shows a surprisingly
    precise log-normal distribution in the plasma samples while non-plasma
    (cord blood) control sample was found to be free of plant DNA.

    • Imprudência Rita, é falar sem pensar!
      É certo que não consideramos OGM alimentos, mas se se refere ao DNA de TODOS os alimentos, não está a incluir os OGM? O seu silogismo está com défice de atenção.
      A Rita refere-se, e erradamente, APENAS a uma parte do artigo pois ficou perdida no seu raciocínio.
      Ora se TODOS os alimentos, incluindo OGM, passam DNA para o ser humano, coisa que foi SEMPRE negada pelos cientistas e investigadores mainstream não seria melhor ponderar e estudar (como diz o artigo) melhor o uso de OGM, mesmo que apenas para alimentar o gado? É que com DNA natural e saudável podemos todos bem com ele, já o OGM (como diz no artigo) nem por isso, a julgar pelas transmissões ‘horizontais’ e ‘verticais’ estudadas e mencionadas.

      • Fábio Fontes

        Lamento dizer que o que quer que possa ocorrer com um DNA “natural e saudavel,” pode ocorrer com um gene inserido artificialmente num organismo. Gostava também de lembrar que os genes artificialmente inseridos num organismo não surgem do nada e são, no essencial, naturais. O que ocorre com um OGM é semelhante ao que os seres humanos tem vindo a fazer ao longo dos milhares de anos em que a agricultura existe, isto é, cruzar especies para gerar uma geração de organismos com caracteristicas mistas das duas especies parentes. O que se faz em laboratorio é apenas um metodo mais controlado e direccionado. Todas estas polémicas com os OGM são desinformação e especulação sem bases cientificas!

        • Ao longo de milhares de anos fez-se cruzamentos entre espécies e famílias semelhantes… cruzar um atum ou uma truta com o milho, um escaravelho ou um gafanhoto com um tomate parece-lhe uma polémica ilógica e sem fundamento?

          • Fábio Fontes

            Sim, parece-me! Alias, os exemplos são mesmo isso, ilógicos e sem fundamento. Se, com OGMs, pode ser possivel gerar uma espécie de milho que produz bastante inserindo-lhe um gene de beterraba para que resista ao frio ou um gene ou dois de palmeira para que resista a um periodo de seca, acho que não poderia ser melhor. Se conseguirmos produzir colheitas inteiras sejam resistentes a doenças catastroficas, não podia estar mais de acordo com o uso de OGMs. E, mesmo que estejamos a inserir genes de, como diz, escaravelhos ou gafanhotos em tomates, continuo a não ver problema. Prefiro que os organismos tenham uma proteção natural do que recorrer a pesticidas, esses sim altamente nocivos! Os OGMs estão a um passo de irradicar a fome a nivel mundial e tal ainda não aconteceu por desinformação de ordem igual a que o artigo que publicou espalha.

          • Excelente… bom saber que ainda há paladinos pela verdade injectada. Bom almoço Fábio.

          • Fábio Fontes

            Se a argumentação com factos e evidências lhe parece verdade injectada, então a essa verdade eu chamo ciência. Lamento que a sua falta de argumentos lhe traga tanta amargura. Passar bem

          • guilhas

            Factos:

            Agricultores que plantaram OGM dizem que hoje não o faziam, muitos lutam para banir-las do seu país.

            A empresa que distribui a maioria das sementes OGM esta a “empurrar” a privatização das sementes a nivel mundial OGM ou não. Para que um simples agricultor passe a ter de pagar licenceias para plantar o as sementes que a empresas o deixarem usar.

            É triste, e enquanto isso continuamos a ser cobaias de teste para algo que ninguém sabe ainda as consequências. E que todos consumimos não porque queremos, mas porque não sabemos que consumimos, graças as grandes corporações preocupadas em “acabar com a fome” e em poupar mais uns milhões, enquanto o gado continua a comer
            farinha.

          • rodrigo

            O problema dos OMG não diz respeito a saúde humana. O problema é sócio-ambiental. Muitas variedades vendidas pela monsanto são inférteis e acabam criando uma dependencia do agricultor à empresa. Além do mais, há o problema de “contaminação”, ou seja, de disseminação desses genes modificados para as populações naturais. Sem falar que a maior parte dos genes introduzidos são genes de resistência à herbicidas! ou seja possibilita que os agricultores aumentem a quantidade de herbicidas nas colheitas sem que essas plantas modificadas sofram….

          • Paulo Andrade

            Rodrigo, não há sequer uma única semente infértil vendida no mercado, seja OGM ou não. Esta informação sua está errada. Além disso, os transgenes não se disseminam mais que os outros e os agricultores sabem muito bem manter suas variedades locais. Por fim, ninguém aumenta a quantidade de herbicida, porque isso significa perder dinheiro e ter talvez a safra rejeitada por presença de agrotóxicos. Esta é mais uma informação errônea repassada para o público.

          • Henrique Gabriel

            Não existe nenhuma variedade infértil vendida no mercado??? quantas quer?? cânhamo.
            festucas
            , etc.. etc.. agora que me diga que as razões para essas variedades serem inférteis tem a ver com outros problemas, é outra coisa. E sim existe contaminação de espécies que os agricultores não quiseram introduzir nas suas colheitas, com consequências prejudiciais, principalmente quando se tem que pagar multas pesadas ás empresas detentoras das patentes dos genes. Os casos estão expostos na net e basta investigar. Na América existem sim agricultores que já foram condenados a altas multas o que os levou á falência por causa de contaminações de OGM

          • Pedro Dias

            «Os OGM estão a um passo de Erradicar a fome a nível mundial» é directamente proporcional a «O Pai Natal traz presentes no dia 24 de Dezembro aos meninos que se portam bem!»
            A seguir à fome mundial a Monsanto vai tratar todos os cancros e ainda oferecer gelados com aspartame aos ssenhores das palas…
            Enfim… mundo de gente pseudo-intelectual sem cérebro!

          • Jonata Ribeiro

            não misture a forma como são usadas as sementes de OGM’s (pela monsanto) com o desenvolvimento/criação das mesmas (cientistas fiéis ao trabalho)

        • Augusto Baladeva

          Apesar de tentar argumentar em base científica, há uma falha tão básica no seu argumento, que imagino que vc não tenha realmente conhecimento sobre o que fala. Então quero lhe informar que não há, nos processos naturais, transferência de genes de plantas para animais e vice-versa. Inclusive a transferência só corre entre indivíduos da mesma espécie, ou de espécies muito próximas. No caso dos OGM, há inserção de genes de animais em plantas e isso é um acontecimento completamente diferente e inédito no curso natural.

      • Pedro

        O Portugal Mundial deveria rever os seus princípios básicos de biologia. O pressuposto alarmista em que assenta o título da noticia, e a lógica apresentada pelo Portugal Mundial é que esse DNA é “transferido” para humanos de uma forma nociva, e utiliza este argumento para formar uma opinião negativa sobre os alimentos geneticamente modificados O que o artigo revela é que, ao contrário do que se pensava, fragmentos de DNA completos e não as suas unidades básicas são transferidos para a corrente sanguínea. E esta é a única “transferência” relatada pelo artigo. Apenas esta. O artigo não diz absolutamente nada sobre a nocividade deste DNA. O DNA é o repositório da informação celular, ou seja, o DNA codifica informação que é lida pela célula para formar primeiro RNA e depois proteínas, que têm um papel efector. O DNA em si, qualquer que seja a sua origem, nunca é nocivo, porque o DNA apenas codifica informação. Uma molécula de DNA só poderá ser considerada nociva se codificar um proteína nociva, como por exemplo uma toxina. Todo este processo (passagem de DNA a RNA e seguidamente para proteínas) ocorre dentro da célula. Mesmo que uma molécula de DNA codifique a toxina mais letal do mundo, se este DNA não estiver dentro de uma célula é completamente inócuo, e é isto que está subjacente no artigo mas que o Portugal Mundial ignorou de modo a manipular a opinião. O DNA das plantas passou para a corrente sanguínea humana mas não entrou nas células uma vez que no artigo está bem explicito que “while non-plasma… was free of plant DNA”, ou seja, a fracção do sangue que contém células (a parte “não-plasma” não tem qualquer DNA) e portanto o DNA que passou para a corrente sanguínea será destruído e não foi incorporado pelas células e a informação que essa molécula de DNA codificava foi essencialmente perdida, porque não foi traduzida para proteínas. Ou seja, o seu impacto para o organismo humano é completamente irrelevante. Portanto concordo, imprudência é falar sem pensar.

        • Gratos pela sapiência e conselho… felizmente não tentamos mostrar que percebemos de todas as áreas como outros o fazem, aliás a falha do Pedro é que está a confundir o Portugal Mundial com as fontes dos artigos. Quem deveria rever alguma coisa seria provavelmente o Pedro: rever o nosso manifesto editorial.
          Mas ainda assim obrigado por tão douta resposta!

          • Pedro

            Caro Portugal Mundial,
            Parti do pressuposto que embora não sejam “profissionais da notícia” tivessem a missão de informar, de forma idónea e imparcial a população. Para informar não é necessário que sejamos especialistas na área, apenas que nos mantenhamos fieis aos factos noticiados. Aquilo que tentei fazer com o meu comentário foi apenas tentar mostrar-lhes que o artigo científico no qual a noticia se baseia não está de todo em consonância com o que é noticiado. A missão da ciência é sobretudo a busca do conhecimento e da verdade do mundo que nos rodeia. É assim entristecedor quando as conclusões cientificas são utilizadas erradamente e para outros propósitos. Não estou a dizer que os OGM são benéficos ou nocivos para humanos, apenas comentei que este artigo em particular não suporta essa conclusão. Da mesma forma que se o contrário fosse verdade, daria a minha opinião na defesa da verdade. O activismo tem um papel importante para o despertar de consciências, mas é apenas digno quando assenta na verdade. “mas a necessitar de um rótulo, somos activista da verdade, com a mente livre…”
            Com os melhores cumprimentos,
            Pedro

        • Pedro Dias

          Perdi-me naquela parte em que o cientista acima confunde um portal online chamado Portugal Mundial com uma organização terrorista… vi depois uma série de pseudo-intelectualismos e jargões técnicos para tentar fechar um par de olhos enquanto lhe batem palmas.
          Afinal imprudência é pensar sem falar!

  • Maria Carla

    alimentos geneticamente modificados nunca foram bons.ainda sim, é triste saber que não consumimos mais aquele alface natural da orta da sua casa, ou aquela melancia pura que um agricultor passou seus dias cuidando… :/

    • Paulo Andrade

      Maria Carla, não existe alface nem melancia transgênica. Pode comer a vontade. Na Europa só se planta (e muito pouco) milho GM. Se quiser experimentar frutas e outros grãos GM, além do milho, terá que ir aos EUA.

      • Henrique Gabriel

        Paulo, desculpa desiludir mas infelizmente não é só o milho que comemos que é transgénico. Existe a soja que é introduzida em muitos dos alimentos processados e que a sua produção é de cerca de 80% transgénico. E sim felizmente ainda podemos comer a alface e a melancia nas variedades típicas.

  • Bruna Winkert Raddatz

    Desculpe-me mas achei tão ridícula essa insistência com transgênicos no texto que tive que recorrer ao artigo original e lê-lo. Em dois momentos eu vi a palavra “organismo geneticamente modificado” (OGM, GMO ou trasngênico), e em nenhum dos dois momentos o nome estava relacionado a algo nocivo à saúde. Como engenheira bioquímica, que estudou o processo de transferência de genes e crianção de OGMs, eu gostaria de informar a vocês que não há DNA alienígena nos milhos e sojas que vocês ingerem. A maioria desses genes são de outras plantas também comestíveis para o ser humano. Vamos tomar como exemplo uma soja transgênica com cenoura. Sinto informá-los, mas você come esse mesmo gene transferido para a soja quando você come cenoura. Nenhum dos genes é criado em laboratório, tirado do fígado de baleia, de fetos, de seres humanos, de marcianos. Se o gene é da cenoura, você come esse mesmo gene quando ingere cenoura. Obviamente pode haver uma série de outras interações desse gene dentro no milho, mas isso só deve ser incentivo para mais pesquisas, e não para a abolição dos OGMs. Por outro lado, quem prefere agrotóxicos a um gene de cenoura (desculpe-me a insistência na repetição, mas você come esse gene da cenoura possivelmente toda semana), sugiro ler o livro Primavera Silenciosa, publicado na década de 60 e demonstra todos os efeitos tóxicos que organoclorado, organofosforados e outros agrotóxicos causam à natureza e ao ser humano. Dando um pequeno spoiler sobre o livro: agrotóxicos podem ser cancerígenos a longo prazo, podem causar déficit mental, dislexia e problemas na maturação sexual da prole, permanecem por anos na natureza, sendo encontrados no mar, nas algas, nos peixes, nas aves que comem os peixes e provavelmente em você, que come esses peixes também. Além disso, para os que reclamam de não saber o perigo dos OGMs, sugiro que pense em todas as variedades de frutas e verduras que come, pesquise quais agrotóxicos vai em cada um desses alimentos, agora permita-me falar que não há estudos que relacionem a toxicidade de todos esses agrotóxicos no organismo. Resumindo, eles sabem o que cada agrotóxico separadamente faz no organismo, mas a interação de todos eles pode ser milhões de vezes pior do que em separado. Aproveitem a leitura, e procurem relatórios da ANVISA sobre a quantidade de amostras de verduras e frutas fora das especificações. Basicamente falando, a quantidade de leguminosas em que se utiliza agrotóxicos errados ou acima da quantidade permitida por lei.

    • mendes

      Até aqui o que é praticado em larga escala como técnica é a transgênese, ou seja modificaçao genética por adição de genes exògenos e jà se testa a mutagênese , que cria o verdadeiro organismo mutante . Mas o real objetivo aì é vender mais veneno pesticida, pois o organismo modificado torna-se capaz de abrigar mais pesticida em seu interior que as espècies naturais ou adaptadas pela agricultura e quem consome certamente vai ser contaminado por isso. para colocar apenas o perigo mais evidente. E ão pàra sò aì as repercussoes no organismo humano de um efeito coquetel provocado por uma série de pesticidas e genes mutantes é muito pouco estudado. Poucos se aventuram a enfrentar esse lobby muito poderoso que contamina boa parte de universidades e centros de pesquisa Gente muito cuidado , com esse rebates de pessoas que se colocam aqui como apòstolos da verdade cientìfica mas são cooptados nas faculdades e laboratòrios de pesquisa pela indùstria do transgênico ou mesmo trabalham para a Monsanto e afins. A equipe do Dr Serralini na França, universidade de Caen fez uma pesquisa em caràter independente financiada em parte por associaçoes de defesa dos consumidores e Carrefour ( a rede de supermercados preocupada com repercussoes negativas às suas vendas como foi o caso da carne no episòdio da “vaca louca”) . A pesquisa que menciono da equipe de toxicologistas e geneticistas independentes (cada vez mais raros ) utilizou a raça spring-dawley de ratos ( a mesma utiliozada ) nos testes de monsanto para o milho transgênico NK603. Pois os argumentos de que essa raça de ratos desenvolve naturalmente câncer e desonestidade intelectual estão pesando contra ele e sua equipe. Monsanto nunca aceitou em publicar os dados em sua possessão, o que foi feito de fato por Sellini et all em Food and Chemical Toxicology, 50 (2012), 4221-4231. Acompanhem isso na pagina da Crigen da França , orgão independente reunindo experts, politicos, associaçoes http://www.criigen.org/SiteFr/index.php?option=com_content&task=view&id=403&Itemid=129

    • Henrique Gabriel

      Olá Bruna. Não sou investigador nessa área nem nada que se pareça. Também nada tenho contra a investigação cientifica, até pelo contrario acho bem que ela exista, mas convém ressalvar que sou contra a introdução e experimentação de qualquer produto na população sem uma grande certeza das suas consequências, e como você própria e outros investigadores também o dizem ” Obviamente pode haver uma série de outras iterações desse gene dentro
      no milho, mas isso só deve ser incentivo para mais pesquisas ” acho que aqui é que reside o factor fulcral da questão. Pois ainda não se conhece as reais consequências a longo prazo dessas iterações. Depois tambem existe os lobis das grandes empresas como a” Monsanto” que têm grande poder nas politicas e no aceleramento de leis que são maioritariamente lesivas para o povo “Para não dizer criminosas.” onde estudos cientificos e grandes investigadores são coagidos e manipulados para obtenção de lucro. Isso é que acho desonesto e perigoso, assim como a patenteação de genes, pois afinal eles não foram invenção dessas empresas e já existiam, quanto muito poderiam ser descobertas dessas empresas e nada mais que isso. Assim como outros investigadores descobriram planetas, e leis, não os tornou donos desses planetas nem dessas leis.
      Para terminar gostaria só desejar Boa Sorte e incentivar na sua investigação, e que isso nos traga alguma iluminação quanto a este assunto com a melhor celeridade e honestidade possível sem se deixar contaminar ou coagir a fazer um trabalho honesto que todos pedimos e que a meu ver é o que leva as pessoas a desconfiar destes assuntos.

  • Helio L. Musskopf

    Li tudo. Quanta ingenuidade ao acreditar na Ciência “patrocinada”! A Natureza SEMPRE reagirá contra as invenções humanas. Se aplicamos um veneno contra as formigas, jamais vamos matar todas; sempre surgirá uma nova geração que exigirá um veneno mais forte. Sempre surgirá uma erva “daninha” resistente ao herbicida. E quanto a acabar com a fome no mundo? A Monsanto vai se encarregar disso? Hahaha… Algum governo vai se encarregar disso? Hehehe… Só tem sido atacadas as ‘consequências’ das doenças e pragas; o furo, entretanto, é mais abaixo. Num solo VIVO, equilibrado, saudável, aliado à diversificação de culturas (e não na monocultura) as plantas nascem, crescem e produzem com fartura. Com matéria orgânica no solo resistem X% a mais em relação a uma seca.
    Em relação aos OGM, sabe-se que foi introduzido um gene que torna o milho tóxico para a lagarta; não teria ele se tornado tóxico também para animais e seres humanos? Um livro bem esclarecedor chama-se “TRANSGÊNICOS, as sementes do mal”. Outro: “Planta doentes pelo uso de agrotóxicos”. Outro mais: O Testamento Agrícola”… Todos científicos e não patrocinados por empresas de interesse puramente econômico. Os transgênicos geraram uma agricultura dependente, escravizada pelos grandes grupos econômicos, pois estas não se interessam pela saúde, ao contrário, pela doença, que será, por sua vez tratada com os produtos de seus laboratórios. É o início do fim, como diz a doutora Ana Maria Primavesi. Somos TOTALMENTE a favor da Ciência, porém, não aquela patrocinada e que produz por encomenda o que trará mais lucro para as empresas em detrimento da nossa qualidade de vida. PARABÉNS aos cientistas livres, autênticos, preocupados com a Vida e não com o lucro. PERSISTAM.

  • VERA MARFEZA

    leiam COBAIAS HUMANAS – A HISTÓRIA SECRETA. DO SOFRIMENTO PROVOCADO, EM NOME DA CIENCIA. DO ANDREW GOLISZEK QUE PARTICIPOU DA MAIORIA DOS PROGRAMAS DE PESQUISAS DO EUA, E PAREM DE ACHAR QUE A CIÊNCIA É UMA GRACINHA!!!! VOCÊS NÃO SABEM DA MISSA A METADE!!!

  • Douglas Sirigati

    viva os OGMs que estão nos transformando em mutantes se foda o porra toda

  • Juninho De Luca

    Os artigos usados como fontes, ao contrário, desmentem todas as baboseiras desse texto ridículo.

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