“Fui feito refém por militares depois de o meu voo ter sido sequestrado, Trabalho para a IBM e consegui esconder o meu telefone no rabo (sic) durante o sequestro. Fui separado dos outros passageiros e estou numa cela. O meu nome é Philip Wood. Acho que fui drogado e não consigo pensar com clareza”. Terão sido estas as palavras gravadas pelo passageiro e transformadas em texto escrito pelo aparelho, um iPhone 5. A imagem, por seu lado, é completamente negra, mas, a partir das suas propriedades, Stone garante que é possível perceber as coordenadas GPS e especula que tenha sido tirada num local escuro.

Esta não é a primeira teoria a colocar o MH370 em Diego Garcia. Há uma semana, um utilizador do YouTube partilhava na mesma rede a convicção de que o avião desaparecido aterrou na base militar no dia 8 de Março, estacionando num hangar fechado para impossibilitar as comunicações com o exterior.article-2603075-1D0DC20D00000578-204_634x507

Por outro lado, a 18 de março, um relato publicado no Malaysian Insider dava conta de que os dados recuperados do simulador de voo que o piloto tinha em casa mostravam várias simulações de aterragens em Diego Garcia.