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Editorial/Manifesto

A nossa forma de dar informação parte da ideia que a realidade é uma construção colectiva com múltiplas interpretações, e todas elas podem ser consideradas como válidas e não excluentes. Uma coisa pode ser mais do que uma coisa de uma só vez, quase uma aproximação quântica à informação, e neste sentido o que uma fonte validada por todo um aparato socioeconómico não deve ser tomada como a única verdade, mas sim como uma reinterpretação da informação dada por uma perspectiva particular.

Às vezes desqualifica-se certas fontes por tocarem temas mais polémicos ou sensacionalistas, conspiratórios até, mas aceitam-se como garantidas e fidedignas temáticas tidas como mais mainstream sem se ponderarem se serão estas as mais conspiratórias ou não.

A nossa filosofia editorial consiste em considerar que cada tema tem uma agenda e está moldado, consciente ou inconscientemente, pelos interesses dos meios que o difundem. Estamos decididos, tal dharma informativo, a ultrapassar isto e dar um passo além. Trazer a público todas as notícias mais ou menos relevantes, mais ou menos mainstream, mais ou menos aceites, mais ou menos conspiratórias… entregando-as como são e dispondo as fontes para que cada leitor faça a sua digestão informativa.

Não somos profissionais da notícia, não nos agregamos a qualquer ideologia… mas a necessitar de um rótulo somos activistas da verdade, com a mente livre e que estamos decididos a trazer ao público lusófono aquilo que a maioria dos meios de difusão informativa omite por ser mais confortável.

Abordar temas extraordinários pode exigir ter provas extraordinárias… mas fazemos a abordagem com um espírito estimulante para provocar no leitor a necessidade de se informar, de estar consciente, de saber do mundo numa senda de exploração sem descartar nenhuma opinião – um agnosticismo informativo, se quiserem!

Bem vindos ao Portugal Mundial… o local onde pretendemos que a consciência lusófona possa beber informação e partir na sua senda da procura da verdade!

 

Ps. Relembramos que não somos jornalistas nem somos pagos para publicar os artigos neste website e por isso tomamos a liberdade de decidir o que está ou não apto a pertencer ao mesmo. Mais ainda, utilizamos a língua portuguesa de Portugal e não respeitamos o famigerado acordo ortográfico, no entanto utilizamos muitas vezes fontes em português brasileiro e é natural que esporadicamente falhem algumas correcções.

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