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Crânio com 260 mil anos contraria todas as teorias da ciência

Crânio de Dali mostra que Homo Sapiens estiveram na China 60 mil anos antes da teoria de sua evolução na África e exige que a História seja reescrita!

Nova pesquisa sobre um crânio de 260 mil anos encontrado na China em 1978 confirma que ele é surpreendentemente semelhante a nossa espécie, o Homo sapiens. Isso poderia derrubar a teoria ​​da origem humana a partir da África.

Tem sido comum considerar que o Homo sapiens evoluiu na África há cerca de 200 mil anos e deixou a África para povoar o mundo há cerca de 120 mil anos.

Esta linha do tempo já foi abalada no meio deste ano, quando cientistas anunciaram que fósseis de Homo sapiens de 300 a 350 mil anos atrás foram encontrados num sítio arqueológico em Jebel Irhoud, no Marrocos. Empurrar para trás a linha do tempo do Homo sapiens em mais de 100 mil anos não é um pequeno ajuste.

Agora, esse crânio de Dali sugere que o Homo sapiens existiu na China há 260 mil anos. Isso é cerca de 9,65 mil quilómetros de distância do Marrocos.

Xinzhi Wu, da Academia Chinesa de Ciências em Pequim, chamou a atenção sobre o crânio de Dali pouco depois de ter sido encontrado em Dali, na província de Shaanxi. Ele notou muitas semelhanças entre o crânio e os humanos modernos, mas ele foi grandemente ignorado porque a linha do tempo não coincidia com o que era geralmente entendido.

Então, Xinzhi Wu juntou-se a Sheela Athreya, da Universidade Texas A&M, para realizar a análise recente, que foi publicada em 25 de Outubro no periódico American Journal of Physical Anthropology. Com base no novo entendimento dos achados do Marrocos, Wu e Athreya confirmaram que o crânio de Dali registra a presença de Homo sapiens na China há 260 mil anos.

Eles propõem que o Homo sapiens não evoluiu na África e depois migrou para o resto do mundo. Em vez disso, as populações na China teriam evoluído de certa forma independentemente e também se misturaram com as do Ocidente.

É uma visão mais dinâmica da origem humana que também sugere uma presença mais dispersa dos seres humanos essencialmente modernos em todo o mundo, muito antes do que a cronologia evolucionista comum aceita.

Os autores do estudo escreveram: “Embora um espécime por si só não possa ser a base para conclusões amplas sobre a evolução humana, [o crânio de] Dali está numa posição única para fornecer informações críticas sobre a história evolutiva do Homo no Leste Asiático, considerando sua integridade e proveniência bem datadas.”

Fonte: Epoch

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