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Quando a medicina e a indústria farmacêutica preferem manter as doenças!

Ao contrário do esperado, a medicina, a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia apostam na perpetuação das doenças para manterem os seus lucros.

Assim que se lê “a prevenção é melhor que…”, pensa-se na cura para alguma coisa. Mas nos últimos 50 anos, “Cura” tornou-se uma palavra suja no ramo farmacêutico. “A cura é algo muito caro” é a crença comum. Como é que isso corresponde à situação real?

Fortes incentivos financeiros apoiam prolongar o tratamento o quanto possível. A prevenção farmacêutica está limitada a vacinas. Elas são destinadas a preservar as pessoas de eventuais tratamentos de doenças.

Enquanto o escorbuto é uma fonte definida de 100 doenças – incluindo as doenças fatais mais comuns em jovens e adultos -, o governo do Reino Unido não tem entusiasmo em preveni-lo e não financia a vitamina C dos pacientes. Nem é provável que a política de saúde nos EUA faça algo diferente.

As vacinas são imensamente lucrativas, e controversas. A vacina MMR combate sarampo, Parotidite Infecciosa e rubéola. Mas o médico pioneiro Fred Klenner descobriu que os seus pacientes infectados com Parotidite, sarampo ou mononucleose podiam voltar às actividades normais 24 horas após tomarem doses de vitamina C, que fossem toleráveis aos intestinos.

Ele não usou a expressão “toleráveis ao intestino”. Esse termo foi utilizado por outro notável médico, o falecido Robert Cathcart III, MD, que era um ávido aluno de Klenner. Como Klenner, o Dr. Cathcart foi um marco da honestidade médica. Ao considerarem a tolerância do intestino, Cathcart, assim como Klenner, descobriram que quase qualquer infecção comum podia ser curada, independente de ser um vírus fatal, veneno de cobra ou bactéria.

Quantos morreram desnecessariamente de infecções SARM (Staphylococcus aureus resistente à meticilina)!?

Como a indústria farmacêutica reage a isso? Isso é ignorado. A máfia farmacêutica (a aliança entre as indústrias farmacêutica, médica e alimentícia) produz uma lista sempre crescente de produtos químicos na nossa alimentação.

As margarinas são feitas com óleos artificiais, produzidos originalmente pela indústria de tintas, algumas vezes contaminados com níquel, certamente um exemplo de alimentos criados, que somos aconselhados a evitar. Parece que a margarina é duvidosa para a saúde, mas algumas chegam a usar a imagem de um coração para promovê-las.

Dibujo

Ainda que alguns bioquímicos (que trabalham na produção de margarinas) evitem que tenha contacto com a pele, ela é exibida junto à manteiga em supermercados, o que é uma piada. Ela não precisa de refrigeração. Colocá-la ao lado da graxa de sapato seria mais adequado. Após um mês, a manteiga é consumida pelo mofo. Já os microrganismos, como o mofo, rejeitam a margarina.

Promovida com a justificação de que previne de doenças cardíacas, a margarina contém óleos insaturados que são ditos como redutores de colesterol plasmático, mas que os radicais livres causam doenças cardíacas tal como afirma o Dr Denham Harmat, apesar de que isso não preocupa os fabricantes. Harman disse que esta hipotética cura para doenças cardíacas pode ser “pior que a doença”.

Fonte: EpochTimes

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  • Dani Silva

    Eu trabalho na indústria farmacêutica e posso testemunhar em primeira mão que isso não é bem assim… O único “defeito” das farmacêuticas é que o dinheiro é um dos primeiros pontos a ser considerado. Se um novo medicamento não é rentável, não se faz investimento na sua pesquisa. Costuma-se dizer que as farmacêuticas não são instituições de caridade, e se pensarmos bem é verdade… são empresas privadas cujo objectivo é dar lucro, mas isso não quer dizer que andem a “envenenar” propositadamente a população. Se descobrirem uma nova droga benéfica para a saúde, e se o investimento previsto tiver retorno, é claro que vai ser produzida e comercializada. Os custos de pesquisa e desenvolvimento nesta área são na área dos milhões/biliões, e ninguém quer simplesmente gastar dinheiro sem garantia de retorno, como é óbvio para qualquer empresa…

    Em relação a investigação para doenças raras, acho que as fundações de investigação e universidades deveriam ter o papel principal, já que não têm o carácter privado e corporativo de uma farmacêutica. Cada uma destas instituições tem o seu lugar…

  • Juliano Souza

    CURA não dá dinheiro, por isso não CURAM o câncer. Doenças dão dinheiro. Estas indústrias não tem nenhum interesse em criar remédios milagrosos.

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