Ufologia

Antigo membro do Pentágono garante que “podemos não estar sozinhos”

Depois da descoberta de um programa secreto do Pentágono para investigar OVNI, a CNN foi à procura de quem lá trabalhou. O homem que chefiou o programa garante que os extraterrestres visitam a Terra.

O New York Times publicou um artigo sobre a muito provável existência de um programa de investigação a OVNI dentro do imenso Departamento da Defesa dos Estados Unidos. O jornal contava que o Advanced Aviation Threat Identification Program existiu realmente – de 2007 a 2012 -, mas acabou por ser encerrado por uma mudança de prioridades no financiamento, já que só este programa era orçamentado em 22 milhões de dólares.

A resposta oficial do Pentágono confirmava a existência oficial do programa durante aqueles cinco anos e deixava a porta aberta para a hipótese de continuar a funcionar, escondido nos milhares de milhões de dólares de que o Departamento da Defesa dispõe.

Todos os jornais e canais de televisão norte-americanos pegaram no assunto e investigaram, contactaram antigos membros do programa e tentaram perceber se o governo dos Estados Unidos da América ainda procura a existência de visitantes extraterrestres no planeta Terra. A CNN conseguiu encontrar o membro do Pentágono que liderava o Advanced Aviation Threat Identification Program: que acredita ter encontrado provas suficientes de que existe vida para além da humana a chegar ao nosso planeta.

 

 

 

“Acredito pessoalmente que existem provas suficientes de que podemos não estar sozinhos”, afirmo Luis Elizondo em entrevista ao programa “Erin Burnett OutFront”, da CNN.

 

 

O antigo membro do Pentágono garante que “descobriram muita coisa” e identificaram “objetos voadores que pareciam desafiar as leis da aerodinâmica”. Luis Elizondo detalhou e contou que viu muitos “objetos sem superfícies de voo óbvias, sem formas óbvias de propulsão e a mover-se em maneiras que incluem extrema mobilidade, para além da força G saudável de um humano ou qualquer coisa biológica”.

Elizondo falou posteriormente com o NY Times e contou que se demitiu do Departamento da Defesa em outubro em protesto com aquilo a que chama sigilo excessivo à volta do programa. Desde aí, está a trabalhar com a To The Stars Academy Of Arts and Sciences – uma empresa co-fundada por Tom DeLonge, antigo músico dos Blink-182 -, que investiga assuntos como o sigilo governamental e objetos não identificados.

 

Fonte: Observador

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