Polémico Política

Desaparecimento do Malaysia MH370 e os tentáculos da família Rothschild

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À semelhança da família Rockefeller, para muitos, a influência mundial da infame família Rothschild não é desconhecida. Há ainda resistentes, que chamam a tudo teorias da conspiração, ou os ignorantes de todas estas questões que continuam a viver no mundo como se nunca morressem e a morrer como se nunca tivessem vivido.

A análise cuidada dos dados disponíveis um pouco por todas as fontes de media mainstream e de algumas pesquisas não muito exigentes leva-nos a afirmar, sem sombra de dúvidas, que seja lá o aconteceu aos inocentes (ou talvez não) a bordo do já famoso voo do avião desaparecido MH370 da Malaysia Airlines teve tentáculo da família Rotschild. Senão vejamos:

Vinte engenheiros da Freescale Semiconductor estavam a bordo

Este dado, aparentemente irrelevante é de extrema importância já que esta corporação é a atual fornecedora de chips RFID subcutâneos que o Governo americano pretende implantar em cada cidadão. Este é um plano, segundo alguns, a nível mundial mas que será iniciado nos EUA através do “ObamaCare”. Aliás o próprio website oficial do sistema de saúde lançado pela administração Obama tenta reverter os boatos do uso destes chip nos humanos, contradizendo-se logo de seguida afirmando que serão implantados mas não é forçoso ou obrigatório.

É que poucos sabiam de detalhes, porque é algo que não se fala na televisão, mas as questões dos implantes estavam num impasse devido à falta de aprovação de uma patente (entre outros detalhes técnicos que nem entendemos). Ora, com a morte dos 20 engenheiros da Freescale Semiconductor   toda a questão ficou resolvida e a patente está já aprovada.

A questão da patente

Quatro dias após o voo MH370, faltava uma patente ser aprovada pelo Escritório de Patentes. Dos quatro titulares das patentes 5 são funcionários chineses da Freescale Semiconductor de Austin TX.
As patentes são divididas em incrementos de 20% para 5 titulares. Peidong Wang, Suzhou, China, (20%) Zhijun Chen, Suzhou, China, (20%) Zhihong Cheng, Suzhou, China, (20%) Li Ying, Suzhou, China, (20%) Freescale Semiconductor (20%). Se um detentor da patente morre, em seguida, os titulares restantes dividem igualmente os dividendos do falecido se não houver disputa em testamento. Se 4 dos 5 morre, então o titular da patente recebe o restante ficando com 100% da riqueza da patente. O titular vivo da patente restante é a Freescale Semiconductor.

Ora, a Freescale Semiconductor pertence a um consórcio da Blackstone Group. Quem é então o dono da Freescale Semiconductor? Jacob Rothschild através da Blackstone que possui a Freescale (veja no site deles). Este é o seu motivo para o avião “desaparecer” indo à Pequim. Não é só a súbito enriquecimento ligado à posse de 100% da patente, mas também tudo o que a esta está ligado, nomeadamente todo o projecto dos implantes de chips subcutâneos para humanos RFID. Como todos os 4 membros chineses da patente eram passageiros do avião desaparecido. O detentor da patente pode alterar o produto legalmente, passando a riqueza para seus herdeiros. No entanto, ele não pode fazê-lo até que a patente seja aprovada. Assim, quando o avião desapareceu, a patente não tinha sido aprovada. Portanto, os Rothschilds receberam 100% da patente, uma vez que os outros detentores foram declarados mortos.

Outros dados interessante

Se lermos todas as fontes acima veremos a certa altura que:

On September 15, 2006, Freescale agreed to a $17.6 billion buyout by a consortium led by Blackstone Group and its co-investors, Carlyle Group, TPG Capital, and Permira.

[A 15 de Setembro de 2006, a Freescale concordou com a sua aquisição por 17.6 milhões pelo consórcio dirigido pelo Grupo Blackstone, Grupo Carlyle, TPG Capital e Permira.]

Algumas pesquisas ou conhecimento prévio retirados de toda a confusão e conspiração por detrás do evento catastrófico do 11 de Setembro no World Trade Center levam-nos a reconhecer alguns nomes acima citados.

Curiosamente, esta mesma táctica de assassinato é idêntica à que foi usada, segundo alguns investigadores, pelo banqueiro JP Morgan, os Rockefeller e Henry Ford quando mandaram afundar o Titanic com o objectivo de matar John Jacob Astor IV e a sua família por ser o patrocinador de ninguém menos que Nikola Tesla, o inventor da tecnologia de energia livre que ameaçava os interesses da máfia dos banqueiros.

Acha muito rebuscado? Pense e investigue como quiser… e informem-se as famílias dos inocentes assassinados no voo MH370 que o mundo não quer saber das razões, só quer montar um espectáculo para a CNN vender.

Fontes: no próprio texto

 

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  • Justino Rodrigues
    Não obstante, tudo pode não passar de uma simples coincidência. O que escreve é bastante rebuscado pelo seguinte:

    -Não apresenta evidências que mostrem a impossibilidade de se tratar de um acidente.

    -O facto de ir alguém importante num avião não é só por si significado de que alguém engendrou o seu desaparecimento. Se o avião não tivesse caído, seria legitimo afirmar que estávamos perante uma tentativa de assassinato falhada? Penso que se percebe onde quero chegar.

    -Que alguém se tenha aproveitado da “má sorte” de terceiros para se apropriar do seu património não implica que a queda do avião não se tenha tratado de um acidente. Tenha sido a queda do avião um acidente ou um evento programado, os visados iriam na mesma patentear a tecnologia e apropriar-se dos lucros, licitamente ou ilicitamente.

    Portanto, posto isto, digo ainda mais: Eu não tenho que dedicar o meu tempo a pesquisar sobre estas afirmações, onde a conexão entre os atores e os eventos é rebuscada, pois o ónus da prova está do vosso lado e não do meu. Vocês é que necessitam de investigar melhor sobre o que escrevem, e só então, colocar uma notícia devidamente fundamentada, nem que seja por uma questão de honestidade intelectual.

    • Paulo Ferreira
      Ignoratio elenchi
      É o nome de uma falácia lógica em que a conclusão não decorre das premissas apresentadas. É uma das falácias mais genéricas pois, em última análise, em todos os argumentos falhos o que ocorre é que as premissas apresentadas não levam à conclusão que se pretende. Trata-se do disparate propriamente dito, do início ao fim.

      “Se o avião não tivesse caído, seria legitimo afirmar que estávamos perante uma tentativa de assassinato falhada?” – Que raio de pergunta é essa? O avião desapareceu, NÃO existem “ses”… As ligações existem, estão lá, seja quais forem os malabarismos que faça nessa dialéctica risível. Seja honesto consigo e com os outros e investigue por si, antes de dizer que é tudo mentira. Pois deu-se ao trabalho de escrever na “tentativa” de confundir os leitores.

      Assim na próxima que não acreditar em “conspirações”, por recusa de constatar os factos, já poderá então explicar a “Teoria das Coincidências”. Coincidências atrás de coincidências.

      • Calus
        Isso, Teoria das Coincidências?

        Vejam isto e divulguem:

        2/4 O SEGREDO DAS SETE IRMÃS – Safari no Eldorado
        Negro-(2011) (Leg. Pt-Pt)

        https://www.youtube.com/watch?v=f3wD0cLEOfA

        • Justino Rodrigues
          Embora não faça parte do tema, está um bom documentário!
      • Hailton Avelar
        Tô com vocês!!!
      • Justino Rodrigues
        Caro Paulo Ferreira, antes de acusar alguém de falta de honestidade, digo-lhe que parece que não percebeu claramente o objectivo dessa pergunta. O que aqui escreve apenas revela que não percebeu nada, e por isso trata-se para si de um “Ignoratio elenchi “. Mas já que estamos com filosofias, eu coloco as coisas de outra forma, recorrendo também a uns “copy-paste” da wikipédia para abreviar trabalho:

        1º – “Método indutivo, ou indução:

        É o raciocínio que, após considerar um número suficiente de casos particulares, conclui uma verdade geral. A indução, ao contrário da dedução, parte da experiência sensível, dos dados particulares.”

        2º – “Falseabilidade

        Falseabilidade, falsificabilidade ou refutabilidade é um conceito importante na filosofia da ciência (epistemologia), proposto por Karl Popper nos anos 1930, como solução para o chamado problema da indução. Para uma asserção ser refutável ou falseável, em princípio será possível fazer uma observação ou fazer uma experiência física que tente mostrar que essa asserção é falsa.”

        Claramente, este artigo baseia-se numa lógica onde factos particulares são extrapolados para um caso geral, colocados de uma forma não falseável.

        Trocando por miúdos, o facto de o desaparecimento do avião ter sido estranho, não diz só por si que foi por causa dos engenheiros (pode ter sido uma coincidência), e o facto de estes trabalharem para uma empresa ligada aos Rothschild não significa necessariamente que os Rothschild estão envolvidos (pode ter sido coincidência). Certamente que os bancos da família Rothschild financiam muitas outras empresas, também com produtos “top-secret” e de grande valor comercial em potencial, que empregam milhares de engenheiros e outros profissionais qualificados, e que eu saiba, não andam todos desaparecidos. Está a compreender?

        Para me fazer compreender nisso, recorri a um caso absurdo expresso na questão que referiu. Pelo mesmo raciocínio, é possível afirmar que se o avião não tivesse desaparecido, eu poderia alegar que uma empresa concorrente teria evitado o acidente ou que os Rothschild tinham falhado, o que logicamente é um absurdo, pois tal como as ligações apresentadas no artigo, esta suposição, indutiva, carece de provas, e os aviões não passam todo o tempo a ter acidentes.

        Ficou esclarecido?

        Para terminar, esclareço que sou uma pessoa atenta no que toca a teorias da conspiração, mas não é por acreditar que existem acontecimentos de contornos ocultos que se deve acreditar em tudo que é explicação alternativa. Cair nesse erro é fazer má figura, porque não se pode defender com a devida honestidade intelectual uma teoria que nem sequer é sólida na lógica que emprega para unir as premissas com as conclusões que defende.

        Você tanto quis fazer figura de “intelectual” que acabou por fazer má figura… desculpe-me que lhe diga!

        • http://www.negociosmundiais.com/ Joaquim Pedrosa
          Olá
          boa tarde eu não sou filosofo acho que lhe falta procurar a teria da probabilidade…

          Eu gosto de aplicar matemática em tudo e normalmente existem tabelas de probabilidade, gostava que vc juntasse os factos e colocasse numa tabela para calcular a probabilidade de ser de uma forma ou de outra!!!!!!!!!!

          Aquilo que eu vejo no seu comentário é de alguém que aplicou a teoria do ERA, NÃO ERA, SE ou TALVEZ!
          Esse tipo de pessoas nunca tomou uma decisão acertada no mundo…

          É POR CUSA DISSO QUE ESTE MUNDO NUNCA IRÁ TER UMA SOLUÇÃO

          • Justino Rodrigues
            Olá Joaquim Pedrosa.

            Eu percebo onde quer chegar. Está a afirmar de grosso modo, que a probabilidade de aquele evento se ter tratado de um acidente, ou pelo menos de um acidente comum, é baixa, e eu concordo consigo. No entanto, se tiver atenção, verá que face às características do acontecimento em questão, existem outras possibilidades bem mais credíveis que a teoria dos Rothschild. Se são mais credíveis, as probabilidades estão a favor das mesmas.

            O que discuto aqui é quando alguém suspeita que não foi um acidente, e com isso, apregoa uma qualquer teoria da conspiração, por mais absurda que seja, como verdadeira. Chegou-se ao cúmulo aqui, de contra argumentar com outra teoria da ilha “Diego Garcia”. Ora, se não se prova a relação entre as duas coisas, ou são os Rothchild, ou é a CIA e o MI5 na ilha Diego Garcia. Parece-me que trata-se mais de um debitar de teorias alternativas para justificar que não foi um acidente. Eu até concordo que existe alta probabilidade de não ser um acidente, mas a verdade é que não se sabe o que aconteceu. Você gostaria de ser injustamente alvo de uma teoria da conspiração só porque tinha algum tipo de relação com os passageiros do avião? Acaba por ser injusto acusar só por acusar.

            Se você procurar um bocado, verá que esta notícia foi extraída de um outro site que não cita referências credíveis, e eu até lho coloco aqui, para que possa avaliar por si mesmo.

            http://caminhoalternativo.wordpress.com/2014/03/16/jacob-rothschild-mandou-desaparecer-o-voo-mh370-da-malaysia-airlines/

            cumprimentos

    • Priscila Garcia
      Eu concordo com a resposta que lhe foi dada pelo sr. Paulo, caro sr. Justino. Que não se trata de um “acidente comum” é absolutamente indiscutível. O avião desviou-se brutalmente da rota, subiu, desceu e passou a navegar em zigue-zague, dirigindo-se para o norte: e agora parece que encontraram destroços ao sul, ou seja, mais um sensacional desvio… Isso tudo durante SETE HORAS de voo! Enfim, é preciso ter um “espírito de avestruz” para não querer VER a estranheza do caso, e se auto-convencer de que “tratou-se de um acidente”. Acidente foi o do voo 470 da Air France que saiu do Rio com destino a Paris, enfrentou uma tempestade e, por problemas técnicos e incúria dos pilotos, acabou caindo e matando todo mundo: mas caiu NA ROTA – não voou sete horas pra lá e pra cá para ser encontrado a milhares de quilômetros de distância dela…
      SE É que foi MESMO encontrado, diga-se. Porque o caso me parece ENTULHADO do que os americanos chamam de “cover-up”, e cá no Brasil chamamos de “tapeação”.
      • Justino Rodrigues
        Cara Priscila Garcia

        Não pretendi defender que foi um acidente. Apenas pretendi expor que a lógica empregue para relacionar as premissas com os alegados responsáveis é inconsistente. Pode ter sido um acidente ou um problema técnico qualquer, de modos que nada prova o contrário, nem que foi. A verdade é que não se sabe o que aconteceu.

        Pretendi somente dizer que a lógica empregue na teoria não é consistente, e que se o autor do artigo não é capaz de apresentar uma logica consistente no que afirma, não vejo o porquê de investigar algo que à partida demonstra ser inconsistente. Teorias da conspiração não são para ser acreditadas cegamente.

        Para explicar esta minha posição, recomendo que leia o que deixei como resposta ao Paulo Ferreira (para não me alongar mais), mas sem levar a peito a certa “linguagem mais acesa” que dirijo ao Paulo Fonseca, pois é destinada somente para ele.

      • Filipa
        Priscila, onde viu que o avião voo para norte? Faço esta pergunta, pq no meio de tanta informação e contra informação, não me lembro de ler isso.
  • Paulo Ferreira
    Se fiquei esclarecido? Não.
    Fiquei foi com sono. Com tanto ar quente, soprado.

    Nem me preocupo com o que pensa de mim ou da minha figura.
    Ou se acha que pretendo fazer figura de intelectual para si ou outros.

    As coincidências estão lá.
    Os factos estão lá e vêm mais a caminho.
    O resto é conversa de “la la land”, a entrar na abstracção mental para provocar o curto circuito mental a quem se der ao trabalho de ler o que escreveu.

    Qual a explicação dada? Baseada nos dados? Nenhuma!
    Só a infalível Teoria das coincidências, onde o evento acontece por acaso e só por acaso, alguém beneficia com o desaparecimento (só por isso um móbil)…
    É a Teoria das coincidências.

    Mais umas perguntas, provavelmente também explicadas pela infalível Teoria das coincidências.

    – Ao fim de 4 semanas, o que vai a CIA e o MI6 investigar?

    – Vão investigar… ou confirmar que não ficam pontas soltas?

    – E se o avião da Malaysia Airlines estiver numa base secreta dos EUA, de nome Diego Garcia? Então, já faz sentido, a presença da CIA e do MI6?

    Venham duas ou três doses de Teoria das Coincidências.

    • Justino Rodrigues
      É pena, pois penso que fui bastante claro. Uma coisa não se torna verdade só porque acredita que seja, deva ser ou faz sentido para si. Lamento que continue a perpetuar uma lógica falaciosa, e o que escreve a seguir é prova disso mesmo, se não vejamos:

      ” E se o avião da Malaysia Airlines estiver numa base secreta dos EUA, de nome Diego Garcia? Então, já faz sentido, a presença da CIA e do MI6?”

      Vi essa notícia e confesso que pessoalmente acho esta nova teoria mais plausível, pois ao que parece, alguém conseguiu utilizar o telemóvel para enviar alguma informação. Contudo pergunto-lhe qual a relação desta teoria com a teoria inicial que envolve os Rothschild? Está a reparar no que está a fazer? Lançou novos dados, mas no entanto não os associou com a teoria principal. Diz que os factos “vêm a caminho”, mas apresenta uma outra teoria. Então o que defende? A teoria dos Rotschild ou a teoria da CIA e do MI5? Se estão relacionados, que dados possui você disso?

      Se o que quer provar é que os Rothshild foram os culpados, então devia-se centrar nisso e não mudar para outra teoria (caso não seja capaz de associar as duas com factos, como por exemplo, provar que a CIA e o MI5 estão a operar a mando dos Rothschild). Assim, contra si mesmo está a falar, pois está a falsear a teoria original (São os Rothschild!!! Não não… também pode ter sido o MI5 e a CIA).

      Provavelmente pensou que me iria entalar com esses novos dados, que eu iria colocar-me na defensiva, pois pensa que acredito que tudo se tratou de uma coincidência! Você comete o erro de pensar que por não concordar com uma teoria, me oponho às restantes teorias. Oponho-me isso sim à logica empregue, que no meu entender, é falaciosa. Eu disse: “Não obstante, tudo pode não passar de uma simples coincidência.”, e não “Não passa de uma simples coincidência.” Apenas contrapus a teoria exposta.

      Parece-me que o que realmente você quer é mostrar que as autoridades oficiais mentem ou estão enganadas, e aí penso que podemos chegar a um consenso, mas mesmo assim não me atrevo a por as minhas mãos no fogo por uma tese que ilibe a 100% a hipótese de acidente, pois existem algumas interessantes também, como a tese da despressurização do avião após a ocorrência de um acidente interno.

      Não seja anti-sistema, seja apenas anti-tretas.

  • antonio esteves
    Poderemos aceitar estes factos e admitir que existem realidades paralelas, mas o facto de esta teoria aqui descrita ser plausível não implica necessariamente que seja a verdadeira…cada qual com as suas convicções, a verdade é que qualquer que seja a peça num tabuleiro de xadrez, a sua percepção do panorama geral jamais será completa. Das duas uma, ou aceitamos a nossa insignificância como peões ou pomos tudo em causa e alimentamos este nosso desejo de saber o que existe para alem do que é sabido….mas lembrem se que a curiosidade matou o gato.
    Ass. Antonio Esteves
  • http://joseliaartesanatos.com.br Joselia Ferreira
    Destrinchando chips
  • Douglas Pires de Sousa
    Há 4 meses este site promoveu calorosos debates sobre o desaparecimento do voo MH370. E agora, como explicar, por meio da linha de raciocínio aqui empregada, o abatimento do MH17?
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