Polémico Saúde

Estudo aponta crianças vacinadas com mais 500% de ocorrências de doença

15924658_vaccine_399405cHá não muito tempo, publicamos um artigo sobre as questões das vacinas, do autismo e do mercúrio encontrado nas mesmas que nos valeu uma enchente de visitantes que sem lerem o artigo ou fazerem qualquer pesquisa fizeram chover insultos e barbaridades… ora desta feita estamos preparados para uma avalanche de impropérios, mas relembramos que o facto de dizerem o que lhes vai na alma não faz deste artigo menos verídico.

Existem cada vez mais estudos e pesquisa nesta área mas raros são aqueles que se encontram livres de interesses por trás de quem os paga. Ora se há tantos estudos nesta matéria quer-nos parecer que de alguma forma há muita confusão e coisas mal contadas… As suspeitas foram confirmadas para aqueles que desconfiavam sobre a validade de vacinar os seus filhos.

Conduzido pela KiGGS (Instituto Alemão de Análise da Saúde de Crianças e Adolescentes) e envolvendo mais de 17 mil crianças de nascença até aos 19 anos o estudo, ainda a decorrer, aponta para alarmantes ligações entre a saúde real e a saúde aparente. É notório que as crianças vacinadas possuem 2 a 5 vezes mais doenças infantis e alergias do que as crianças não vacinadas. Este estudo a cargo de Andreas Bachmair, em território europeu, é corroborado por vários outros efectuados noutros locais e ambientes, nomeadamente em território americano e canadiano.
Este alerta levantou um movimento enorme de análise onde hoje em dia reputadas organizações independentes procedem a questionários online para determinar mais denominadores comuns.

Para muitos quer parecer que tudo isto sai da mente conspiradora de alguns teóricos neuróticos, mas nada do que está neste artigo é falso ou teórico e vem apoiar estudos anteriores:

  • Estudo de Salzburgo sobre Alergias que afirma que a população não vacinada possui 0 a 1% de asma quando a população normal possui de 8 a 12% e ainda que os 3% de alergias presentes em não vacinados pouco fazem frente aos 25% de ocorrências na população que sofre vacinação normal.
  • Estudo de Longo Termo na Guiná Bissau (Kristensen I, Aaby P, Jensen H.:“Routine vaccinations and child survival: follow up study in Guinea-Bissau, West Africa”, BMJ 2000; 321: 1435–41) que expõe que a taxa de mortalidade em crianças com difteria, tétano e tosse convulsa é duas vezes maior que a mesma taxa em crianças não vacinadas (10.5% contra 4.7%).
  • Inquérito Neozelandês de 1992 (http://www.ias.org.nz) que comprova a ocorrência de doenças de origem alérgica e nervosa 3 a 5 vezes mais em crianças e adolescentes vacinados contra a estatística dos não vacinados.

Mas na verdade os puristas da cartilha das grandes farmacêuticas continuam a conseguir que estes resultados sejam ignorados, ridicularizados ou simplesmente desprezados e afastados dos meios mainstream e as organizações oficiais nem ponderam proceder a um estudo mais específico para informar convenientemente a sociedade – Centros de Controle e Prevenção de Doenças  (CDC) ou a Organização Mundial de Saúde  (OMS) ou qualquer agência de saúde internacional.

Não vamos entrar em especulações neste artigo para impedir que afirmem termos uma alegada agenda contra a vacinação… aqui estão apenas factos! O que fazem com eles e com a vossa consciência é um passo que tem de ser feito por cada um…

Recordamos neste assunto o artigo sobre os graves efeitos da vacina contra o H1N1 e o artigo que mostra o futuro das vacinas no mundo.

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